Fiquei nua em frente ao meu pai. Muito tesão...

Por: rafael-314 • 09/07/2026 • 300608 leituras
Capa do conto
Este relato não é um relato de incesto. Nem nunca me passou pela cabeça uma coisa dessas. Como relatei em outros contos, somos um casal exibicionista e sempre fomos fiéis um ao outro. Apenas sentimos tesão com as nossas loucuras de exibição e de sexo em locais públicos.
O meu pai precisou passar uns dias cá em casa. Ele é uma pessoa muito conservadora e nunca aprovou a maneira descontraída como me visto quando estou por casa. Desde solteira que visto o mínimo possível e principalmente no verão, gosto de me sentir fresca e solta. Raramente visto soutien e calcinhas. Meu pai condenava-me, mas como fui sempre rebelde, não lhe obedecia. Quando era muito pequena, ele dava-me banho, mas assim que as maminhas começaram a aparecer, achou que era uma tarefa exclusiva de minha mãe.
Casei e o André aprova o meu comportamento e sente tesão quando alguém me vê partes do corpo mais íntimas. Incentiva-me a me exibir, fazendo-me descuidada. Gosta de me ver nua pela casa e é o que costumo fazer no verão.
Quando lhe falei que meu pai vinha, ele não se opôs. Apenas se incomodou, porque tínhamos de mudar procedimentos.
Não foi fácil e logo no primeiro dia quando saio do banho, apenas com a toalha enrolada ao corpo e dou de caras com o meu pai, vejo a sua cara de reprovação.
Fui para o quarto e contei ao André.
- Devias sair nua.
- Achas? Nua na frente do meu pai? Estás louco…
- Porque não?
- Do meu pai?!!!
- Já estiveste nua na frente de tanta gente…
- Ei… quem te ouvir falar, pensa que sou uma puta.
- Sabes bem que não és nada disso…
Fomos para a cama e o pensamento do meu pai me ver nua surgiu na minha mente e minha cona começou a babar. O André percebeu e fodeu-me como sabe bem fazer.
- Estás excitada por pensares que o teu pai te possa ver nua?
Estava.
- Queres mesmo que o faça?
- Quero. Muito…
- Mas como? Saio nua do banheiro?
- Sempre podes usar o velho truque de deixar cair a toalha.
- Achas que resulta…
- Resulta. Já o fizeste.
Já tinha deixado cair a toalha em frente ao nosso amigo Jorge, mas em frente ao meu próprio pai era um ato de muita coragem.
No dia seguinte cheguei do trabalho. O André já la estava e o meu pai estava quase a chegar. Combinamos que iria tomar banho e levava o telemóvel para o André me avisar assim que ele entre.se em casa.
Depilei-me toda. Estava nervosa e excitada. Quando recebi a mensagem enrolei mal a toalha, segurando-a com uma mão e saí. Quando ví o meu pai, fingi me assustar e deixei cair a toalha bem na frente dele.
- Porra, pai… que susto.
Nua, como vim ao mundo. Agora tinha corpo de mulher. Mamas de mulher e uma cona depilada e exposta. Vi o seu olhar pelo meu corpo todo antes de mostrar constrangimento. baixe-me para apanhar a toalha e cobri-me.
- Desculpa- disse eu.
- Eu é que peço desculpa.
Minha cona escorria de tesão.
Sai em direção ao quarto que tinha a porta entreaberta, pois o André esteve a assistir a tudo.
Entrei e fechei a porta e recebo um abraço do andré.
- Estás bem?
- Nervosa.
- E esxitada.
- Muito.
Passou a mão na minha cona. Escorria de tesão.
- Muito, é favor… o papá deixou a minha putinha excitada?
- Cala-te e fode-me.
Deitei-me na cama e abri as pernas.
- Chupa o meu mel. Chupa o meu tesão. Quero me vir na tua boca já…
Ele veio e chupou, lambeu e penetrou com a língua a minha cona ensopada.
- Haaaaaaaaaaaa.
Gemi alto. Tinha de me conter, mas não aguentei.
- Isso, isso. Vou me vir. Haaaaaaaaaaaaaaaaaa.
O André é bom a brincar com a minha cona.
- Vente na boca do papá.
- Não digas isso, por favor.
- Desculpa.
- Sim, sim, sim. Haaaaaaaaaaaaaaaa. Venh-meeeeeeeeeeee. Haaaaaaaaaaaaaa.
Depois de me vir, queria ser fodida, bem fodida.
Fiquei de quatro como uma cadela. O André despiu-se e meteu o seu pau delicioso de uma só vez na minha cona aberta e lubrificada.
- Haaaaaaaaaaaaaa. Simmmmmmmmmmmmmm.
Agarrou minhas accas e socou com força e profundo.
- Geme. Geme alto.
- Não.
- Sim. Geme como uma cadela.
- Haaaaaaaaaa. Simmmmm.
- Mais alto.
- Haaaaaaaaaaa.
- Gemeeeeeeeee. Berraaaaaaaaaaa.
Vocês sabem que eu berro quando estou excitada, mas o meu pai estava logo ao lado, apenas com uma parede a separar.
- Geme, poraaaaaaaaaaaaaaaa.
Senti os jatos do André percorrerem o meu canal vaginal, a minha cona.
- Simmmmmmmmmmm. Haaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Berrei alto.
- Isso. Estou a vir-me também. Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
- Toma leite. Toma esporra.
- Sim, Dá-me a tua esporra.
Foi um orgasmo intenso e ficamos quase desmaiados. O problema era como iria olhar para o meu pai a seguir.
Ao jantar, quase não falamos e no outo dia foi-se embora, sem se quer tocar no assunto.

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