Faculdade

Por: marcos-161 • 13/07/2026 • 53083 leituras
Capa do conto
Como já sabem, sou o Augustus e todos os contos aqui publicados são reais. Tenho 38 anos e casado, não sou nenhum dotado, mas tenho uma ereção prolongada, e demoro a gozar, o que narro aqui, apesar de contos curtos são reais. Fazia faculdade de pedagogia, onde como o curso é exclusivamente feminino, os homens eram raros. Conheci a Eliane, crente, também casada, com um militar. Eu naquela ocasião, estava solteiro, começamos uma amizade tranquila, fazíamos trabalhos, na faculdade. Começamos a fazer disciplinas sempre nos mesmos horários, o que facilitava uma aproximação.Comecei a acompanhá-la até o carro, conversarvamos até altas horas, foi qdo ela me disse, que estava começando a gostar e sentir falta de conversar comigo, ou nos dias que não ía a faculdade, ela falava, que ficava faltando algo.
Comecei a perguntar sobre como estava o casamento, os filhos, depois entrei no assunto sexo, o qual me disse que o marido, crente, só queria saber de papai e mamãe, e que não fazia gozar, e que ele gozava rápido, eu falei que era um problema, mas que eu tb tinha um problema, ela queria saber qual era, e disse a ela, que demorava por volta de 50 minutos a uma hora e quinze pra gozar, ela disse que isso pra ela seria a Glória.
Sempre que podia, fazia elogios a ela, falava alguma graçinha, ela sorria, como vi que não tinha resistência, comecei a pegar mais pesado, passava a mão na cintura, ou pegava no cabelo dela e puxava, e falava no ouvido que se fosse em outro lugar puxaria com mais força, e ela sempre sorrindo... mas tudo rolou, em um dia que ela chegou atrasada, e meio chateada, perguntei pra ela o que houve e ela me disse que estava com vontade de transar e o marido dela disse que não dava por que tinha que fazer algo na igreja, e que ela não podia matar aula, pois ele estava pagando caro pelo curso, eu ri, e falei que se ela quisesse eu mataria aula com ela, e quebraria o galho, mas falei brincando, mas, ela aceitou, entramos no meu carro e a levei pra uma casa que eu tinha a chave, nem deu tempo de sair do carro, ela realmente estava com a calcinha molhada, quando a beijei e toquei sua xota, estava encharcada. Ela pediu para chupar seus seios, o que fiz com o maior prazer, enquanto colocava dois dedos dentro dela.
Ela já me pedia para meter nela, e colocar chifre no marido, que só queria saber de igreja... eu falei pra ela, que iria colocar sim, mas que iria dar um trato na xota com a língua, quando começei a chupá-la, a mulher ficou louca, me xingava, pedia pra fazê-la gozar, que nunca tinham chupado ela, que o marido era um bosta, gozava, na minha boca, pedia mais...
Quando ela falou, mete, que não aguento mais, foi a hora de mostrar pra ela, meu pau entrava e saía, ela subia, cavalgava, gozava, trocavamos de posição e ela gozando, e eu apenas curtindo, foi quando ela me disse que era pra eu gozar, que estava deixando ardida, eu coloquei de quatro, e soquei sem dó, dando tapas na bunda, e nem me importando com as marcas dos dedos, e gozei tudo dentro dela... ela me disse que nunca gozou tanto na vida, e nem sabia que existia alguém que aguentava tanto tempo pra gozar.
Transamos algumas vezes, mas nos formamos e nunca mais nos vimos. Lembro que é um conto, mas real, não preciso de colocar diálogos, mas só de relembrar já estou excitado. Deixem seus comentários, e um grande abraço aos amigos.

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