-Mateuzin piqueno safado, tu babo toda a cama, mais que justo tu limpar tudo.
-Ta e cadê o pano.
Ele se aproxima pega no meu pescoço de maneira bruta e esfregar minha cara na baba.
-Porra usa tua língua para o tio não te bater.
Eu começo a lamber e a sugar, toda a baba olhando para cima com um olhar de piedade, com a boca toda babada, ele bate em meu rosto de leve e fala que não estar limpo totalmente.
-vai ter qui apanhar du tio.
Ele senta na cama me coloca em eu colo, puxa meu braço direito para tras imobilizando parte de meus movimentos, com a bunda impinada, iniciando tapões que a cada gemido soltado por mim, eram gradativamente aumentado a força.
-Tomi pra aprender a obedecer ao tio. Porra tem qui apanhar do tio pra obedecer. Terminada a sessão ele diz. Teteu a genti vai pra praia boti sua sunga, qui eu ti boto outra coisa. falava mordendo seu labio inferior.
Era umas 2h, da tarde. Quando chegamos a praia, novamente ninguém as água pois como já disse antes Gilson tinha essa casa no interior do interior e as poucas casas da região eram apenas para uma ocasião especial, o que não era o caso, o mar não estava cheio e a região que estávamos tinha uma grande barreira de coral já morto emerso na superfície, eu subo em sua corcunda e ele atravessa o muro, depois ainda tinha areia, mais o caminho eu seguia andando, as águas se aproximavam, batendo no meu umbigo, eu sabia nadar mas a imensidão do mar me intimidava, por mim a água não passaria dali. Entretanto Gilson não estava satisfeito, enquanto a água batia em meu umbigo, a correnteza custava para cobri suas coxas, ele não queria para, e me pegou de jeito num Abraço forte. Tava com medo, emplorava para voltar mas recibia dele apenas:
-Emplori mermo. Falava sorrindo num tom debochado. Oxi tu num era o novinho topa tudo. Tem di obedecer.
A água o cobria até o peito quando ele parou, só aí ele me solta quando percebo nas tentativas de achar o solo submergido, não encontrado, é que encaro a profundidade. Entrelaço minhas pernas em sua cintura, e afirmo
-Gilson tá fundo é perigoso.
-Calma piqueno, qui di pirigoso só tem eu. Falava passando sua mão grande em minha bunda.
-Podemos ser mordidos por um tubarão cara, e a culpa é tua. dizia rindo
-Olha teteu o único a ser atacado ver tu, o tubarão aqui tá querendo cumer. Logo em seguida mordendo e chupando meu pescoço. Ao meu lado via sua sunga boiando, os toques dele me envolvia seu pau já estava duro boiando na brecha de minha bunda fazendo um vai e vem, provava que a nudez dele era real, a sim tbm tirano minha sunga. Gilson é inclinado a suas "nojeiras", seu sexo era diferente do que eu já tinha feito, com uma variável muito instável, as vezes altos de pegada envolvente, que era doce e acolhedor, e as vezes alto louco com brutalidade, e um sexo sujo com muita dominação, ele adora beber ou mastigar coisas e depois cuspir em minha boca, ele sugar a água salgada da praia fazendo um gargarejo sorrindo e depois não pedindo mas sim mandando eu beber. Recebendo depois tapas na cara e xingamento como safado, enquanto realizo a difícil missão de beber a água salgada.
Entre suas loucuras, seus beijo, chupoes e pegada, Gilson já apontava seu pau para meu cu, até que entra cabeça com tudo, apesar de não ser mais virgem o pau dele é grosso o que dificulta no inicio, eu gemia forte, ele tampa minha boca, e empurra todo o caralho pra dentro, eu urro alto, e ele sorria safado por eu ter ajuntado tudo. Ele depois quebra minha expectativa de um sexo dominador, e prática um sento envolvente, com muito pegada, encaradas e beijos, seguindo o ritmo da correnteza.
Em fim ele gozá e passamos mais um tempo nus beijando, até que olho para a beira da praia e vejo irmão, apertando o pau sobre a bermuda. Meu chefe também percebe e fala.
-Teu irmao tbm curti a putaria né, tá na hora de dar para ele.
E ISSO GENTE DESCULPA OS ERROS É QUE TÔ SEM TEMPO QUAL QUER CRITICA VEM PARA SOMAR.