Gostaria de descrever aqui as relações com as minhas e meus colegas na Universidade. Mantive sempre uma relação amigável com todos e fiz parte de vários grupos de trabalho. Sempre ajudei quem precisava de ajuda quer a estudar quer em assuntos particulares. Isto sempre nos horários da Universidade. Invocando que além de estudar tinha um emprego não dispunha de tempo para jantares, convívios, passeios ou festas. Abordada por vários colegas que demonstravam interesse numa relação mais profunda nunca me mostrei disponível. Eu tinha todos os homens que me procuravam no bar, mas, sentimentalmente, para mim só existia um. Michel.
No bar tive uma situação insólita. Uma noite depois do meu strip fui convidada para uma mesa onde estavam 5 coroas todos amigos e já bem bebidos. Penso que a idade deles andaria entre os setenta e cinco e os oitenta anos. Muito simpáticos, educados e com graça. Perguntaram se estaria disposta a ir com todos para um reservado e fazer um strip privado para eles. A ideia excitou-me e aceitei. Achei tanta graça que fiz para cada um um preço especial para terceira idade. No fim fui larga e generosamente compensada.
Já no reservado e quando ia começar o meu strip privado pediram-me para ir buscar uma garrafa de champagne. Servi-os e aí começaram a mexer e a apalpar. Comecei o strip, que foi muito interactivo pois que me ia aproximando deles um a um e brincando com eles. Terminado o strip, comecei a chupá-los um a um e eles iam mexendo, apalpando e metendo dedos em todos os buraquinhos. Toda nua, perguntaram se me importava de ir buscar outra garrafa de champagne, respondi pas de problème (sem problema). Quando voltei já estavam eles também todos nus. Enquanto tentava endireitar aqueles paus ( com alguns era uma missão impossível) eles também me chupavam. Um deles, de pau feito, consegui pôr-lhe uma camisinha fodeu-me e veio-se rapidamente. Foi o único. Os outros vieram-se na minha boca com bastante empenho e esforço da minha parte. Percebi que aquele grupo de amigos se juntavam uma vez por mês para jantarem e prometeram voltar menos bebidos. Cumpriram e a segunda vez correu melhor. Três ficaram de pau feito e conseguiram foder-me. Os outros mais uma vez ficaram-se por sexo oral e quase não endireitavam o pau. Lembro-me que nessas noites, quando cheguei a casa o Michel achou muita graça e disse que ia caprichar para me compensar. Foi muito bom e os coroas não me saíam da cabeça.
Esta cena com os corôas repetiu-se ao longo de meses, mas com uma variante proposta por mim. Propus que em vez de estarem só comigo, convidassem mais uma ou duas meninas. Aceitaram e gostaram da ideia. Foi mais divertido.
Sobre a minha relação com essas meninas falarei brevemente.