Fodendo a boca da vizinha de 8

Por: kapa-pente-2 24/07/2026 2 leituras
Capa do conto

Vizinha de 8 anos, irritante. Meu pau latejando. Ela inocente. O que pode acontecer?

Sou um jovem adulto, 23 anos, vamos me chamar de Carlos. Tenho um físico comum, 78kg, 1.75m de altura e 14cm de pau.

Moro num lugar que tem várias casas construídas uma sobre a laje da outra. Eu moro de aluguel na casa de baixo, o dono da casa mora em cima e o filho dele mora na outra de cima, com a esposa e duas meninas. Umas das meninas tem 8 anos. Vamos chamá-la de Isa.

Isa sempre foi uma menina aparentemente irritante. Gritava muito quando criança, birrenta e essas coisas. Conforme eu fui amadurecendo, entendi que era coisa de criança e que variava muito com a educação passada pelos pais. Mas eu sempre fiquei puto porque eu tentava assistir, ouvir as coisas e ela gritava lá em cima e me atrapalhava.

Eu sempre fui tarado. Me masturbo desde os 8 anos, gozo desde os 10 anos.

Um belo dia, eu estava sozinho em casa e batendo uma pra relaxar, vendo pornografia. A Isa começou a gritar, fazer birra. Descia correndo para a casa da avó dela (acima da minha casa) e descia aqui para o corredor de casa, gritando e tal.

Eu comecei a ficar bravo com essa história. E comecei a observar pela janela, abrindo um pouco a cortina, o suficiente para ver... A Isa vinha correndo a voltava correndo. Estava com um vestido meu curto, talvez o tamanho já não fosse o ideal para a idade.

Comecei a pensar nela, nas possíveis reações, na inocência... Com o pau duro, fui até a porta de casa e esperei. Ela desceu correndo novamente. Quando ela passou pela porta, eu abri a porte com meu pau duro. Ela voltou e ficou parada olhando. Quando viu meu pau, ela ficou olhando pra ele e para mim. Pra cima e pra baixo. E eu fechei a porta com cara de bravo.

Percebi o silêncio. Ela não estava correndo, estava parada. Com a rola latejando (tenho excitação com exibicionismos assim) eu abri a porta novamente. Ela estava lá, ficou olhando. Percebi que ela estava curiosa. Abri a porta e me afastei, como quem a convida para entrar. Ela entrou. E eu fechei a porte.

A altura dela batia exatamente na minha cintura. A rola dura estava apontada direto pra boca dela. Eu peguei a mão dela e coloquei no meu pau. Tudo ali, atrás da porta fechada mesmo.

Ela estava sem reação. Provavelmente nunca tinha visto um pau, feito nada do tipo. Eu comecei a tremer num misto de tesão e tensão.

Coloquei a cabeça do pau nos lábios dela, a boca fechada, fui encostando até sentir os dentinhos. Abri a minha boca, como quem pede pra ela fazer o mesmo. Ela abriu. Eu coloquei o pau pra dentro.

Coloquei e deixei. Falei pra ela chupar igual pirulito. Ela recuou, tirou o pau da boca. Olhei pra ela com cara de bravo e mandei chupar igual pirulito. Ela colocou a linguinha na cabeça do meu pau e começou a passar, lamber.

Eu fiquei muito excitado. Cegamente excitado.

Forcei meu pau na boca dela. Ela abriu. Eu segurei a cabeça dela e fui colocando pra dentro. Aos poucos. Sentindo a linguinha, a saliva, meu pau babado. Comecei a estocar. Com mais força. E meu pau atingia um limite, imposto pelo natural fechamento da garganta humana quando algo se aproxima. Fui estocando. Quando me dei conta, eu estava metendo na boca dela. Não entrava tudo, mas fazia aquele barulho maravilhoso de saliva.

Ela já havia engasgado algumas vezes. Eu não parava. Segurava a cabeça dela e não parava. Fios de saliva e sêmen se formavam e escorriam da boca dela, sujando o vestido. Eu já nem ligava mais pra nada.

A mãe dela chamou "Isa!".

Eu taquei o foda-se. Segui fodendo a boquinha dela. Até atingir o orgasmo. Gozei lá dentro da boca dela, no fundo, no limite.

No primeiro jato que ela sentiu, tentou desviar a cabeça, tirar a boca, eu segurei. O segundo jato saiu no rosto dela quando ela tirou, o terceiro tornou a ser dentro da boca e eu fui finalizando a gozada.

Quando acabei, limpei o pai no rosto dela. A cena foi inédita pra mim: Ela com a boca cheia de porra, com a cabeça levantada, fios de saliva e sêmen escorrendo pelo vestido. Eu a levei para o banheiro, mandei cuspir, limpei ela com papel higiênico e fiz sinal de silêncio pra ela.

Abri a porta e ela subiu pra atender ao chamado da mãe.

Foi isso. Espero ter mais experiências.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🔥 Os mais lidos da comunidade