Os dias transcorreram dentro da normalidade, o Lupércio desempenhando suas tarefas com afinco e Luiza totalmente desinibida e completamente mudada na maneira de conversar, de se vestir e de se comportar quando estávamos a sós. Acabavam suas tarefas, ela vinha servir-me o almoço e sentava-se a mesa, coisa que não fazia antes, pois fazia suas refeições na cozinha. Depois das aulas quando ia tomar seu banho e eu ficava ocupado, ela passava por mim toda faceira dizendo que já ia banhar-se e caso eu não dissesse nada,perguntava se eu não ia lhe fazer compania. Lá ia eu feliz pois sabia que no banho eu iria desfrutar daquele corpinho de ninfeta gostosinha. Embaixo do chuveiro era aquela chupação de ambas as partes. Eu me deliciava enfiando a língua na sua grutinha, no cuzinho, sugava o grelinho, mordiscava seus mamilos e ela retribuia com uma chupeta deliciosa, mas eu nunca mais tentei levá-la pra cama, até que um dia, após o costumeiro banho, Luiza falou:
- O que foi Sr. Roberto, porque nunca mais quis meter na minha bunda ?
Confesso que era isso que eu esperava, a menina com tesão pedindo pra ser penetrada. Até hoje eu ainda me lembro de sua feição ao pronunciar essa palavras, então eu respondi:
- Você quer que eu coma seu cuzinho de novo ?
- Hum, hum. - afirmou com um balançar de cabeça -
Não esperei que dissesse mais nada,peguei aquela gatinha pelos braços e a coloquei deitada com as pernas abertas e lhe dei um banho caprichado de língua, buceta, cú, cú e buceta, beije a popinha de suas nádegas, a parte interna de suas coxas, sua barriga, até alcançar aqueles peitos de pêra, durinhos e com os biquinhos inchados, beijei, mordi levemente enquanto apalpava aquela bundinha apetitosa. Pedi pra ela ficar deitada de bruco e a visão daquele traseiro espetacular despertou em mim um desejo desenfreado, encostei o pau no anelzinho e fui penetrando vagarosamente, a pequena retraia-se um pouco mas não pediu pra que tirasse, mesmo assim eu fui enfiando cuidadosamente e quando senti que estava tudo dentro comecei a movimentar, sempre esfregando o seu grelinho. Ela empinava o bumbum e rebolava timidamente. Eu beijava seu pescoço, orelhas e sua boca carnuda até que Luiza gozou:
- Aiii. hummmmmmm. hummmmmmmmmmmmmm. ohhhhhhhhh, hummmmm !!
- Querida eu...vou gozar tambémmmm, ohhhhhhhhhhhhhhh,hummmmmmmmmmmmmmm,hummmmmmmmmmmmmmmm, ohhhhhhhhhhh, gostosinha, eu te adooooooro !!!!!
- Eu também gosto muito do Sr. e dos carinhos que faz em mim !!!
A guria foi tomar um banho e eu preferi ficar na cama. Quando ela voltou deitou-se ao meu lado e eu a abracei e ficamos ali em silêncio nos beijando e olhando nos olhos. Já com o pênis ereto, fizemos um 69 gratificante, então achei que era a hora de tirar seu cabacinho. Peguei suas pernas, coloquei em meus ombros e comecei a pincelar meu cacete em sua buceta que já estava toda ensopada, apontei na entrada da gruta e disse:
- Eu vou quebrar o seu cabacinho, vai arder um pouco mas depois fica gostoso, pode ?
- Pode, eu confio no Sr.
Iniciei a penetração sempre olhando pra sua feição, a fim de tentar adivinhar o que ela estava sentindo, quando senti o obstáculo forcei e o selo rompeu-se. Luiza gemeu alto e eu parei por alguns segundos. Vendo que estava mais tranquila, comecei a bombar, aumentando o ritmo gradativamente. A agora mulher gemia e aranhava minhas costas, deixando transparecer o quanto estava gostando. Aquela xoxota apertada me levava a loucura.Pedi pra ela me cavalgar, mas logo ela pediu pra mudar de posição dizendo que estava doendo. Voltei a posição inicial e depois de fuder gostoso gozamos juntos com direito a gemidos e palavras de carinho e sedução.
Passara-se dois meses, nós transávamos quase todos os dias, até que aconteceu o inesperado. Numa segunda feira após o almoço, Lupércio entrou em casa me pedindo um dedo de prosa. Eu, educadamente, pedi que sentasse e ele falou :
- Olha Sr. Roberto, ontem Luiza me contou que vocês........, o Sr. sabe do que eu tô falando. - e continuou -
- Eu nunca consegui conversar com minha menina sobre esses assuntos, mas ela me disse que o Sr. explicou tudo pra ela, me contou sobre os banhos e alguns detalhes mais.
Fiquei pasmo, momentaneamente mudo sem saber o que dizer, aí foi que ele falou o que eu temia:
- Mas o Sr. não tem mulher pode casar com ela. Tem a minha permissão.
- Casar não dá porque enfrento um pedido de divorcio litigioso, mas se ela quiser ficar morando comigo eu ficaria satisfeito !! - respondi
- Tudo bem, pois assim não dá trabalho se tiverem que se separar .
Luiza passou a morar comigo e 7 meses depois ela engravidou. Nasceu um menino forte e saudável e um ano depois uma menina parecida com ela. A nossa convivencia durou 17 anos até que nos separamos, mas somos grandes amigos. Confesso que nunca mulher nenhuma me despertou tanto desejo ! Hoje ela vive com outro homem e são felizes. Nossos filhos estão criados. Eu comi minha filhinha, um tesãozinho de menina e este relato estão gravados nos meus primeiros contos neste site : ¨O tesão pela minha filhinha¨. Esperam que tenham gostado da minha estória verídica. Votem e comentem !!!! Obrigado !!!!!