- Vira pra lá Flávia; não olha!.... O que houve?
Continuei olhando-o chegando pra perto do tanque, abrindo a torneira e pegando água com a mão levando seu pinto antes de suspender sua bermuda escondendo aquela coisa enorme... Descobri que meu pai era bem-dotado. Expliquei que o prefeito estava esperando-o lá em casa, e ao tomarmos o rumo de volta ele colocando seu braço sobre meus ombros.
- Você vai guardar segredo do que viu; não vai?
A imagem daquele pirocão não saia da minha mente. E na minha inocência, não respondi e acabei soltando:
- Mas ela é muito velha pra você pai!...
- É filha, mas só estávamos fazendo sexo; nada mais do que isso!...
- Mas e a mãe?
Ele parou, e praticamente ficando de joelhos na minha frente foi me explicando que ele e minha mãe já não namoravam tanto como quando eles eram mais novos. E que eu quando crescesse ia entender direito; mas que ele ainda amava muito minha mãe e não gostaria que ela viesse a saber do que eu tinha visto. Prometi que não ia contar nada. Veio o ano seguinte, e me irmão foi morar numa quitinete na cidade a mais de 200 km da nossa pra poder fazer um curso pré-vestibular, e minha mãe praticamente foi morar com ele pra não o deixar sozinho. Fiquei com meu pai e uma empregada que fazia todo o serviço da casa. Numa sexta-feira que não tive aula, resolvi ir até as estufas e fiquei por mais de uma hora vendo-o mexer com plantas. Fomos pro escritório e ele pediu pra esperar que ia tomar um banho rápido só pra tirar a poeira do corpo antes de voltarmos pra casa. Ele entrou no pequeno banheiro que tinha no escritório, e quando ouvi o barulho do chuveiro ligado me aproximei notado que a porta não estava trancada (não tinha tranca). Não pensei duas vezes pra empurrar a porta vendo meu pai peladão embaixo do chuveiro.
- Que isso Flávia? Espere lá fora!
- Kkkkkkk, tá com vergonha da sua filhinha?
Ele abriu um sorriso sem se preocupar do que eu estava vendo... Seu pinto começava a crescer.
- Vou é te dar uns tapas sua safadinha!
- Pode me bater; nem ligo!...
Ele fechou o chuveiro saindo do box, pegando uma toalha começando a se enxugar.
- Vou deixar sua bundinha vermelha de tanto bater.
- kkkkkk; duvido!...
Ele saiu do banheiro me puxando pela mão, pegando a cadeira da mesa sentou-se me fazendo ficar deitada de bruços sobre suas pernas com seu pau duro encostando na lateral da minha barriga. Rindo de dar gargalhadas, sentindo puxando minha calcinha fiquei em silencio aguardando o que ele ia fazer e logo senti alisando minhas nádegas antes de dar um tapinha em cada lado. Voltei a rir.
- Kkkkkk, não doeu nada!...
Ele voltou a alisar.
- Que bundinha fofinha!...
Quando senti sua mão descendo e seus dedos na minha pepeca.
- Uuuuiiiii! Kkkkkkk, vai dar tapinha nela também?
- Quer sentar de frente no colo do papai?
Desci de sobre suas pernas e ele mesmo terminou de tirar minha calcinha. Sentei e ele foi tirando também minha blusa me deixando completamente peladinha. Voltou a passar o dedo na minha pepeca e a chupar meus peitinhos. Com seu pinto encostando na minha coxa e sentindo-o até latejando coloquei a mão começando a alisar como fazia com meu irmão... A piroca do meu pai tinha uma ponta bem mais grossa do que corpo. Ele não enfiou o dedo em mim, mas passou tanto o dedo que acabei gozando.
- Aaaaah! Aaaahhh!
- Gozou filha?
- Kkkkkk, gozei sim pai!...
Me levou de volta ao banheiro e mandou ficar movimentando minha mão na sua pica até ele uivar e começar a gozar dentro do pequeno box... minha vontade era chupar aquela linda piroca. Fomos pra casa, e assim que a empregada foi embora ele veio até meu quarto onde eu estava descansando após o almoço. Sem falar uma palavra ele foi tirando meu short, a calcinha e me fazendo sentar tirou minha blusa. Me fez deitar novamente pra começar a chupar meus peitinhos e passar a mão na minha xoxota que logo foi ficando úmida.
- Fica pelado também, fica!...
Ele rapidamente ficou nu deitando ao meu lado e novamente encostando no meu corpo aquele imenso pau duro. Voltei a segurar sentindo toda a rigidez daquele cacete, quando ele me fez largar pra ir descendo até chegar com a boca na minha bucetinha e começar a lamber. Meu irmão nunca tinha feito aquilo comigo, fui sentindo um prazer tão grande tomando conta do meu corpo que rapidamente fui tendo um escandaloso orgasmo.
