Eu nunca tinha entrado aqui antes.
Li alguns relatos e tomei coragem para contar algo que esta acontecendo em minha casa.
Eu sou Pamela, e tenho 23 anos.
Tive uma filha bem novinha, com 14 anos. Ela se chama Camila. Fez 9 anos e está se tornando uma linda mocinha.
Nunca tive ajuda de ninguém. Vim de familia pobre e não tive quem me ensinasse as coisas da vida e principalmente, as coisas de sexo.
Acho que por isso desde que nasceu minha filha, resolvi criar ela do meu jeito.
Eu quero que ela saiba tudo sobre a vida, os homens e também o sexo.
Quero que ela seja dona de seu destino, que saiba usar seu corpo e não ser usada.
Quero que domine os homens e não seja dominada.
Tive que ganhar a vida fazendo programas de sexo. Eu realmente ganhei muito dinheiro com meu corpo, pois modestia a parte, sou uma loira muito bonita.
MInha filha segue o mesmo padrão, loirinha alta, corpo magro mas com curvas bem acentuadas.
Ja chama a atenção de alguns homens do bairro. Acho que fantasiam com a ninfetinha.
Mas, tudo começou a 1 ano.
Eu recebi um "cliente" em casa e minha filha dormia em outro cômodo da casa.
Não percebi que ela se acordou e parou na porta, assistindo quietinha a mãe dela chupar um lindo rapaz.
Eu percebi e corri para levar ela pra cama.
Ela estava sorrindo e perguntou:
- O que estava fazendo naquele homem,. mamãe?
- Amanhã a gente conversa! Dorme agora!
No outro dia, ela voltou a me perguntar e ai eu disse:
- É um carinho que as mulheres fazem nos homens quando são amigos.
- É gostoso?
- Ah! É... mas só adulto faz isso.
- Tá bom.
Achei que tinha acabado a estória mas, a noite eu recebi o mesmo cliente e ela me chamou no quarto dela.
- Mãe, deixa eu ver você fazer aquilo de novo?
- Que isso, menina! Já disse que é coisa de adulto.
- Eu gosto de ver.
Eu fiquei paralizada, mas lembrei do meu juramento de ensinar tudo a ela.
- Tá, mas fica na porta e quietinha.
Eu pedi ao meu amigo e cliente para que não se importasse com a menina e ele concordou.
Durante a transa ela assistia a tudo de longe, sem dizer uma só palavra.
E assim, fizemos por algumas semanas. Semper com o mesmo amigo, pois era dificil outro cara aceitar isso.
Só pedi a esse meu amigo pois, eu sabia que ele gostava de meninas bem novinhas. Ele havia me contado isso a alguns meses atrás.
Mas, o que me surpreendeu mesmo foi que eu comecei a me excitar em estar sendo assistida.
E não só deixava ela assistir, mas também no outro dia explicava tudo o que eu fazia e que era para era manter segredo e nunca repetir isso com um menino, pois era cedo pra ela fazer.
Um dia, eu estava sendo penetrada pelo Renato, meu amigo, e quando olhei para a porta, ví que minha filhinha estava só de calcinha e sua mãozinha estava alisando a xoxotinha por dentro da calcinha.
Ela estava se masturbando. E isso me excitou mais ainda.
Acho que ela estava pronta para o próximo passo.
No outro dia perguntei o que ela sentia:
- Sei lá, eu sinto uma coisa quente e gostosa aqui. - e apontou a xaninha.
- E sente vontade de tocar sempre.
- Sim, toda hora.
- E gostaria de ser tocada por outra pessoa.
- Mas, a senhora disse que ninguém pode tocar aqui.
- Eu acho que você já pode escolher se quer que uma pessoa toque seu corpo.
- Eu queria que o Renato fizesse em mim tambem.
- Calma lá, garotinha. Eu vou ver se ele aceita isso primeiro, e também é só um pouquinho heim...
A noite eu estava na cama e comecei a chupar o Renato como sempre.
Olhei na porta e lá estava Camila, só de calcinha de novo.
Sussurrei para o Renato:
- Posso chamar ela pra ver de perto?
- Ah... acho que sim.
- Camila! venha aqui com a mamãe!
Ela veio devagar, com passinhos curiosos e se sentou ao meu lado.
- O que foi, mamãe?
- Quero que veja de pertinho como se toca o pinto do homem.
- Tá.
Eu comecei a punhetar o Renato devagar.
Ela observava curiosa.
Peguei uma de suas mãozinhas e coloquei no pinto de Renato.
- Faça você agora.
- É duro! - ela deu uma risadinha.
- Sim. É bom né?
- É...
Ela ficou segunrando o pinto de Renato que não era grande como o de outros clientes.
Acho que uns 15 cm de rola, um bom tamanho e grossura média, agradável para mim.
Acho que paus enormes machucam muito.
Ela aprendeu certinho e deixei ela punhetando o amigo.
Eu peguei sua outra mãzinha e pus na xoxotinha dela, para que ela se masturbasse.
Ela entendeu e passou a alisar a rachinha.
Pela pouca idade, acho que não sabia mesmo como se tocar.
Peguei a mão de Renato e guiei para a xoxotinha dela.
Ele ficou meio travado e eu disse:
- Ei, calma, só mostre para ela onde é o clitóris e como se mexe bem gostoso na bucetinha.
Ele relaxou e começou a masturbar a menina.
Ela adorou e abriu um pouco as perninhas para facilitar seu toque.
Ela as vezes parava e tentava absorver o tesão que nunca sentira antes.
Respirava forte e abria mais a perninha.
Mas, acho que isso teria que ser aos poucos.
- Por hoje já chega, menininha.
- Ai, mãe! é tão gostoso...
