Naquela noite, convidei ela para irmos à balada. Comprei um vestido preto, curto e decotado, e insisti para que o usasse. Quando ela apareceu com ele, fiquei sem palavras: o tecido moldava cada curva e parecia feito sob medida para provocar olhares.
Assim que chegamos, fomos direto para a pista. A música envolvia o ambiente, e cada movimento fazia o vestido subir um pouco mais. Eu observava em silêncio, fascinado, enquanto percebia os olhares dos outros se voltarem para ela.
Em alguns momentos, ela ajeitava o vestido, como se quisesse manter a compostura; em outros, deixava escapar um sorriso maroto, como quem se divertia com a atenção. Em certo instante, até permitiu que eu levantasse um pouco a barra para tirar uma foto — gesto rápido, mas suficiente para arrancar olhares curiosos ao redor.
Entre provocações discretas e momentos de contenção, ela transitava entre o pudor e a ousadia. Para mim, cada segundo era um jogo de tensão delicioso, e aquela noite ficou marcada na memória.
Transamos bastante nessa noite, fiquei chamando ela de putinha e ela mandando eu comer forte a putinha.
Mas ainda está difícil de convencer, vão torcendo por mim aí pessoal.
Essa foto é ela na balada.