Festa de família - 3

Por: eta-epta-1 13/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Certo dia cheguei em casa mais tarde, porque Marco, meu namorado, reclamou da falta de atenção. Saímos e jantamos e antes de ir embora, demos uma rapidinha no carro dele mesmo. Sentei na pica dele, ele gozou e eu fui embora. Não gozei, claro, mas disse a ele que estava feliz.
Ao chegar em casa dei de cara com tia Lúcia. Ela conversava com papai na sala e ambos estavam me esperando. Tão logo os vi, percebi que havia algo no ar. Dei um selinho em papai e fui cumprimentar tia Lúcia, que me abraçou e me disse para sentar.
– Antes de mais nada, estou feliz em saber que vocês dois estão juntos. E sei que você deve achar estranho que eu e seu pai só façamos sexo oral, sem nunca termos dado umazinha – e riu para mim. Também ri e me aproximei de papai, nos dando as mãos. – Mas eu quero explicar. Sempre tive medo de que o sexo com seu pai me causasse um castigo. Coisa da minha educação, eu sei. Seu pai teve a mesma educação, mas sempre foi mais sem vergonha.
Papai reclamou, mas eu sentei no colo dele e o mandei ficar quieto.
– Eu gosto de chupar sua pica – disse ela olhando para ele. – E também gosto de ser chupada. Nunca casei porque – parou e pensou antes de dizer. Respirou fundo e disse: – eu gosto de meninas também. Não sou lésbica. Sou bi.
Eu fiquei assustada com aquilo e ela percebeu. Então se aproximou e me deu um selinho.
– Gosto de ser chupada, mas gosto de chupar uma buceta.
Eu sempre achei que o corpo da tia Lúcia era gostoso, cheinho. Resolvi ver de perto. Levantei, cheguei perto dela e apertei seu peito, fazendo-a gemer.
– Deixa eu ver – pedi. Ela abriu a blusa e vi que estava sem sutiã. Seus seios eram fartos e eu pus a mão neles. Ela ficou gemendo e enfiou a mão embaixo da saia. Eu, então, me aproximei e beijei o seio dela. E acabei chupando os dois. Nunca tinha feito isso antes. E também gostei de chupar.
Papai então chegou por trás de mim e começou a tirar minha roupa. Eu não parei de chupar o peito da tia e o ajudei a me despir. Tia Lucia, àquela altura, era a única vestida, porque papai também ficou nu. Parei e abracei minha tia. Ela pediu um tempo, tirou a roupa e me puxou para me beijar. Enfiou a língua na minha boca e enfiou uma perna entre as minhas coxas. Papai que estava perto de nós pegou minha perna e enfiou entre as coxas dela. Ela me disse em meio aos beijos para rebolar. E eu rebolei. Muito. Comecei a sentir um tesão incrível e até gozamos as duas, nos beijando e nos apertantando. (CONTINUA).

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