Depois de tudo acertado combinamos começar as obras na 2ª feira, pedi para virem os mesmo artistas porque já conhecia o ”trabalho” deles e ficou assim combinado.
Começaram a fazer as obras e por volta das 10h fui para perto deles para fazerem um intervalo, levei umas sandes e umas bananas para comerem, o mais atrevido perguntou se era para ma enfiarem no cuzinho, eu como não gosto de levar no cu sem resposta disse que no cuzinho gostava de coisas mais duras e maiores. Então o António, que estava mesmo ao meu lado, começou a apalpar-me o cuzinho, nem esteve com cerimónias e meteu a mão por dentro das calças e enfiou um dedo no cuzinho. Dei um gritinho e o Luis que estava em frente desapertou as calças e mandou-me chupar a grande piça, atirei-me com as duas mãos à piça do Luis enquanto o outro me tirava as calças e enfiou a piça toda de uma vez no cuzinho, que maravilha, aquela piça no vai-vem até que o António me esporra o cu todo, depois de chupar a piça do Luis, com ela já muito grande e dura resolvi virar-me e oferecer o meu buraquinho já meio aberto pelo outro trolha, com o meu cu já está habituado a receber grande objectos o Luis ficou furioso por eu não me queixar e disse que não podia ficar assim, tinha de me ver gemer.
Foi à ferramenta que eles usaram e trouxe uma pá, que tem um cabo com quase 5 cm de diâmetro e disse que o queria enfiar no meu cuzinho, eu já cheio de tesão disse que não me importava mas tinham de lubrificar bem o cuzinho. Fui à cozinha buscar um pacote de manteiga e disse para eles barrarem bem o cabo e o cu, queria sentir o cabo a entrar mas devagar. O Luis voltou a meter a piça dele no cuzinho para abrir caminho e de seguida começaram a enfiar o cabo pelo cuzinho, não se era dor ou tesão mas era uma sensação muito boa e eu gemi, então pedi para fazerem os movimentos da piça, meter e tirar. Deu-me tanto tesão que sem mexer na minha piça eu esporrei-me todo. Durante a semana que estiveram a trabalhar em minha casa, experimentei quase todas as ferramentas dos trolhas.