Aproveitei o clima quente do verão e como não estava chovendo fui fazer uma caminhada na praia. Quando já estava pensando em voltar para casa, pois já havia escurecido, percebi um movimento fora do normal numa parte mais escura da praia. Reparei que alguns caras entravam e saiam de uma área cheia de vegetação. No começo pensei que se tratasse de alguns “nóias” usando a área para fumar sua maconha, mas reparei que não havia nenhum sinal de cigarro aceso e entendi que estava rolando algo mais interessante.
Bem lentamente fui me aproximando do local para não assustar os que estavam por ali e mesmo no escuro consegui perceber que dois caras estavam transando.
Aquilo me deixou alucinado de tesão. Se tem uma coisa que me deixa com um puta tesão é sexo ao ar livre. Mas eu não queria chegar muito perto para não atrapalhar a trepada, assim fiquei de longe só observando e já com meu pau pra fora da sunga batendo uma de leve.
Muito rapidamente o cara que estava dando o cu saiu. Acho que tinha gozado ou ficou com medo ao me ver olhando a cena. Só o vi levantando a bermuda e sair. O cara que estava comendo ficou parado com a bermuda arriada e pude perceber claramente seu pau duro, então resolvi me aproximar.
Assim que fui me aproximando um pouco, ele começou a se punhetar, como que me chamando. Cheguei mais perto e só então percebi que o cara tinha um cacete enorme. Devia medir bem mais de 20 cm e bem grosso. Eu adoro uma boa sacanagem com outro macho, mas não sou capaz de encarar uma pistola desse calibre no meu cu.
De qualquer forma cheguei junto e peguei naquele instrumento enorme. Parecia um jegue. O cara nem era tão grande. Devia ter 1,70 de altura e embora com corpo bem definido era do tipo magro e isso fazia aquele caralho parecer maior ainda.
Comecei a punheta-lo e ele pediu para que eu chupasse sua pica. Comecei pela cabeçona e logo estava com ela toda na minha boca. Aí comecei a deslizar a língua pelo corpo do cacete. Claro que eu não ia conseguir engolir aquilo tudo, mas fiquei lambendo aquele pau e logo voltava para a cabeça. Isso durou alguns minutos até que ele perguntou se eu não queria dar meu cu para ele. Claro que a vontade era grande, mas eu tenho consciência do que aguento e disse para ele que não. Era impossível alguém aguentar uma coisa daquela, ainda mais em pé.
Deixei então que ele só esfregasse aquela pistola no meu rego e enquanto ele fazia isso pegou firme no meu cacete, que nessa altura estava muito duro e começou a me punhetar. Falei então para ele que se ele continuasse a fazer aquilo eu iria gozar e ele então parou e disse que queria dar pra mim.
Minha surpresa foi tanta ao ouvir aquilo que fiquei sem reação. Quando percebi ele já estava me virando e caindo de boca na minha pica. Ele chupou deliciosamente meu cacete enquanto eu dedava lentamente seu cuzinho, que por sinal era bem apertadinho. Quando ele se fartou de mamar, dei mais uma chupada naquela picona e passei a linguar seu cuzinho, só para lubrificar.
Logo me posicionei para enfiar meu pau naquele rabinho e ele me pediu para ser gentil, pois não estava acostumado a dar, embora estivesse com muito tesão. Passei um pouco de saliva na minha pica e fui lentamente penetrando aquele cuzinho. Ele no começo pareceu estar sofrendo, mas logo pediu para que eu enterrasse tudo e eu obedeci. Assim que senti minhas bolar batendo na sua bunda ele avisou que estava gozando. Foram jatos e mais jatos de porra saindo daquele cacetão. Minha vontade era de ter tomado toda aquela porra na cara, mas não tivemos tempo, pois logo eu também gozei, um pouco dentro do cuzinho dele e o resto na sua bunda.
Como não tínhamos onde nos limpar resolvemos dar um mergulho para tirar toda aquela porra dos nossos paus e da bunda dele. Entramos no mar e lá dentro tiramos nossas bermudas e ainda nos esfregamos um pouco mais dentro da água.
Saímos e fomos caminhando e conversando. Foi quando ele me falou que era morador local e que nunca havia conseguido comer nenhum cuzinho, pois ninguém aguentava o seu caralho. Até mesmo as mulheres com quem saia reclamavam do tamanho e ele então resolveu ser passivo, para minha alegria.
Agora já sei onde o encontrar e da próxima vez vou querer mais.
A foto não é do pau dele, mas é mais ou menos assim