Marcos levantou veio em minha direção e simplesmente me beijou, fiquei sem saber o quê fazer, sinto a língua dentro da minha boca, passei a morder e corresponder na mesma intensidade o beijo.
Entre beijos fomos nos despindo, pelados as pirocas duras se esfregando, de forma natural fomos assumindo nossas posições, nitidamente Marcos tinha o controle, meu pescoço ganhava mordidas que me faziam gemer, perdi completamente o controle quando Marcos sugava e mordiam meus peitos, em determinado momento segurei a cabeça de Marcos de encontro ao meu peito e entre gemidos pedi para que Marcos mordesse mais forte, pedido aceito as mordidas eram alternadas nos bicos de meus peitos. Senti minha pica ser segura, uma punhetinha ia sendo batida, numa conexão direta a boca de marcos saiu de meu peito e abocanhou minha pica, com uma habilidade enorme Marcos me mamava com maestria, um controle total evita que eu goze. Eu estava vivendo momentos mágicos, entregue eu gemia manhosamente .
Marcos largou minha piroca e me posicionou na poltrona de forma que minha bunda ficou a mercê de Marcos, senti a língua percorrer meu rego sutilmente, minha reação foi morder o encosto da poltrona, algumas lambidas e minha bunda foi arreganhada e meu cu passou a ser lambido eu rebolando e forçando a bunda de encontro.
Marcos se posicionou por baixo e mamou minha pica na boca em minutos eu estava gozando na boca de Marcos que não deixou escorrer nada , descobri a seguir que uma boa parte fora engolida e a outra foi despejado direto no meu cu, no mesmo tempo a cabeça encostou em meu cu e minha porra foi sendo utilizada como lubrificante, uma pressão e a cabeça entrou, uma pequena pausa, eu tomei a iniciativa e forcei a bunda para trás, Marcos assumiu o comando e passou a me fuder com maestria, o prazer de ser enrabado novamente me anestesiava várias estocadas depois Marcos gozou, eu sentindo os jatos de dentro da minha bunda esperma.
Marcos beijava minhas costas e me elogiava, eu parecendo uma donzela, ficava todo bobinho. Voltamos a beber, mas antes brindamos e nós beijamos.
Volto para dar continuidade.