- Sei disso. Mas, a gente continua depois.
Ela se levantou e agradeu ao Renato:
- Obrigada, moço.
- O prazer foi meu, mocinha.
Ela foi para o quarto dela. Acho que foi se masturbar mais.
O Renato estava feliz demais:
- Nossa! Que esperiência incrivel você me deu hoje. Vou até te pagar mais.
- Não! Ela não está a venda. Isso é só para o prazer dela e nada mais.
- Ah! tá... desculpe. Eu não quis dizer isso!
Depois desse dia passamos a ensinar a menina a arte da masturbação.
Ela estava gostando muito.
Mas, alguns meses depois...
Ela já tinha feito aniversário e estava com nove anos.
Cresceu muito e agora até já despontava os peitinhos, que Renato se deliciava em chupar.
E por falar em chupar, um dia ela me surpreendeu com a pergunta:
- Mãe, e como é chupar ele?
- Nossa! Tá avançadinha né, menina?
- Eu queria aprender mais coisas...
- Tá. Se você quer mesmo a gente te ensina.
Ela pulou de alegria e me abraçou forte.
Acho que senti que estava no caminho certo das minhas ideias de educar ela pra ser a melhor.
Durante a noite a gente estava de novo na cama e enquanto ela batia uma punheta pro Renato, resolvi chupar o pau dele.
Ela praticamente enfiava o pau dele na minha boca.
Eu disse:
- Vem fazer comigo.
Ela veio e abocanhou o pau dele.
Ele se assustou mas o tesão deixou rolar.
Ela dava lambidinhas e fez uma carinha de que era diferente do que imaginara.
- Vai filha, pense como se fosse um sorvete.
- Mas, não é doce...
Eu ri e disse:
- Sei, filha, mas é assim mesmo. Você se acostuma.
E se acostumou mesmo.
Em alguns minutos já estava engolindo a rola do Renato com maestria.
Fazia direitinho. E o cara foi a loucura.
Ele disse:
- Assim eu não aguento... ela tem uma boquinha quente e macia... vou gozar...
Eu disse pra ela:
- Ele vai jorrar aquele leitinho que te falei, tente engolir um pouco e deixe que eu engulo o resto.
Ele gozou e deu um jatinho que entrou direto na boquinha dela.
Ela deu um saltinho pra trás. Se assustou com a força do jato e talvez estranhou o sabor.
Eu terminei de chupar o resto.
- É estranho... - ela fez uma cara de nojinho
- É diferente, meu amor, mas depois de um tempo você vai gostar.
- Vou tentar então.
E depois dela chupar o seu primeiro pau, resolvi deixar o Renato experimentar o gosto de sua xoxotinha.
- Filha, agora você vai sentir o que o Renato sente quando você chupa ele.
- Como?
- Ele avi chupar sua periquitinha.
- Ta bom.
Ela se deitou e eu tirei sua calcinha. Ele já havia visto ela pelada algumas vezes, mas agora seria diferente.
Ela se abriu para ele e ele se posicionou para chupa-la.
Foi dando leves beijinhos na boquinha dela e desceu pelo pescoço.
Ela se soltou na cama e ele passou a dar umas chupadinhas alternadas entre um peitinho e outro.
Desceu pela barriguinha dela e foi entrando na região onde nunca outro homem havia tocado.
Passou a lingua por sua rachinha e eu via a menina quase explodindo de tesão.
Ele passou a chupar seu grelinho inchadinho.
Ela se contorcia e gemia baixinho.
Eu estava louca de tesão e ourgulho de minha garotinha.
Ele passava a lingua em sua entradinha e percebi que ela fazia força para que a lingua dele praticamente a fodesse.
Parecia que ela queria ser penetrada por aquela lingua quente.
Acho que o instinto sempre fala mais alto.
Agora com os hormônios começando a formar seu corpinho de mulher, seus desejos eram mais fortes.
Ela agora tinha um tesão de mulher, e não como antes, uma sensação gostosa de ser tocada nas partes íntimas.
Pois crianças adoram ser acariciadas, e a sensação é mesmo deliciosa para elas também, mas o gozar mesmo, de uma mocinha, só acontece quando os hormônios já estão agindo em seu corpo.
E aconteceu o que eu já imaginava.
Num grito alucinante e um gemido forte, ela finalmente gozou!
Seu primeiro gozo! O inicio de novas sensações! Agora ela sabia como era bom ser mulher!
Novamente, achei que já estava bom até aquele ponto.
- Gostou, filhinha!
- É muito bom isso!
- Sim, mas agora tem que ir pra caminha. Já deu pra você até aqui.
Ela nem reclamou. Estava realizada.
E Renato de novo me agradeceu pela experiência.
Disse que muitos poderiam não aprovar, mas que ele sabia que a felicidade da menina estava acima dos tabús da sociedade.
Eu concordei e disse que ela só iria até aquele ponto.
Ele concordou.
E até hoje o sexo com ela é apenas oral, sem nenhum contato do pênis dele na bundinha ou vagina dela.
Mas, estou pensando em deixar ele passar o pau na rachinha dela, sem penetra-la. Só para ela curtir a sensação de ter um pau entre as pernas.
Eu agora sei que no fundo, eu me excito em criar ela dessa forma.
Quero que ela seja cada vez mais pronta pra sexo. Que goste. Que faça sem medos.
Acho que gostaria mesmo que ela fosse a putinha perfeita.
Que todo homem gostaria de fuder com ela.
E que eu possa curtir algumas dessas aventuras ao lado dela.
Será que exagero?
Será que ainda é muito cedo?
O que acham?
Coloquem suas opiniões e vou contando pra vocês o que estamos ensinando pra ela....
Aguardem!