FANTASIA DE CORNO REALIZADA

Por: andre-346 • 11/07/2026 • 138210 leituras
Capa do conto
Sempre tive esta fantasia de ser corno, mas minha mulher, duvidando das minhas intenções, sempre se negava a fazer. Depois de quase dez anos casados, para não deixar a relação cair na rotina, consegui convence-la a visitarmos uma casa de swing aqui na nossa cidade, sem nenhum compromisso. Para minha surpresa, ela estava bem animada. Vestiu um vestidinho curto bem sensual, subiu num salto bem alto, passou uma maquiagem pesada, se embonecou toda. Tava parecendo uma puta. Mas a ideia era apenas curtir o lugar, sem muita ousadia.

A boate era bem legal, segura e discreta, e logo ficamos bem à vontade. Mas naquela noite só observamos alguns casais na pista e dançamos um pouco. Bebemos e conhecemos algumas pessoas interessantes. Chegando em casa, minha Carla estava num fogo só, disse que tinha gostado e queria voltar. Fodemos gostoso naquela noite e algumas semanas depois estávamos lá novamente. A ideia era só curtir mesmo, não queria forçar nada. Minha esposa já tinha dado um grande passo até ali, e eu estava muito feliz por ela, agora era só uma questão de tempo.

Depois de alguns meses frequentando minha esposa disse que estava pronta. Na verdade, ela já estava me implorando para dar para outro. Então, peguei nas mãos dela e a puxei para uma cabine erótica. Nunca tínhamos estado ali, só ouvíamos comentários e vídeos na internet. Tínhamos uma noção do que podia acontecer, e o tesão só aumentava. A cabine era bem apertada, bem limpa, e tinha um buraco no meio. Estava um pouco escuro e ao redor, através das paredes dava para ouvir gemidos e gritos de outras esposas sendo liberadas. Aquilo dava um tesão da porra. Apertamos um botão que acendia uma luz para mostrar aos comedores que estávamos prontos. Enquanto eu beijava minha dama, deixando ela totalmente à vontade, uma vara enorme passou pelo buraco e ficou pulsando na frente dela. Carla tinha um sorriso bem sapeca na boca. Dali em diante, ela sabia muito bem o que fazer. Só me afastei um pouco e liberei minha mulher para aquela vara desconhecida.

Ela caiu de boca e chupou por muito tempo, se deliciando com uma vara diferente que a muito não provava. Carla foi minha primeira e única mulher na vida, mas ao contrário de mim, tivera muitas experiências antes do casamento. Não era brincadeira que ela já estava sedenta por outro macho. Ela olhava para mim e perguntava se eu estava gostando, me chamando de corno e chifrudo. “Tem certeza de que quer ver essa vara dentro da sua esposinha, corno?”. Eu balançava a cabeça em afirmativa enquanto batia uma pra ela. Aí ela encapou o macho e virou-se para mim, oferecendo a boca. Beijei minha mulher enquanto o outro entrava dentro dela. Carla segurou forte no meu braço, suas unhas pintadas de vermelho, cravaram em minha pele. Ela gemeu, mas aguentou a vara, muito bem, para a minha surpresa. Ela exigiu meu pau na boca dela e eu atendi. Parecia uma vadia, totalmente a vontade. Por cima das costas dela eu observava com muito tesão, aquela vara descomunal entrando na minha esposa. Gozei logo na boca dela. O outro ainda socou na minha esposa por um bom tempo, deliciando cada estocada. Carla chegou até a levantar a perna pro macho socar mais fundo. Então ele tirou o pau de dentro dela, a camisinha lotada de porra. Ao ver aquilo, tive um misto de ciúmes e de tesão. Aquela fêmea era minha, mas eu acabava de libera-la para outro, e tinha gozado.

Chegamos em casa, meu pau ainda latejando. Eu nunca tinha gozado mais de uma vez para minha esposa em um curto espaço de tempo. Naquele dia, porém, transamos a noite toda e eu acabei gozando mais duas vezes dentro dela. Carla havia gostado tanto que pediu uma reprise.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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