Há Males que vem pra Bem II

Por: pedro-258 11/07/2026 136916 leituras
Capa do conto
Bem, como contei pra vocês no meu último conto "Há Males que vem Bem", por conta de uma tragédia (a morte dos meus tios em um acidente de trânsito), minha prima Raphaela veio morar com a gente e, por alguns meses, o nudismo e as brincadeiras entre minha mãe, minha irmã e eu tiveram que parar, afinal, minha prima vinha de uma criação totalmente diferente e, o principal, havia acabado de perder os pais.

Como disse no outro conto, depois de alguns meses morrendo de vontade de que as coisas voltassem ao "normal" em casa, resolvi atiçar a minha prima para ver o que ela pensava sobre nudismo e, pra minha surpresa ela não ofereceu resistência e disse que deveria ser legal, principalmente com o calor que estava fazendo; falei com minha mãe e, depois de se certificar que realmente estava tudo bem pra Rapha, ela "liberou" o nudismo outra vez.

Eu claro achei ótimo, ainda mais porque agora, além de poder ver minha mãe e minha irmã peladas, eu ainda ia poder ver a minha prima; mas ainda faltava uma coisa: a volta das nossas apimentadas brincadeirinhas.

Mesmo depois de liberar o nudismo de novo, mamãe não tocou nesse assunto nem comigo e nem com ninguém, então resolvi tomar a iniciativa.

Passei o resto da semana pensando em uma forma de "atiçar" a minha prima, mas pra minha surpresa, a iniciativa acabou partindo dela.

Era um sábado de manhã, e estávamos só nós dois em casa; de repente, ela me disse:

- Gui, se eu te fizer uma pergunta você promete que não fica bravo e nem conta pra ninguém?

- Prometo Rapha. - respondi rapidamente.

- Você me disse que antes de eu vir pra cá, você, a tia Fernanda e a Giovanna ficavam sempre pelados.

- Sim. - respondi.

- E, por vocês se verem assim, nunca rolou nada entre vocês, sei lá... - continuou minha priminha.

- Bom, pra falar a verdade, já rolou sim. Logo que a minha mãe liberou o nudismo aqui em casa, eu e a Giovanna começamos a "brincar" um com o outro, ela pegava no meu piru e eu passava a mão na rachinha dela. Um dia, a nossa mãe nos pegou no flagra, mas ao invés de brigar com a gente, resolveu me ensinar umas outras brincadeirinhas. E, pouco antes de você vir pra cá, ela começou a ensinar essas "brincadeirinhas" pra Giih também.

- Que legal, e, você acha que a tia Fernanda deixaria eu brincar com vocês também? - perguntou Rapha com um certo brilho no olhar.

- Acho que sim, mas o problema é que faz tempo que ela não fala nada sobre isso, mas se você quiser eu posso te ensinar, e, quando você estiver bem treinada, a gente fala com ela. Você topa?

- Topo - respondeu Rapha toda entusiasmada.

Assim que ela respondeu, ouvimos um barulho, era minha mãe chegando; rapidamente pedi pra Rapha me encontrar no banheiro que ficava na parte de baixo da casa (nossa casa tinha dois andares) ali pelas 02:00 da manhã pra podermos começar as brincadeiras.

Mas isso, é assunto para o próximo conto....

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