Filha amada

Por: beatriz-287 • 10/07/2026 • 289792 leituras
Capa do conto
Coitada da Elisângela, era para ser mais uma singela chupada na piroca do marido, mas eis que um incômodo pentelho entalou na garganta. Elisângela engasgou, não conseguiu respirar, perdeu a consciência e faleceu nos braços do esposo.
Denerval ainda estava com o pau pingando porra enquanto tentava em vão, reanimar a mulher.

Viúvo, coube a Denerval criar Daniela, a filha de cinco anos do casal.

Daniela cresceu. Aos 20 anos ela já era uma mulher que deixava os homens - e inclusive o pai - com o pau em alerta.

Desde que Elisângela faleceu, Denerval não trouxe nenhuma outra mulher para a cama. Mas a Dani estava tão apetitosa que ele já estava disposto a rever os conceitos. Apenas em imaginar a filha deitada ao lado dele, de bruços com aquela bundinha branca arrebitada para cima, a mão da punheta começou a trabalhar.

Um dia o Josenildo, namorado da filha, morreu. Josenildo, um bom rapaz, levou um balaço nas fuças quando foi abordado por um assaltante.

No velório Daniela estava arrasada. A última vez que Denerval testemunhou a filha derramar tantas lágrimas foi quando o Playstation pifou.

A Dani, ao lado do caixão do namorado, recebeu o abraço de muitas pessoas. Denerval, obviamente, abraçou a filha. As mãos dele insistiam em passear pelas costas da moça para no fim apalparem aquela bunda firme, mas Denerval resistiu.

Ele apenas a beijou na testa e foi ao banheiro. Aos olhos dos ali presentes o enlutado sogro foi secar as lágrimas, mas na verdade o que ele realmente fez lá foi socar uma bronha.

Quatro noites depois, durante o jantar, Denerval viu que a filha não estava comendo nem a panqueca de frango, o prato predileto. O pai pegou a mão da jovem e viu uma lágrima escapulir daqueles lindos olhos castanhos.

- Vem, senta no colo do seu pai. Eu vou confortar você.

Daniela obedeceu. Ele cheirou a moça e, com o pau duro como uma pedra, arriscou um movimento ousado: colocou a mão na boceta da filha.

Denerval reparou que a jovem tremeu. Foi o susto, a surpresa inicial, mas ela logo se rendeu.
- Isso pai, continua massageando.

O velho realizou a vontade da jovem. Quando reparou, Denerval já estava beijando as tetas durinhas da Dani. Ela lambia os lábios de prazer.

Com cuidado, o pai pegou a moça no colo. A sorte dele que Dani era leve. Caso ela tivesse alguns quilinhos a mais, as juntas do velho iriam protestar no dia seguinte. Denerval a levou a moça até a sala, a beijando na boca. Ele a colocou deitada no sofá e, enquanto lambia as tetas, introduzia o dedo na boceta.

Depois ele se deitou sobre ela. Louco de tesão enfiou a piroca naquela pepequinha molhada. Foi a primeira vez em quatro noites que ele viu Daniela sorrir novamente. Isso foi o combustível para excitá-lo ainda mais e, assim, o velho enfiou com mais vontade.

Foram dois meses de foda quase diária entre pai e filha. A fodelança só foi interrompida quando, certa noite, o coração do Denerval parou. Ele morreu com o pau duro enterrado no cu da guria.

A equipe da funerária, que preparava os defuntos, levou meia hora para maquiar e tentar tirar o sorriso estampado no rosto do velho. Denerval morreu feliz não apenas por foder a filha gostosa, mas por ela nunca ter descoberto que a morte do namorado foi comandada pelo pai.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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