Fodendo o hetero no dark room

Por: camila-262 • 10/07/2026 • 316738 leituras
Capa do conto
Esta história aconteceu de verdade comigo há alguns anos atrás.
Eu tinha recem chegado na balada gay, e curioso entrei no famoso “quarto escuro”.
Ouvi alguns sussuros e gemidos e mesmo sem enxergar nada além de vultos; senti o clima denso do sexo que rolava ali.
Algumas mãos alisaram meu corpo, mas eu não tava afim de nada, pelo menos não até aquele momento.
Encostei em uma parede e deixei que as mãos passassem pelo meu peito, minhas pernas e meu cacete.
Comecei então a ouvir duas pessoas ao meu lado. Prestando mais atenção, identifiquei uma voz de mulher e uma voz de homem. Eles estavam em pkeno dark room da balada gay, fazendo sexo hetero.
O tesão tinha sido despertado… deslizei minha mão pela parede e pude sentir o cabelo da mulher. Fiz alguns cálculos mentais para precisar onde estaria o pau (e a buceta) que estavam em movimento.
Senti muito medo, mas mesmo assim coloquei minha mão, sentindo logo o pau do cara, deslizando pra dentro da garota. Achei que ele fosse reclamar, mas não falou nada. A garota gemia alto e agora chamava a atenção de todo o dark room. Talvez pela curiosidade de ser um casal “hetero” varios gays chegaram mais perto tentando ver, tocar ou participar; mas era eu quem já estava com a mão lá no meio. Eu não tinha interesse na garota, mas estava com o pau duro e babando dentro do jeans por aquele cara ousado. Pude tatear seu abdômen e sentir um caminho de pelos descendo até seu cacete duro e grande, fodendo sem dó.
Pude sentir suas bolas grandes batendo contra o cu da garota.
Como ele não se afastou, fui investindo mais e mais em apertos e deslizadas.
Passei os dedos pelo campo entre o saco e rego, e deixei o indicador explorar, acariciando seu buraco. Senti ele tremer, então investi mais pesado e cheirei o seu pescoço, me posicionando atrás dele. Ele deitou o pescoço para trás e procurou minha boca. Sua barba roçou a minha e nossas linguas se encontraram. Senti a terceira boca se aproximando e beijei sem preconceito. Desci a mão e abaixei a calça dele que fodia a garota apenas com o pau pra fora. Liberei uma bunda dura e carnuda e senti uma vontade incontrolável de me abaixar e linguar aquele rabo. Algumas pessoas tentaram participar também, mas apesar de sentir alguns paus tocarem meu corpo; ficamos somente os três. Minha lingua sentia o suor que encharcava tudo, enquanto depositava depositava minha saliva lubrificando o cu daquele macho.
Uma mão anônima abriu a minha calça, então quando me levantei, meu pau se alojou perfeitamente entre as bandas daquela bunda. Deslizei meu cacete, pincelando o cu do machinho que já empinava, pronto pra ser fodido.
Botei só a cabecinha e tirei, fazendo ele gemer de tesão, enquanto a puta sussurava :
-Fode o meu macho, por favor…
Foi minha primeira experiencia bissex, mesmo sem ter muito contato com a garota.
Deslizei meu pau mais duas vezes para cima e para baixo, até encontrar o caminho e enfar com força e de uma só vez todo o meu cacete. O gemido foi alto e nesse momento algum celular acendeu a luz por alguns instantes.
Meu tesão era tanto que eu não me importe em ser visto, fotografado ou filmado.
Enquanto eu sentia o rabo dançando gostosamente na minha pica, ouvia os gemidos dele e dela, sendo fodidos.
Ele então tirou meu pau de dentro si e me encostou na parede. Os dois se abaixaram e começaram a me mamar. Num momento um, depois o outro. Eu tentava adivinhar qual boca era qual, até sentir que já não tinha mais como segurar a gozada. Senti minha porra jorrar forte enquanto os dois se beijavam e bebiam o meu leite.
Minhas pernas tremiam, e quando percebi tudo tinha acabado. Os dois tinham sumido. Me desvencilhei de duas ou três mãos até conseguir fechar meu jeans e sair dalí.
Na segunda feira seguinte, peguei o jeans para esvaziar os bolsos e colocar na maquina de lavar. Foi quando encontrei um cartão no bolso, escrito a caneta: Georgio e Gabi e um número de telefone anotado.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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