E finalmente senti ele me penetrar, seu pauzão foi me abrindo e dilatando até que ele estivesse totalmente dentro de mim. Ele começou a foder, segurava minha cintura e puxava contra seu corpo, fazia seu pauzão entrar e sair do meu cuzinho violentamente, ele me xingava e me fodia como se eu fosse uma puta, a puta dele. Foi nesse momento que comecei a sentir fraqueza nas pernas e devagar fui mudando a posição, fiquei de quatro e mesmo assim George continuou me fodendo, estávamos literalmente fodendo igual dois animais, eu a fêmea branquinha com um bundão e ele um macho grande, forte e negro me usando para liberar toda sua tensão sexual, a cada estocada sentia o pau dele bater contra meu estômago, estava sendo empalada por aquele homem e estava adorando. Depois de vários minutos socando forte em mim, George estava cansando, então me arrumei e o fiz deitar, sem muita cerimônia montei nele e voltei a ter aquele pauzão me empalando, mas agora eu estava no controle, rebolando e quicando como uma vagabunda na rola dura daquele negão. Ele agarrou meus peitinhos e ficava me xingando a cada sentada, não demorou pra ver ele se segurando, sorri e aumentei o ritmo das minhas subidas e descidas e urrando como um cavalo senti George jorrar, mesmo por cima senti ele me recheando, o leite quente dele preenchendo todo o meu interior, enquanto soltava seus últimos jatos, George me beijou, ficamos assim até que o pau dele amolecesse e assim que saiu de dentro de mim o leitinho quente pingou do meu cuzinho.
Fiquei de quatro no chão forçando pra tirar a porra dele de dentro de mim, George ficou olhando e sorrindo, vendo seu leite saindo de mim e o estrago que havia feito em deixar meu cú todo arregaçado. Confesso que queria o leitinho dele dentro de mim por mais tempo, mas ele gosta de me ver jorrar sua porra pelo cuzinho e gosto de ver meu macho bem satisfeito.
Naquela noite ele me fodeu como uma cadela, me arrombou e me encheu com sua porra e foi embora, assim tive uma foda completa e muito gostosa dormiu bem satisfeita.