Fazendo carinho na minha filha

Por: mu-evdominda-1 24/07/2026 4497 leituras
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Sem carinho, um pai espia a filha e o carinho intenso volta enquanto assistem TV.

Depois que comecei a fazer carinhos mais intensos na minha filha, eu fui ficando com um peso na consciência. Era certo o que eu estava fazendo? Ou era errado sentir e dar prazer para quem amamos?

Ela tem 14 anos, é branquinha e tem os cabelos castanhos. Ela é magra, mas com um corpo lindo. Os seios são pequenos e apetitosos, mas os biquinhos dos seios se mostram pontudos em muitas blusinhas coladas no corpo que ela usa. As coxas são bem formadas e são durinhas de apertar.

Quase todo dia de semana tínhamos uma rotina. Eu buscava ela na escola e íamos para casa, almoçávamos e depois cada um ia descansar no seu quarto. Mais tarde, ela ia assistir TV na sala e quando eu percebia, eu ia ficar lá com ela. Era neste momento que eu fazia os carinhos na minha filha.

Como disse, os carinhos que eu fazia nela agora eram mais intensos. Além de massagear e sentir as coxas, barriga e peitinhos, eu passei a fazer carinhos na sua bucetinha e dedilhava o grelinho dela até ela gozar.

Bater siririca para minha filha e ver ela gozar virou algo viciante para mim. Eu precisava muito daquilo, sentir aquela menina nas minhas mãos era a alegria do meu dia. Algumas vezes eu gozava ali junto com ela discretamente por baixo da roupa mesmo e outras eu ia para o banheiro e batia uma punheta monstruosa pensando no que tinha acabado de acontecer.

Mas por uns dias, minha filha parou de ir assistir TV na sala durante a tarde. Não preciso nem dizer que fiquei desesperado e chateado. Ela ver TV na sala era praticamente o nosso código de que ela queria receber os carinhos do papai.

Eu fiquei agoniado. O que tinha acontecido? Não sei, mas eu precisava dela. No entanto, não tentaria nada. Aquilo significava que ela não queria.

Mas o vício em sentir aquela garota gozando foi mais forte e eu passei a procurar me satisfazer de outras formas. Eu passei a entrar no banheiro mais vezes enquanto ela tomava banho e também a espiar ela no quarto pela janela ou pela porta, quando ela não fechava por completo.

Como vocês imaginam, ela já se masturbava sozinha no quarto com o travesseiro. Então, eu sabia que um momento ela iria gozar com o travesseiro. E foi isso mesmo. Espiando vi ela rebolando o quadril e se esfregando com vontade até fazer aquela carinha de prazer e cair para o lado cansadinha.

Num outro dia, me surpreendi porque ela não se aliviou com o travesseio. Quando ela entrou no quarto, me posicionei no meu lugar estratégico e fiquei bisbilhotando ela por um tempo. Uma hora, ela tirou o short e deitou na cama. Pegou o celular e começou a passar a mão na bucetinha por cima da calcinha. Logo depois enfiou a mão lá dentro e esfregou por um tempo enquanto não tirava o olho da tela. Para minha surpresa, de repente ela ergueu os quadris e tirou a calcinha. Ficou peladinha da cintura para baixo.

Logo depois ela voltou a esfregar a xoxota assistindo no celular e foi abrindo as pernas cada vez mais à medida que o prazer ela aumentava. Então, ela jogou o celular para o lado e concentrou toda sua força para esfregar a mão na buceta até gozar. E eu gozei junto com ela. Eu já tinha tirado meu pau para fora e esporrei na porta do quarto dela.

Foi muito gostoso ver minha filha gozar daquele jeito.

Logo depois de gozar me vieram alguns pensamentos e uma certa tristeza.

Por que ela estava gozando sozinha?

Meus carinhos não eram bons o suficiente?

O que ela estava assistindo no celular? Acho que era vídeos de putaria. Mas de que tipo? Fiquei curioso em saber o que deixava ela excitada a ponto de se arreganhar toda e gozar intensamente.

Aquela garota, minha filha, sentia prazer e eu todos os dias tentava proporcionar isto para ela sentados no sofá da sala enquanto assistíamos TV. Mas por uma semana inteira ela parou de procurar.

