Flashback - parte 1

Por: gabriel-322 • 09/07/2026 • 450719 leituras
Capa do conto
Acordei de ressaca de manhã com uma mensagem interessant no whatsapp. Uma antiga amiga, que já tive uns lances com ela, me convidou para ouvir um som e tomar uma na casa de uns amigos. Tinha ficado solteira recentemente e lembrou de mim. Sorri. A baixinha tinha umas carnes a mais e sempre curti mulher assim, suculenta.
Nos encontramos no meio do caminho, numa avenida central da cidade para lá pegarmos um ônibus para a casa dos amigos dela. O dinheiro estava reservado para a bebida e o motel pensei comigo e ela deve ter pensado o mesmo.
Fomos conversando bobagem, colocando o assunto em dia, e lá e cá no meio da conversa a mão dela vinha na minha coxa, bem perto do meu cacete. Ela fazia isso conversando e com a mesma expressão. Não entendia muito bem seu jogo, esse morde e assopra, mas sua saia muito curta e seu decote cavado me davam ideias de suas intenções.
Descemos num bairro afastado e deixei ela me conduzir. Me pegava pela mão em alguns momentos, em outros chegava bem perto e seu perfumei me invadia. Seu cabelo curto com a tinta vermelha caindo combinavam muito bem com seu sorriso franco, largo e atraente.
Chegamos lá, rolava um rock bom, rum, vodca, vinho, cerva. Cigarro e maconha. Tudo muito interessante. Algumas caras conhecidas da noite rock da cidade, oi aqui e ali, ela sempre por perto, me dando atenção, esticando seu olhar para mim. Rindo e me oferecendo música. Eu estava a nada em matéria de mulher faziam uns vinte dias e o lance que tivemos não avançou muito no passado porque faltou coragem dos dois lados para ir mais fundo.
- Chega aí, ela me disse, vamos ali atrás fumar um, enrolei só pra marcar nosso encontro, me falou com um olhar sacana.
Fomos para a parte de trás da casa, só nós dois, entramos em um quartinho apertado cheio de ferramentas.
- Beto disse pra gente fumar aqui que o cheiro não se espalha muito.
O espaço era bem apertado, nossos corpos ficaram muito juntos, quase roçando. Ela acendeu e me passou, colocando na minha boca. Ficamos nessa brincadeira um pouco. Depois ela deu uma tragada e me puxou, soltou a fumaça na minha boca, eu devolvi e começamos a nos beijar. Num roçado bom, as mãos correndo lá e cá. Desci minha mão pela sua perna e fui subindo por baixo da sainha. A miserável estava sem calcinha.
Meu pau bateu no meu peito de tão duro que ficou nessa hora, ela sentiu e me apertou ainda mais contra ela. O cigarro nessa hora já estava apagado, sua mão por cima da minha calça, apertando meu pau com gosto. Eu apertava sua bunda com uma mão e com a outra deixava seus peitos livres do decote. Comecei a mamar seus peitos pequenos, cabendo bem na minha boca aquelas tetas durinhas.
Ela colocou meu pau pra fora e começou a roçar sua boceta na cabeça vermelha pulsante do meu membro. Um roçado gostoso, uma safadeza boa. Ela sussurrando em meu ouvido.
- Era pra gente ter feito isso naquela época, mas hoje não deixo você escapar.
Me arrepiei todo. Virei ela de costas e enfiei ele todo, sem pena, até as bolas baterem na entrada de sua xota quente e molhada. Quando comecei a estocar com vontade alguém bateu na porta. Demos um pulo de susto.
- Vai demorar aí? Quero fumar um também.
Nos ajeitamos rapidamente e saímos rindo.
- Já terminamos o nosso, pode acender o teu. Disse para o roqueiro que eu não conhecia, mas era um dos convidados da festa.

Querem continuação? Saber pra onde foi essa festa?

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados