Gavy - A vaquinha vai no médico

Por: Gabriela 10/07/2026 384573 leituras
Capa do conto

Meu nome e Gabriela, mas sou conhecida como Gaby. Me considero simpática e tímida
Tenho 27 anos, sou bem baixinha de 1,45m. Sou branquinha e gordinha, com 60kg. Tenho as tetas bem grandes, caídas, pontudas e rosadas.

Hoje vou contar como fui feita de vaquinha na consulta médica.
Devido a prática constante de ordenha, as tetas as vezes fica bem marcada e e doloridas. De vez em quando faço exames de rotinas e complementares.

O médico que estava acostumada a ir estava de férias e fui em outro.
Cheguei lá e já percebi o olhar dele. Estava com uma blusa fina e sem sutiã.

Ele parece se etar com o tamanho e por serem já tão caídas, mas não fala nada.
O médico pergunta o porquê das marcas e se tenho filhos, já que estou lactando.

Me sobre uma vergonha e um tesão e vou explicando meus fetiches...
Aos poucos percebo ele ficando cada vez mais excitado e de forma bem direta começa a ordenhar forte.

Ele pede que tire o resto da roupa e sai da sala. Eu obedeço.

Depois de uns cinco minutos ele volta com uns 5 jovens (3 homens e 2 mulheres) e diz que são estudantes
de medicina que estavam visitando o hospital naquele dia e que seria uma oportunidade para eles.

Aquela situação me deixou com muita vergonha e tesão. Ele nem perguntava mais nada.
Veio diretamente, me apalpava e pedia que os alunos fizessem o mesmo.
Eles comentavam como se não estivesse por ali.
Falavam de como uma mulher nova poderia estar tão usada. Que a buceta estava super larga.
De como fariam para levantar as tetas. Em poucos minutos sentia dedos dentro da buceta e do cu.
E a ordenha não parava. Eles estavam literalmente me usando.

Ouço a porta bater. Era o faxineiro, o médico pede p ele entrar. Ninguém para, todos continuam. O médico pergunta se o faxineiro quer ver melhor.
Ele se aproxima. O faxineiro tbm começa a me ordenhar. Ele é o que melhor sabe ordenhar entre eles.
O médico já estava com o pau de fora, muito duro batendo com muita força na minha cara.
Em pouco tempo todos estavam pelados e revezavam em mim. O médico enfiava o pau na minha boca me fazendo engasgar, logo juntando outro estudante forçando dois paus em mim.

Os meninos, um revezava no rabo outro na buceta e as meninas rindo, cuspindo, dando tapas. O faxineiro parecia mais interessado em ordenhar.
E como socavam aqueles médicos.

E trocavam de posição. Perdi as contas de quantas vezes gozaram em mim.
Dava para ouvir aquela farra da recepção. Aos poucos mais gente entrava e participava.
Não sei quantos me foderam e ordenharam. No fim estava exausta, dolorida, mas maravilhada.

O médico no final, me sugeriu ficar internada, não que precisasse, mas seria uma oportunidade.
À noite ainda fui o motivo de festa do pessoal do novo plantão. E cada um tinha uma mania. Tinha um enfermeiro enorme que só gostava de comer o cu.
Ele chegava, não falava nada e enfiava aquela estaca enorme no meu rabo.
Socava violentamente, gozava e saia. Alguns iam só para ordenhar ou serem amamentados.
Outros só iam em dupla ou grupos. Na hora da visita me recompunham como podiam e era uma hora que ninguém gostava, só meu marido, rs.

Fiquei alguns dias. Era a diversão da pausa dos médicos e enfermeiros.

As vezes no meio da noite acordava sendo ordenhada ou com alguma rola
passando em mim. E não oferecia nenhuma resistência.

Saí de lá aparentemente até mais rejuvenescida. Eu nunca poderia imaginar o quão bom
poderia ter sido ficar alguns dias assim.

O médico passou a me acompanhar, já veio até aqui em casa.
Adoro quando ele vem me examinar e meu marido não está por perto.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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