Logo eu tirei a virgindade dela e ela se mostrou bem fogosa, topando praticamente tudo, embora normalmente fosse bem recatada fora da cama. Quando a gente transava eu tentava ao máximo esquecer do meu fetiche, mas quem nasce pra ser corno não consegue esquecer e logo quando eu ficava sozinho eu já estava batendo punheta imaginando minha branquinha dando pra vários caras na minha frente, mas nunca tinha coragem de confessar a ela para não perder meu relacionamento. Meu pau era médio para pequeno, 12 cm, embora ela dissesse que a satisfazia, ela nunca gritava ou gozava muito igual eu via nos filmes. Eu supunha que isso era normal e que no pornô que era diferente.
No fim do colégio, a gente já estava bem sério e eu pedi ela em noivado e ela aceitou. Em uma de nossas transas eu comecei a falar com ela que estávamos transando na frente de outras pessoas e que outras pessoas estavam vendo ela pelada. Percebi que naquele dia ela ficou bem mais empolgada do que normalmente, gozando muito e me incentivando mais, falando coisa como "estou dando pelada na frente de todo mundo!" Brincamos assim mais algumas vezes mais nunca chegamos a comentar mais sobre isso.
Quando a gente tinha 18 anos, eu e Bia costumávamos ir muito na praia. Ela, no entanto, nunca usava biquíne, sempre indo de short. Um dia eu perguntei a ela o porque e ela disse que tinha vergonha. Eu elogiei ela bastante e perguntei se ela não tinha vontade de usar. Ela falou que tinha um em casa mas que nunca tinha usado e que poderia usar se eu quisesse, mas que se ela se sentisse desconfortável iria colocar o short de volta. Naquele momento meu pau latejou dentro do short e eu tentei disfarçar pra ela não ver. O que eu realmente queria era ser corno, mas exibir o corpo da bia, nem que fosse só um pouco já ia dar pra matar minha vontade.
Finalmente, no dia, a gente foi pra praia e ela não estava muito cheia. Quando a bia, ainda sentada, decidiu tirar o short, parecia que toda a praia estava esperando. O biquíne dela era bem grande, largo e preto. Na parte de cima cobria boa parte dos peitos, mas a parte da calcinha, embora em outras mulheres cobrisse bastante, a bunda dela era tão grande que fazia o biquine parecer bem menor do que era. A bunda dela, bem branca de nunca ter tomado sol, reluzia e me fazia ficar de pau duro ao saber que os outros caras da praia ficavam encarando aquela visão.
- Está confortável, amor?
- Ah, até que estou...
- Por que não aproveita e toda um pouco de sol?
- Tudo bem, mas se alguém estiver olhando você me avisa pra eu virar.
Logo ela foi virando, ficando de bruços e toda a praia passou a ver aquele rabão branquinho dela. O biquine tinha entrado um pouco mais na bunda ela e eu decidi não avisar a ela. Passou um vendedor e eu parei para comprar um bronzeador e eu percebi que ele ficou encarando a bunda dela, o que fazia meu pau explodir dentro do short. Peguei o bronzeador e comecei a passar na bunda dela, fazendo movimentos que me ajudavam a abrir as duas bandas. Não dava pra ver o cuzinho nem a bucetinha dela, mas eu estava muito excitado de estar abrindo a bunda dela na frente de estranhos.
Ficamos assim por algum tempo. Assim que chegamos em casa eu corri para o quarto com ela para ver a marquinha dela. Pela primeira vez, aquele rabão gostoso dela estava bronzeado com uma marquinha. Eu peguei, coloquei ela de quatro e já fui metendo na bucetinha inchada dela, abrindo aquele rabo gostoso pra ver o cuzinho dela e apreciando a marquinha dela. Não demorou muito e eu gozei junto com ela.
- Amor, você ficou muito gostosa com esse biquine. Quero te comer com ele!
Bia vestiu o biquine, se colocou de quatro na cama e falou:
- Você só vai me comer de biquíne se for pra meter no meu cuzinho que eu exibi hoje na praia pra todo mundo ver!
Eu estava me tremendo de tanto tesão. Puxei o biquine dela pro lado e comecei a chupar o cuzinho dela enquanto ela rebolava na minha lingua. Depois cuspi no meu pau e comecei a meter no cu dela, mas de tanto ela repetir que exibiu o rabo pra outras pessoas logo eu acabei gozando dentro dela de novo.