Ela falou para eu levar um caderno, um livro que eu gostava e um lápis. Na casa dela. O foda é que ela morava longe pra cacete. Não que isso tenha alguma coisa a ver com a história toda, até porque eu fui mesmo até lá. Andei dezessete quilômetros. Cheguei suado e fui logo tirando a camisa, ela disse: “Você é louco.” e me ofereceu um copo de água.
Aparentemente tudo estava no papo. Iríamos conversar um pouco e escrever um conto para a aula de literatura. Certo. Daí eu ia beijar ela e levar ela pra sua própria cama e comer ela até ela dizer chega.
Michele é uma dessas garotas gostosa pra caralho. Tem uns peitinhos durinhos. Uma bunda toda empinada. Os lábios grossos e molhados de gloss de morango. Às vezes ela usava um óculos de grau, quando queria parecer inteligente. Mas ela ficava ainda mais gostosa. Ahhhh.
Daí ela me disse aquele troço que me chocou pra caramba. Que se masturbava três vezes por dia. Ficou toda envergonhada quando disse e tentou mudar de assunto, aquela baboseira sobre Nietzsche e Freud e o conto que tínhamos que escrever para aula de literatura.
“Como é que é?” Eu disse, espantando. Também excitado.
“Estava pensando em colocar um pouco de filosofia na história, sabe.”
“Não. O lance da... você sabe... masturbação.”
“Ah. Desculpe-me por falar isso...”
“Você é uma safada.” Eu disse. E cheguei mais perto dela, olhando bem dentro dos seus olhos.
“Eu sou um pouco safada, sim.”
Ela retribuiu o meu beijo.
“Podemos escrever um conto erótico.”
“O professor não vai aceitar.”
“Ele que se foda.”
“Mas eu não sei escrever esse tipo de história.”
“Primeiro a gente faz o negocio todo. Depois é só escrever o que aconteceu.”
Eu continuei beijando aqueles lábios de morango. Um beijo molhado. Eu sentia a textura da língua dela, as bolinhas do seu palato. Os riscos do céu da boca. Daí eu segurei o cabelo dela e coloquei a cabeça dela em direção do meu pau. Ela disse que não sabia fazer direito. Eu disse para ela não se preocupar, eu ensinava. Tirei meu pau duro e molhado para fora, arregacei a cabeçona e ela ficou impressionada, riu. Daí começou a lamber igual a um sorvete. Até que tava bom. Mas falei que ela tinha que colocar tudo na boca. Nossaaa. A safada sabia mesmo chupar um pau. Quase gozei.
Eu tirei a minha roupa toda. Ela tirou a sua roupa toda. Eu a virei de costas na parede e meti. “Ai, Ai, Ai” ela gritou. Eu vi os seus pelinhos do braço se arrepiarem. Fui metendo fui metendo até sentir que ia gozar. Daí parei. Deitei de barriga para cima na cama, ela veio por cima. Fiquei encarando a cara de Michele se modificar de prazer. Ela gemia muito e fazia uma cara de perfeita safada. “Ta gostando.” Ela dizia. “Eu vou rebolar no seu pau até você gozar.” Daí ela rebolava. “Eu vou chupar o seu pau até fazer ânsia de vomito.” “Vou engolir a sua porra toda.”
Eu virei ela de repente, ela riu. E comecei a meter de frente. Eu ouvia os seus gemidinhos bem no canto do meu ouvido. E sentia ela em meus braços, ela arranhando minhas costas. Fui metendo fui metendo. Ela gritando “Ai, ai, ai... eu vou gozar, vou gozar...” Ahhhhhh. Acabou que gozamos juntos.
No dia seguinte, entregamos esse texto para o professor. Fomos expulsos do colégio, mas pelo menos fodemos gostoso.