GAUCHO PARRUDO

Por: iota-exi-1 14/07/2026 19481 leituras
Capa do conto
Essa história também aconteceu em Balneário Camboriú. Eu estava com
minha amiga Ninette me fazendo companhia no carnaval do ano passado, ou
seja 2004... Estávamos em casa e minha amiga já estava dormindo quando
percebi que estava sem cigarros. Eu costuma fumar quando estava na
praia, mas já perdi esse vício, ufa! Saí e fui num barzinho a duas
quadras de onde estávamos hospedadas. Coloquei meu vestidinho rosa
básico, um chinelinho mais básico ainda e fui.

Ao atravessar a primeira
quadra, na escuridão daquele local percebi que havia um carro parado
com as luzes internas acesas. Notei que havia um cara lá dentro. Passei
devagar, ele me viu e acenou pra mim, pedindo para que eu fosse
conversar com ele. Eu fui, ao chegar na janela de seu carro, deparei-me
com um moreno sexy que estava usando apenas um shortinho amarelo. Ele
com um cigarro na boca e perdido em meio a muitos papéis que tentava
organizar, perguntou-me o que eu estava fazendo por alí. Programa?
Falei que não, eu estava indo comprar cigarros. Gentilmente ofereceu-me
um dos seus que prontamente aceitei. Conversamos um pouquinho e
enquanto ele beijava meus seios praticamente enfiados nas suas fuças,
eu alisava o seu pau, que cresceu, cresceu e saiu pra fora do
shortinho. Nossa! O que é isso? Eu falei vendo o tamanho do seu
pau...Ele disse que podia ser todinho meu.


Fiquei com uma coceirinha no rabinho e meu pau começou a latejar. Hummm
que vontade! Disfarcei e disse que já voltava, pois o bar onde eu iria
estava já baixando a porta de ferro... Pedi pra que ele me aguardasse e
que quando eu voltasse queria vê-lo sem o shortinho e de pau bem duro!
Fui até bar, comprei uma carteira de cigarros, dois chicletes e voltei.
Voltei a mesma janela e lá estava ele, todinho nu e com aquele pau
imenso todo duro esperando por mim. \Ele alisa aquilo tudo e me olhava
com uma cara de tarado. Pediu então para que eu entrasse e chupasse
aquilo tudo! Atendendo o pedido dele, mais que depressa entrei no
carro. Sentei-me ao seu lado e comecei a pegar e a ficar impressionada
com o tamanho e a beleza da sua pica! Ele perguntou se havia um
lugarzinho onde a gente pudesse ficar mais a vontade. Pensei em levá-lo
pra casa, mas hesitei. Lá já estava minha amiga dormindo e sei lá quem
era a figura...


Sugeri que ficássemos alí mesmo, pois a rua estava deserta, escura e
passava somente um ou outro carro que nem nos via. Eu não largava seu
pau e não via a hora de ter aquilo tudo dentro de mim... Ele pediu pra
eu desse um beijinho na sua picona, mas então vi que não havia
camisinha. Ele disse que tinha e se pôs a procurar no meio daquela
bagunça que só ele entendia, já estávamos quase desistindo quando ele
encontrou e confirmou que sabia que tinha visto uma ali dentro.
Desenrolei a camisinha na sua vara e ela ficou um pouco abaixo da
metade. Então me agachei e comecei a chupá-lo. Tentava colocar na boca
o máximo que conseguia, enquanto isso ela dava bons tabefes na minha
bunda, também afastava a calcinha e enfiava o dedinho no meu rabo.
Chupava, salivava, aproveitava aquela saliva toda que eu fazia no seu
pau já ia lambuzando meu rabinho, pois a vontade de dar era grande, mas
sabia que iria sofrer. Que falta faziam minhas pomadinhas mágicas
naquela hora. O cara era de Porto Alegre e trabalhava como
representante comercial e estava apenas de passagem por alí. Maior
gato, sorriso lindo e uma carinha de safado. Eu queria sentar na sua
vara, mas estava com um pouquinho de medo! Pode crer, eu estava com
medo que a camisinha estourasse, enfim que me rasgasse também, porque
alí estava uma pica de dar medo. Naturalmente devia ter uns 23 cms de
comprimento e além de tudo muito grossa... O que fazer? Ele
posicionou-se no banco pra que eu sentasse em cima dele. Mal cabia ele
naquele espaço e eu toda sem jeito fiquei em posição de sentar-me. Ele
me prendeu nos braços e foi cutucando devagarinho com aquela vara no
meu cuzinho. Por sorte já estava lubrificadinho e o negócio começou a
entrar. Então ele me puxou com tudo e entalou-me literalmente!


Eu tentei gritar, mas minha voz não saía. Que dor!!! Ele agarrado aos
meus peitos, apenas bombava-me com brutalidade, e eu não tinha pra onde
fugir, pois estava presa no teto..Meu pau, naquela hora já havia até se
recolhido... Ele continuava metendo e dizendo que eu era um putinha que
tinha levar muito pau no cuzinho e ainda fazia eu confirmar! Eu gemendo
confirmava, mas gemia era de dor mesmo!!! Eu achei que iria perder os
sentidos, não queiram estar numa situação dessas, é desconfortável, a
dor domina tudo e você só quer é sair dalí o mais rápido possível...
Por sorte, ele não demorou muito e gozou jatos fortíssimos dentro do
meu cu... Eu estava travada, amortecida, só caí no banco ao lado e
tirei a camisinha que por sorte ainda estava inteirinha e cheia de
porra. Ele ainda deu um belo tapão no meu rabo e perguntou se eu havia
gostado! Eu toda torta e dolorida disse que estava pronta pra outra. Já
pensou se ele também estivesse? Mas tudo bem, saí do carro, dei um
beijinho nele, trocamos números de telefone e fui pra casa dormir...
Corri ao banheiro e tomei uma duchinha, ao colocar a duchinha no meu
buraquinho senti o estrago, ele estava com uma bela fissura, isso quer
dizer que eu havia sido rasgada! Tentei dormir, mas a dor foi constante
a ponto de ter que levantar e procurar uma fármacia onde comprei
xilocaína e um comprimido analgésico.
Voltei pra casa fiz mais uns banhos de assento com água bem morna e
depois passei xilocaína. Com o comprimido em seguida pude dormir, mas
fiquei usando a pomadinha durante os próximos quatro dias, pois não
dava de fazer limpeza interna e muito menos transar sem a dita
pomadinha. Que coisa hein? Isso sim é que é tomar no cu!!!


Mas, se estivéssemos numa cama, onde eu pudesse dominar a situação tudo
poderia ter sido muito mais gostoso. Daquela trepada no carro, só o
sabor da aventura mesmo! Porque de resto, como eu poderia ter prazer se
até quando falava, eu sentia a fisgadinha no cuzinho! Esse gauchão de
Porto Alegre, violentou-me, sentiu prazer e o mais importante, não
posso dar queixa do abuso, eu permiti, eu o induzi, eu fui a safada e
como diz o ditado: "quem procura acha"...
Tome cuidado ao sair louca atrás de um pauzão! Mais vale muitos
pauzinhos no cuzinho e você feliz, do que uma jebona que deixa de molho
quase uma semana! Ainda bem que não existiram maiores complicações, o
que também poderia ter acontecido. Mas, olha que sinto saudade. Saudade
daquele abuso concensual.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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