- Aaaaaahhhh! Aaaaahhhhhh! Maaaaiiiisss! Maaaaiiiiisss! Voooouuuu gooooozaaarrrr!!!!
Quando ele saiu do meio das minhas pernas ficando deitado de barriga pra cima, foi minha vez de segurar seu pau e começar a tentar chupar. Só que não cabia na minha boca; conseguia chupar somente a cabeça e lamber como se chupa um sorvete. Ele segurando minha cabeça.
- Ooooohhhh filha! Oooohhhhh!
Não demorou pra sentir um jato de porra encher toda minha boca, que tive que largar vendo-o terminar de gozar lambuzando todo seu pau e pentelhos. Ele foi até o banheiro, voltando ainda pelado e deitando foi segurando meu rosto pra beijar minha boca.
- Paaiiii??????
Me dando mais beijos na boca.
- Agora você vai ser a minha namoradinha, tá bom?
- É?...
- Mas tem que ser sempre tudo em segredo; ok?
- Tá pai, eu sei como tem que ser!...
No final de semana quando minha mãe e meu irmão vieram na chácara, na primeira oportunidade fui com meu irmão pro meio do mato onde ele comeu bem gostoso minha bundinnha. No domingo a tarde eles foram embora, e não demorou pro pai aparecer no meu quarto me fazendo ficar peladinha com ele na cama. Novamente ele me beijou muito na boca, chupou meus peitinhos e novamente também lambel minha xoxota me fazendo urrar de prazer. Estava de bruços quando ele passou a apalpar e beijar minha bundinha, abrindo meu rego pra olhar meu cuzinho. Acho que ele desconfiando de alguma coisa, mandou ficar esperando-o naquela mesma posição, saindo do quarto e voltando em menos de 2 minutos com uma bisnaga na mão. Passou um tipo de pomada em torno do meu cuzinho, e depois de passar na ponta do seu pinto me mandou ficar de quatro. Fiquei e logo senti ele encostando e forçando seu pau duro fazendo meu cuzinho ir se abrindo.
- Aaaaiiiii! Aaaaaiiiiii!...
Mesmo sentindo um incomodo, senti seu pauzão ir entrando até o talo. Quando seu saco encostou na minha bundinha ele passou a puxar pra trás e socar até o fundo num vai-e-vem fazendo todo meu corpo tremer sobre a cama. De repente ele parou com todo seu pau dentro de mim, e reclinando levou a mão na minha bucetinha passando o dedo e voltando a mexer seu pau num lento vai-e-vem.
- Goza filha, goza junto com o papai, goza!...
- Aaaaahhhh! Aaaaahhhhh! Tá quase pai! Quaaaaassse!...
Justamente quando senti ele gozando dentro do meu cuzinho fui tendo um delicioso e maravilhoso orgasmo. Foi minha vez de correr pro banheiro e voltar peladinha me aconchegando em seus braços. Depois de alguns minutos de silêncio, com ele fazendo carinho nas minhas costas comigo debruçada sobre seu peito.
- Você é virgem filha?
- Ahmmm? Claro que sou pai!...
- Mas você já tinha dado a bundinha antes, né?
Passei a tremer igual vara verde, mas ele continuando me abraçando pra não me deixar fugir.
- Não se preocupe filha, não precisa nem me dizer com quem foi, tá bom?
Continuei calada e ele novamente me perguntou se eu era virgem na frente.
- Não pai, não sou mais não!...
Ele segurou meu rosto me dando mais um beijo na boca.
- Papai também vai querer sua bucetinha; você deixa?
Eu olhando e vendo que seu pau começava a ficar duro novamente.
- Deixo sim pai!...
Novamente ele preferiu me pegar de quatro, e após pincelar seu pau duro entre meus lábios vaginais foi me penetrando lentamente. Novamente mesmo não sendo virgem fui sentindo a pressão do seu pau abrindo minha bucetinha.
- Aaaaiiii! Aaaaiiii! Enfia tudo pai! Tuuuudo! Aaaaaahhhh! Aaaaahhhh!...
Tive mais dois orgasmos antes dele tirar da minha buceta e voltar a socar na minha bunda, dando mais algumas socadas antes de gozar enchendo meu rabo de porra. Praticamente passei quase um ano sendo a mulherzinha do meu pai na cama. Quando meu irmão entrou na faculdade, ele já acostumado passou a morar sozinho. Eu e meu pai continuamos a transar por bastante tempo; quando não era dentro de casa quando minha mãe não estava era dentro do seu escritório ao lado das estufas. E quando dava também transava pro meu irmão mesmo que fosse dentro do mato.