Fui GP (prostituta) durante 5 anos! 2º Ano IV

Por: joao-326 • 13/07/2026 • 113764 leituras
Capa do conto

Como atrás referi, fiz um bom investimento ao não aceitar pagamento para jantar com o casal de americanos. Ficaram seis dias em Paris, todos as tardes quiseram a minha companhia e fui paga principescamente. De tal forma que para lhes agradecer sugeri ao Michel que os convidássemos para um jantar e que convidássemos também a Anne e o seu marido Richard. O Michel concordou e todos aceitaram o convite. Marcámos o jantar num dos mais emblemáticos restaurante da cozinha francesa (Maxim`s). Foi um jantar muito simpático, ligámos todos muito bem, de seguida fizemos uma passagem por uma discoteca e fomos para nossa casa, onde nos envolvemos todos uns com os outros, muito champagne e a festa durou quase até de manhã.
Nessa noite fomos convidados pelo simpático casal para nas férias de verão os visitarmos na Califórnia, convite esse que aceitámos. A seu tempo, na linha do tempo, contarei essas também inesquecíveis férias.
Por tudo o que aqui conto serão levados a pensar que todos os meus encontros aconteceram sempre com pessoas boas e agradáveis. Não é verdade. Tive algumas situações menos simpáticas mas sempre consegui controlar as situações. Nada de especial mas algumas merecem uma referência.
Um cliente, quando entrei no quarto, abriu uma maleta cheia de material de sadomasoquismo. Mais pareciam instrumentos de tortura. Lembro-me que havia aparelhos eléctricos que serviam para provocar choques eléctricos. Apesar de alguma curiosidade e apetência por tudo o que fosse novidade fui avisando que não era adepta de sadomasoquismo, lidava mal com a dor e não gostava de provocar dor aos outros. Contudo mostrei-me disponível para umas brincadeiras de sadomasoquismo light. Fora de questão, choques eléctricos, palmadas violentas e uso de chicotes. Aceitei estar de olhos vendados mas nunca amarrada ou algemada. Tudo correu bem, praticou sexo anal a frio e com bastante brutalidade. Quis que lhe mordesse violentamente o pau e as bolas. Recusei. Achei algumas sensações agradáveis e divertidas. Recusei pisá-lo com os meus saltos agulha. Tudo se estragou, quando ele, fumador, me disse que pagaria €1000 se eu o deixasse apagar um cigarro nos bicos das minhas mamas. Disse-lhe que terminávamos ali. Não gostou e tentou insistir. Fui-me vestindo e disse-me que não me deixava ir embora. Ameaçou-me. Não gostei e disse que ia telefonar para a recepção. Não me deixou telefonar. Fui à casa de banho e fechei a porta à chave. Começou a bater violentamente na porta ameaçando que se eu não abrisse partia a porta e começou a dar fortes pontapés na mesma. Através do meu telemóvel telefonei para a recepção e pedi ajuda urgente. Disseram-me que iam mandar os seguranças. Demoraram longos minutos a chegar. Veio também o director do hotel. O cliente foi convidado a deixar o hotel de imediato e responsabilizado pelos estragos que fez na porta ao tentar força-la. Para mim tudo acabou em bem. Soube posteriormente que o cliente já estava referenciado por situações semelhantes. Tratava-se de um francês residente numa cidade do norte de França. Foi talvez a mais desagradável das experiência que vivi.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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