Num domingo á tarde, eu estava em casa fazendo um trabalho para a faculdade, quando meu celular tocou. Era Raíssa, uma amiga minha. Nós conhecemos na faculdade, há mais ou menos seis meses. No telefone ela parecia desesperada, estava chorando bastante. Então me pediu para recebê-la em casa, pois precisava conversar com alguém. Terminei o trabalho o trabalho, depois resolvi entrar no banho. Estava quase terminando quando a campainha tocou. Me enxuguei rapidamente, vesti um roupão e fui atender á porta.
Raíssa, estava com os olhos vermelhos, parecia mais calma e triste também. Pedi que ela entrasse. Nos sentamos no sofá e ela começou a me falar o porquê de tanta tristeza.
- Não acredito que ele fez isso com você. – falei incrédula.
- Ele á via todos os dias, depois que me deixava em casa. Não acredito que ele me traiu todo esse tempo, Lisbeth. – falou ela, encostando a cabeça no meu ombro chorando e soluçando.
Raíssa namorava há três anos. Acabara de descobrir que o namorado á traía há dois anos com uma mulher casada, que era mãe de um filho.
Ela estava arrasada, precisava desabafar. Falou por quase uma hora. Senti pena dela, sabendo que não gostaria de estar em seu lugar. Já era bem tarde, quando ela finalmente aparentou estar mais calma. Ofereci-lhe algo para comer. Então acabamos lanchando juntas enquanto assistíamos, á uma comédia romântica. Então ela comentou:
- Os finais felizes só acontecem nos filmes...
- Não se preocupe Raíssa você vai encontrar outra pessoa.
- Acho que não consigo confiar em homem nenhum mais. De agora em diante, vou me resguardar.
- O que? Não consigo ficar nem uma semana sem transar.
- Tudo bem. Então vou virar lésbica.
Senti uma grande satisfação ao ouvir aquilo. Raíssa era simplesmente uma delícia. Se ela virasse lésbica eu me candidataria á ser sua parceira imediatamente. Ela tinha os cabelos na altura dos ombros. Eram lisos, com mechas claras. Sua boca era muito carnuda e sexy. Os seios eram médios, o abdômen bem definido como o meu. Raíssa tinha a cintura fina e o quadril largo. Sua bunda era tentadora. E suas pernas bem torneadas. Ainda mais naquele dia em que ela usava apenas um vestido leve, de verão. Com alcinhas finas, que evidenciavam que ela não usava sutiã.
- Está meio tarde. Acho que vou embora. Você precisa descansar.
- Já passa da meia noite. Como vai embora?
- Posso chamar um táxi.
- Você pode dormir aqui se quiser. Amanhã te levo para a casa.
- Não vou incomodar?
- De maneira nenhuma. – disse, tranquilizando-a – quer terminar de ver o filme?
- Quero sim.
Nós sentamos novamente. O celular de Raíssa tocou, ela se esticou sobre a mesa de centro para pegá-lo e eu pude ver sua bunda linda. Ela usava uma calcinha de renda, branca. Um tesão. Fiquei molhada na hora. Era uma mensagem do namorado de Raíssa. Ela se sentou no tapete, para respondê-lo. Quando terminou, me sentei ao seu lado, no chão. Raíssa me disse que o tinha dispensado.
- Você fez muito bem. Esse idiota não merece uma garota linda como você. – eu lhe garanti.
- Nossa Lisbeth. Você me cantou como um homem. – falou ela, rindo.
- Se eu fosse um homem, eu devoraria você, todinha. Agora mesmo.
- Você está levando á sério esse papo de virar lésbica?
- O que você acha?
- Não sei. Acho que sentiria falta de um pau!
- Isso é fácil de resolver.
Eu me levantei rapidamente fui até o meu quarto. Voltei um minuto depois com um consolo de borracha, lilás. Me sentei ao seu lado novamente. Raíssa arregalou os olhos, sorrindo.
- O que é isso Lisbeth? Que safada.
- Um dos meus brinquedinhos.
Eu a beijei. Dei-lhe beijos molhados, deixando minha língua se enroscar com a dela. Ficamos assim por um longo tempo. Até que Raíssa me surpreendeu, tocando nos meus seios. Ela afastou meu roupão, e eles saíram par fora. Conduzi sua cabeça até eles e pedi que mamasse em mim, e ela fez como uma criança faminta. Eu me arrepiei toda, sentindo meu grelo pulsar. Não aguentava mais. Então tirei seu vestido.
Raíssa ficou nua para mim. Lambi sua nuca, costas, e a bundinha. Depois, virei-a e mordisquei seus seios e a sua barriga. Ela se contorcia. Então, abri suas pernas, babei na entradinha de sua buceta, e então enfiei o consolo lentamente na sua xaninha, enquanto lambia seu grelo, rapidamente. Ela me pedia para fodê-la, e eu a fodia, bem gostoso. Seus gemidos de prazer eram música para os meus ouvidos, e conforme eles aumentavam, eu acelerava o ritmo do vai e vem do consolo na sua bucetinha. Quando Raíssa me dizia que ia gozar, eu parava , e ela se contorcia arrepiada.
Voltamos a nos beijar e eu voltei a meter nela, desta vez com mais calma, sugando seu grelinho com a boca. Ela avisou, que seu gozo estava vindo.
- Me diga que não precisa de macho para gozar. – eu ordenei.
- Não preciso de nenhum macho, você é muito gostosa. Me fode, Lisbeth!
Ela gozou gostoso na minha boca e no meu consolo, que eu lambi todinho, para sentir o sabor de sua buceta. Raíssa continuou deitada no tapete, enquanto, eu me sentei no sofá. Tirei o roupão, abri as pernas, e dedilhei meu grelinho, iniciando uma siririca. Não demorou muito, para eu gozar com o consolo na minha buceta, vendo-a ainda extasiada.
Adormecemos, ali mesmo , no tapete da sala. De manhã , mostrei-lhe meus outros brinquedos, e passamos o dia todo juntas. Mas isto eu conto da próxima vez.
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