Doem-me na cueca os bagos
Repletos de desejos vagos
Línguas que me venham dos lábios
Até o rego, adentrando o esfíncter anal
Para depois chupar-me o pau
Com sofreguidão. Ou de um jeito voraz
Hoje eu quero muito mais
Do que uma chupada rápida
Hoje estou com todo gás!
Por pouco não arrebentam
As minhas vesículas seminais
Preciso ejacular o leite
Antes que empedre demais
Antes que eu goze no leito
Pela ejaculação noturna
Manchando o pijama e o lençol
Com a gosma esbranquiçada.
Hoje estou de saco cheio!
Preciso dar uma gozada!
Abra a boca, feche os olhos
Não é propaganda royal
É esperma que sai do pau
Tsunami de gala represada.