Apesar de toda a agitação nocturna e da hora tardia a que terminaram as actividades às 9 horas da manhã já estávamos a tomar o pequeno-almoço num refeitório numa área do iate reservada ao pessoal. Aquele barco tinha 26 tripulantes. Homens e mulheres. Quando voltámos aos camarotes para nos prepararmos para a chegada dos convidados já nos tinham feito as camas e arrumado o camarote. Recebemos uma folha com as nossas funções para esse dia. A única peça de roupa a usar durante o dia seria um mini fio dental e salto agulha bem alto. Deveríamos agir como convidadas e relacionarmo-nos e misturarmo-nos com os outros convidados. Conversar, tomar bebidas com eles e não tomar iniciativas. Caso eles tomassem a iniciativa devíamos ser permissivas. Quando a coisa depois de alguma marmelada e beijos aquecesse muito, devíamos levar os convidados para os nossos camarotes e estarmos à disposição deles pelo tempo que eles quisessem.
Os convidados eram vinte, só homens e para surpresa minha todos ocidentais. Nem um único árabe. Eram homens de negócios, gestores ao mais alto nível no universo financeiro e imobiliário. Eram sobretudo franceses, alemães, japoneses e dois americanos. À medida que iam chegando eram levados aos balneários onde tiravam as roupas e apareciam de calções de banho, uns de T-shirt outros em tronco nú. Os irmãos árabes, disseram-nos bom dia com dois beijinhos, muito simpáticos mas como se nada se tivesse passado na noite anterior. Depois de receberem todos os convidados, sempre de túnica branca, foram também trocar a vestimenta por fatos de banho. Saímos do porto e começamos a navegar. O iate era tão confortável que quase não se percebia que estávamos a navegar. No deck foi servido um café. O proprietário deua s boas vindas a bordo a todos os convidados e referindo-se a nós disse : - Todas estas convidadas estão a bordo para vos proporcionar um dia inesquecível e estão à vossa disposição. Poucos minutos depois começaram a servir bebidas e algum tempo depois já todos (excepto o proprietário e o irmão) nos apalpavam, beijavam e se envolviam connosco. Duas das minhas colegas rapidamente desapareceram com dois convidados um alemão e um americano. Cada uma levou o convidado para o seu camarote. Já só restava eu e uma amiga quando me calhou um japonês.
Ao fim do terceiro homem percebi que todos estavam relativamente apressados e que nenhum deles tinha gozado comigo até ao fim, apesar de todos eles me terem fodido, enrabado, me terem chupado e eu os ter também chupado. Percebi que todos tinham o mesmo objectivo. Cada um deles queria estar com cada uma de nós.
Com um intervalo para almoço, que foi um fantástico banquete leve e só à base de marisco acompanhado por champagne passámos o dia no nosso camarote a satisfazer todos aqueles homens. Cada uma de nós levou com 20 homens e cada um deles esteve com as oito meninas. Comigo só dois acabaram por gozar até ao fim. Foi uma situação excitante mas além do cansaço não foi uma maravilha. Quando voltámos ao porto, os convidados saíram, não pudemos descansar pois que dentro de duas horas chegariam os convidados para o jantar. Para o jantar teríamos de nos vestir a preceito. Era um jantar de cerimónia e com muito requinte! Todas as meninas estavam muito bonitas e bem vestidas e o espelho disse-me o mesmo de mim. Antes de chegarem os convidados fomos convidadas pelos dois irmãos para um aperitivo no bar. Fizeram-nos grandes elogios e disseram que os convidados tinham gostado muito da nossa companhia. Pediam para mantermos o nosso comportamento e que além do contratado seriamos generosamente compensadas. Numa conversa agradável esperamos os convidados que desta vez seriam só árabes.
Volto rápido para contar o jantar