Finalmente, praia ... - Parte 13

Por: pedro-95 • 11/07/2026 • 18102 leituras
Capa do conto
Seguimos para a praia, mas não tenho a menor idéia qual, pois ele não me falou nada.
No centrinho da cidade, ele para em frente a uma farmácia enorme, e me manda esperar na moto e entra. Minutos depois ele sai com uma sacola mais ou menos cheia, que guarda no baú. Manda que eu espere mais um pouco e segue a uma padaria na esquina oposta, volta trazendo umas garrafas grandes de água gelada, que também guarda no baú. Não sei se esta falando sózinho ou comigo.

- Não sei quanto tempo elas vão ficar geladas, mas ao menos a gente não morre de sede.

Liga a moto e lá vamos nós, aproveito para colar meu corpo o máximo possível no dele, não sei se estou sendo discreta !

Depois de rodarmos um tempinho, finalmente ele acha uma praia legal, meio que para avaliar a dita vamos até o fim dela, consigo ver que quase no final há um quiosquezinho de comes e bebes, na volta descubro outro mais ou menos no meio da praia e Willy acaba entrando numa vielinha que vai dar na praia. É que boa parte do pedaço entre a estrada e o mar esta cheio de casas lindas e enormes. Ele acha uma sombra legal de uma árvore para parar a moto. O mar esta a uns poucos metros da gente, e a impressão que eu tenho é que a praia estava vazia ou quase, já que estávamos no fim de abril e na semana seguinte um feriado daqueles. Tiramos os capacetes meio que em sincronia, na sequência, ele tira os tênis e a bermuda, a sunga escura e discreta não esconde o volume delicioso embaixo dela, mordo o lábio. Percebo também que ele olha atentamente o nosso entorno, quando para e me olha, me puxa contra ele e me dá o que poderia chamar de um puta beijo, que retribuo, claro !

- Isso é so porque sei, desconfio, que tão cedo não consigo fazer isso de novo.

Penso comigo, se esse homem não é tudo de bom, nossa !!!!!

E vamos para a areia, ele escolhe um cantinho de onde pode olhar a moto sem muita dificuldade e que ao mesmo tempo parece ficar meio escondido de quem esta na praia, tipo entre dois morrinhos de areia, detalhe essencial, tem umas árvores que fazem alguma sombra e em algum momentos iam ser úteis. Pego as nossas toalhas e as estico na areia. Ele se senta antes de mim. Meio que ensaiando um strip-tease, tiro minha bermudinha, ficando de sunga, mas que não deixa de ser sunguinha.

- Bebê, estou me apaixonando pela sua bunda sabia ... ahhh e pelo dono dela também !
- Bobo !

Sento-me a seu lado, tiro o protetor da bolsa e entrego a ele, pedindo que me passe o dito. E para isso acabo me deitando. Em seguida rola uma mistura de passar protetor, massagem erótica e mão boba. Numa dessas percebo que ele vai aprontar com seu dedo, quase gritando falo que não quero agora ! Devo ter assustado ele, pois ouço um OK e a mão termina a tarefa.

Fico de joelhos e mando ( que ousadia ! ) que ele se deite para que eu possa fazer o mesmo com ele.

- Hey, vai virar ativinha agora é ?!?!?!
- Bobo !

Caimos na risada e passo o protetor nele. Falta fazer uma última coisinha, começo a passar o protetor labial e ele completamente quieto me olhando.

- Você já usou batom alguma vez ? Deve ficar com a boca linda, mais apetitosa ainda !
- Não, nunca usei, por quê ? Quer que eu use ?
- Sei lá, quem sabe uma hora dessas, mas desencana, é so uma idéia boba !

A ideia era boba, mas ficou martelando na minha cabeça. Me estiquei na toalha e começamos a conversar, primeiro besteiras, depois coisas a nosso respeito individualmente e finalmente sobre nosso relacionamento.

Que tinhamos muita atração um pelo outro era mais que óbvio, a diferença de idades (23 anos) era até contornável, o grande problema era minha idade naquele momento, o famoso DI_MENOR que poderia trazer inúmeros problemas a nós dois. Não tinha como discordar, mas eu achava que se poderia dar um jeito nas coisas. Como a conversa ficou seria demais e o sol também resolvemos entrar na água. Estava um gelo, dei uns mergulhos e em todos aproveitava para passar pertinho dele e toca-lo. Até que numa dessas ele me agarrou e tascou um puta beijo. Fiquei paralisada, mas como ele não parou, retribui. Claro eu tinha que pegar no pau dele, que estava durinho. Paramos o beijo, mas não larguei dele.

- A gente esta bem sozinho aqui, tem um povo ali embaixo, mas estão muito longe pra ver muita coisa, relaxa bebê. Vou dar uma braçadas ...

- Vou pra toalha. To com frio !

Ele riu e soltou um tá bom. Quando comecei a me afastar senti sua mão apertando minha bunda e beeeemmm forte. Fui andando para a areia até que ele soltou e saiu nadando.

Na toalha, jiboiando no sol, pensava na minha vidinha e como estava contente de estar com ele ali, já o considerava meu namorado, na verdade meu primeiro namorado sério, meu homem !

(segue 14)


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