Fui violentada e gostei

Por: leticia-vieira-645 24/07/2026 2 leituras
Capa do conto

Tudo aconteceu a dois anos atrás em 2020 na mesma época perto do ano novo mas nunca falei pra ninguém.

Meu nome e Joyce ( nome real) hoje estou com 18 anos na época eu tinha 16.
Sou ruiva magra mais ou menos 164 de altura.
Eu tinha ido a uma praça com uns amigos perto de onde eu moro.
Eu estava conversando com um boysinho com quem saia por mensagem.
A conversa começou a ficar quente e me afastei do pessoal.
Fui pro ponto de ônibus que fica na beira da Estr rio São paulo.
Já era de noite e lá não tem muita iluminação e eu estava tão entretida na conversa que nem liguei pro carro parando.
O cara saiu do carro deu a volta e abriu a porta de trás.
Eu estava distraída e não percebi ele vindo por trás de mim.
Senti algo duro e um pouco gelado nas minhas costas e ele disse.
- não grita nem tenta correr.
Pensei que era um assalto e fui entregando meu celular.
Ele começou a me empurrar na direção do carro e disse.
- não quero isso. Só me obedece.
- desliga o aparelho e coloca no banco do carona n frente e deita de brusos com as mãos para trá.
Fiz oq ele falou já estava ofegante começando a chorar.
Desliguei o celular e deitei no banco como ele disse falando com voz de choro.
- pra onde vc vai me levar não fiz nada.
Ele amarrou minhas mãos e colocou a sua entre minhas pernas alisando minha bucetinha.
- calma amor agente só vai dar um passeio.
Em seguida colocou um pano na minha boca e amarrou com um lenço.
Fechou a porta e saímos dali.
Ele me levou até um terreno murado mas sem portão com os matos bem alto.
Eu anda estava apreensiva e ofegante no banco.
Eu já sabia que seria estuprada ali mas minha preocupação era oq aconteceria depois.
Ele me tirou do carro me fazendo ficar de joelhos na sua frente e começou a tirar a mordaça.
- lembra do que eu falei não grita só me obedece que tudo vai ficar bem.
Fiquei ali olhando pra ele que abre a calça e tira seu pau pra fora.
Ele estava meia bomba ainda ele segurou minha nuca com uma mão e a outra direciona seu pau pra minha boca.
- abre a boquinha bebê tá na hora de mamar. Toma todo seu leitinho.
Eu obedeci e comecei a mama.
Senti sua rola ficando cada vez mais dura dentro da minha boca sua mão na minha nuca ia controlando a velocidade da mamada.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca colocando tudo dentro dela sem de importar de estava me engasgando eu sentia sua rolo quase no meio da garganta.
Ele segurou ela toda dentro da minha boca e começou a pulsar e gozar.
Eu mal conseguia respirar e não tive outra opção de não deixar seu gozo descer guela a baixo.
Depois ele me pegou pelos cabelos me levantou e começou a me beijar.
Eu já estava totalmente entregue e nossas línguas se entrelacaram.
Ele baixou minha blusinha só prós meus peitinhos ficarem de fora e começou a acariciar, apertar e chupalos me fazendo dar gemidinhos.
- tá gostando né putinha. vou fazer vc gozar gostoso.
Sua mão desceu e começou a acariciar minha bucetinha enquanto ele continuava mamando meus peitinhos.
Eu gemia baixinho e rebolava na sua mão que fedilhava minha xaninha.
Ele me deitou no capô e rasgou minha calcinha.
Levantou minhas pernas e começou a chupar minha bucetinha não aguentei e gozei na sua boca.
Ele chupou todo meu meuzinho e começou a esfregar seu pau na minha fendinha.
Socou tudo dentro dela e bombou com força apertando meu peitinho com uma mão e praticamente me estrangulando com a outra.
Mesmo a sim gozei novamente no seu pau.
Ele me joga no chão me fazendo ficar de quatro e sua língua começou a passar no meu buraquinho enquanto dois dedos entravam e saíam da minha xaninha eu tava morrendo de tesão e comecei a rebolar na sua cara.
Ele começou a colocar um dedinho no meu buraquinho e eu comecei a emplorar.
- por favor si não. Eu nunca fiz isso pode fazer oq quiser menos isso por favor.
Ele ignorou e continuou.
Ardeu um pouquinho quando deu dedo começou a entrar mas logo fui me acostumando e ele colocou o segundo.
Não demorou e ele começou a aceitar seu pau.
Quando entrou doeu muito eu queria gritar mas parecia que a voz não saia da minha boca.
Ele enterrou até o talo e ficou alguns segundos parado mas dedilhado minha bucetinha.
Ele começou a tirar lentamente e voutou a colocar em seguida ficando um tempo com tudo lá dentro fez isso várias vezes e começou um vai e vem lentamente sem parar de mexer no meu grelinho.
Comecei a da uns gemidinhos pós começava a ficar gostoso.
Ele segurou em minha cintura e alimentou as estocadas.
Se deblusou sobre mim e apertou meus peitinhos e beijou minha nuca sem parar de socar.
Então segurou meus cabelos e puxava como uma rédia e socava com força.
Então gozou tudo lá dentro.
Quando senti sua porra enchendo meu cuzinho comecei a gosar.
Ele me deixou caída no chão com o cu cheio de porra completamente acabada e ficou me olhando ofegante.
Ele me puxa novamente pelos cabelos e fala ao meu ouvido.
- vc gostou né putinha. Eu sabia que era uma vadiazinha quando te vi.
-Adorei arrombar seu cuzinho foi uma delícia.
-vou te soltar mas ninguém pode saber disso ouviu.
Ele soltou meus braços que já formigavam eu abaixei minha sai e ajeitei minha blusa.
Ele me levou perto de onde me pegou abriu a porta e me empurrou pra fora e foi embora.
A única coisa que me levou foi minhas pregas mas me deixou cheia de leite no cu que escorria pelas minhas pernas conforme eu andava.
Cheguei em casa fui direto tomar banho quando liguei o celular tinha um monte de mensagens perguntando onde eu estava de tinha acontecido algo.
Eu respondi dizendo que estava bem em casa e meu telefone tinha descarregado.

Gostei muito de ser estuprada nunca tinha gozado daquele jeito por isso não disse nada a ninguém.
Guardei a calcinha rasgada de recordação e as vezes fico de bobeira no mesmo ponto esperando ser violentada novamente.
Infelizmente não aconteceu dinovo.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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