GANHEI UM IRMÃO E ACABEI VIRANDO SUA MULHERZINHA...

Por: bruno-206 • 11/07/2026 • 131086 leituras
Capa do conto
Hoje sou um travesti (20 anos) e vivo com Júlio, que me trata como sua mulher. Mas tudo começou quando minha mãe resolveu se casar novamente. Passamos um pouco de dificuldade financeira, e quando minha mãe se preparava para o casamento é que fui descobrir que ia ganhar um irmão. Júlio apesar de ser mais velho do que eu sete anos, foi muito simpático comigo e prometeu ajudar seu pai e minha mãe a cuidarem de mim. Minha mãe casou com o Sr. Alfredo; um português de 65 anos, e fomos morar na sua casa. Como a casa tinha somente dois quartos, tive que passar a ficar no mesmo quarto do Júlio que continuava a ser muito simpático comigo. Júlio estava com 23 anos e estava no último ano de faculdade de Administração. Ele chegava da faculdade e normalmente eu já estava dormindo. Mas de vez em quando eu ainda acordado ficava olhando ele voltar do banho e tirar a toalha ficando totalmente nu na minha frente. Júlio parecia gostar de saber que eu estava olhando e acabava ficando de pau duro. Um dia, ele de pau duro se aproximou da minha cama, eu sentado chegou com seu pau bem próximo.
- O que você acha do meu cacete?
- Como assim?
- Você acha ele bonito?
- Sim... Sim... Ele é bonito!
- Você tem vontade de colocar a mão nele?
- Que isso Júlio... Claro que não!
- Ué, se quiser, não vejo problema nenhum.
Um dia, ele pelado me perguntou se poderia me dar um abraço. Deixei e ele pelado e de pau duro me deu um gostoso abraço e um beijo no rosto. Júlio passou muitas vezes; quando eu estava acordado, sentar pelado na minha cama e ficar conversando como tinha sido meu dia, principalmente no colégio. Passei a gostar de vê-lo pelado e de pau duro que procurava ficar acordado até ele chegar da faculdade. Júlio é claro foi percebendo meu interesse em vê-lo pelado, e um dia ao invés de sentar na cama foi deitando do meu lado. Ele me puxou pra que eu colocasse minha cabeça sobre seu peito e enfiando sua mão por baixo da minha camisa do pijama ficou passando a mão sobre minhas costas. Sem conseguir me controlar, fui levando a mão lentamente até envolvê-la no seu pinto duro que apontava pro teto e ele acabou descendo mais a mão entrando por dentro do meu short acariciando minha bunda. Eu adorando sentir seu pau pulsando na minha mão comecei a movimentá-la pra cima e pra baixo tocando uma lenta punheta... Eu já tinha o costume de tocar punheta em mim. Júlio puxou meu rosto e me deu um leve beijo na boca. Gostei, e deixando meu rosto parado ele voltou a me beijar mais forte e eu a movimentar minha mão no seu pau mais rapidamente.
- Iiiiiisso Vitor, continua... continua!!!
Ficamos por vários minutos, ele me beijando e eu punhetando seu pau até ele sair rapidamente da cama e pegar a toalha pra ficar aparando todo seu gozo. No dia seguinte, Júlio até chegou mais cedo da faculdade e enquanto ele foi tomar banho, fui pro quarto pra ficar esperando-o. Júlio entrou no quarto, trancou a porta e pelado veio sentar na minha cama.
- Vem cá, vem Vitor, vem me dar um beijo.
Fiquei de joelhos sobre a cama e fui direto com minha boca na dele, que me abraçando foi me beijando bem gostoso. Mas ele, sem parar de me beijar, com uma das mãos foi descendo meu short e a cueca começando a passar a mão na minha bunda. Fez-me deitar de bruços e passou a beijar minhas nádegas e a passar a ponta do dedo sobre meu cuzinho... Eu que já vinha a alguns dias pensando na possibilidade de deixar meter na minha bundinha, passei a gemer baixinho.
- Huuummmmm, gostoso Júlio!...
Júlio terminou de tirar minha roupa, e deitando do meu lado e me fazendo ficar de lado começou a encostar seu pau no meu cuzinho.
- Vamos esperar todo mundo dormir Júlio... A mãe ainda pode vir aqui no quarto me dar boa noite.
Ele concordou, vestiu sua roupa e eu também me vesti. Ficamos apenas nos beijando até que ouvimos bater na porta. Júlio pulou pra sua cama e eu fui abrir a porta pra minha mãe me dar um beijo e boa noite pra mim e pro Júlio. Esperamos mais ou menos meia hora, e Júlio ficando novamente pelado veio pra minha cama me despindo completamente. Me beijou, me fez ficar de quatro, salivou sobre meu cuzinho e após molhar seu pinto com saliva veio colocando seu pau duro sobre meu ainda virgem cuzinho. Ele empurrando e não conseguindo, foi fazendo carinho na minha bunda.
- Relaxa o cuzinho Vitor...
- Tá bom Júlio... Vou tentar.
Assim que destravei o cuzinho fui sentindo seu pau entrando e alargando meu buraquinho.
- Aiiiiiiii... Aiiiiiiii... Isso dói...
Júlio ficou mais ou menos um minuto parado com seu pau já enfiado no meu cuzinho e com a dor diminuindo, dei uma rebolada.
- Vai Júlio, pode continuar!...
Ele segurando minha cintura com as duas mãos voltou a empurrar que tive que segurar pra não gritar mais alto. Júlio conseguiu enfiar tudo, e ao começar a socar tive que enfiar meu rosto no travesseiro pra abafar meus gemidos... Estava adorando sentir a piroca do Júlio fazendo movimentos de vai-e-vem dentro do meu cú... Júlio gozou muito dentro, que tive que me vestir e ir rapidamente ao banheiro me limpar e também me masturbar, já que eu tinha ficado bastante excitado. Voltei, e deitando Júlio saindo ainda pelado de debaixo do seu lençol veio deitar comigo e me beijando.
- Gostou?
- Gostei!
- Quer ser minha namoradinha?
- Quero!
Passou a ser normal, depois de trancarmos a porta, ficarmos deitados abraçadinhos em uma das camas como dois namorados e ele meter na minha bundinha e me fazer muitas vezes chupar seu pau e ele gozar tudo na minha boca. Tentava de todas as maneiras não dar na pinta, mas rapidamente fui adquirindo jeitos femininos e deixando o cabelo ficar mais comprido. Minha mãe ficando preocupada, junto com o Sr. Alfredo resolveram ter uma conversa comigo. Lógico que não contei sobre eu e Júlio, mas acabei falando que gostava de me sentir uma menina. Júlio ao saber dessa conversa, falou pra minha mãe; sem também contar sobre nosso caso, que faria de tudo pra me proteger. Um ano depois já me vestia e agia como uma menina, e mesmo assim eles me deixavam continuar dormindo no mesmo quarto do Júlio. Naturalmente, minha mãe e meu padrasto foram aceitando a possibilidade do Júlio estar me usando sexualmente... Acabamos que tivemos que falar a verdade, e mesmo na frente deles passamos a nos comportar como namorados e a trocar nossas camas para uma de casal.

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