A vida seguiu normal. Não falávamos sobre o que acontecia na sala de TV. Só acontecia e pronto.

Eu já dava como certo que tinha acabado e que este tipo de carinho com minha filha não ia mais acontecer, quando numa certa tarde minha filha foi para a sala de TV e ligou o volume bem alto.

Fui lá ver o que tinha acontecido e lá estava minha filha deitada no sofá assistindo TV, como o nosso código secreto dizia. Ela ainda estava vestindo o uniforme da escola. Uma camiseta justa colada no corpo e calça jeans. Quando vi aquilo, fiquei meio chateado. Ultimamente, ela colocava roupa leves e fáceis de subir ou colocar para o lado. Também era mais fácil de enfiar a mão.

Por um momento, pensei em voltar para o meu quarto, mas o meu tesão instantâneo me fez ir até o sofá e me sentar com ela.

— Posso assistir com você, filha?

Ela pensou um pouco e respondeu:

— Pode, pai.

— Por que você ainda não tirou este uniforme?

— Porque eu não quis – ela respondeu de forma mal-educada.

Tudo dizia para eu não tentar nada com ela, mas meu pau falou mais alto e após uns 10 minutos de filme, comecei o carinho nas pernas dela por cima da calça jeans. Ela não reclamou.

Para mim não era muito bom porque não sentia a pele macia daquela garota gostosa. Então, fui subindo e quis sentir a barriga dela. Após massagear por cima da roupa, levantei um pouco a camiseta e fui passando a mão.

Às vezes, ia em direção a buceta, enfiava um pouco a mão para excitar ela, mas não era fácil. Então, foquei mais na barriga e nos peitinhos que cabiam certinhos na minha mão.

Sentindo que ela estava gostando, levantei a camiseta dela como sempre fazia até mostrar os seios. Eu passava a mão naquele montes durinhos e acariciava os biquinhos cor-de-rosa com os dedos. Via ela se contorcer de prazer.

Fiquei maluco. Levei minha mão pra dentro da calça dela procurando a bucetinha para siriricar, mas minha mão mal entrava. Para minha surpresa, ela mesma por conta própria levantou o quadril desabotoando a calça e baixou até o meio da coxa. Quando percebi, ela tinha abaixado a calcinha junto. Isto nunca tinha acontecido. E eu pensei:

— Que safadinha!

Ela abriu um pouco as pernas e eu admirei a bucetinha da minha filha. Nunca tinha visto ela tão de perto. Minha filha pegou minha mão e colocou em cima da xoxota pedindo o carinho de sempre.

Aquilo me deu água na boca e logo comecei a massagear a buceta da minha filha devagar, mas com uma boa pressão. Ela gemia como nunca tinha visto. Estava bem excitada e rebolava o quadril buscando o prazer.

— Faz mais rápido, papai.

Eu aumentei o ritmo da siririca com a mão focando no grelinho dela e mexia rapidamente de um lado para o outro. Ela gemia e não escondia que estava gostando.

— Ai, papai. Hum... ah... Não para, não!

Os sons que ela emitia foram aumentando até ela chegar nas nuvens e gozar.

Ela fechou os olhos e ficou quietinha, sem se mexer, se recuperando do intenso prazer que tinha sentido.

Eu aproveitei e tirei o pau um pouco para fora sem ela ver. E me masturbei olhando aquela garota quase pelada por completo. Olhava aquela buceta adolescente já tão sedenta por prazer e também para os peitinhos durinhos de excitação.

Gozei muito vendo aquela perfeição na minha frente.

Deitei um pouco em cima dela para descansar e aproveitar aquele momento. Ela quis levantar. Abaixou a camiseta e enquanto subia a calça, ficou de costas para mim. Talvez por vergonha. Olhei para aquela bunda redondinha na minha frente e não resisti. Apertei aquela bundinha pela primeira vez com firmeza. E fiquei alguns segundos massageando e sentindo aquela delícia.

Soltando um gemido de prazer em sentir aquela carne, eu disse:

— Que bundinha gostosa, hein, filha!

Eledo Yube Lube

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