Naquela tarde quente de verão, a casa vazia, pais viajando. Ela estava de shortinho jeans curto, daqueles que deixavam metade da bunda de fora, e uma regatinha fina sem sutiã. Eu queria o controle da TV. Ela pulou no sofá, rindo safada, apertando o botão como se fosse vida ou morte.
- Dá pra mim, sua vadiazinha magrela! - eu gritei, rindo também, mas já com aquela fome no olhar.
Ela se jogou pra trás, tentando escapar. Eu pulei em cima, meu corpo pesado caindo sobre o dela. Minhas pernas prenderam as dela, meu peito esmagando aqueles peitinhos duros. Senti o cheiro dela, suor misturado com shampoo de morango. Meu pau já latejava dentro da bermuda, roçando na coxa fina dela enquanto eu imobilizava seus pulsos acima da cabeça.
- Solta, seu brutamontes! Eu peguei primeiro! - ela reclamou, se contorcendo, mas o corpo dela traía. Os quadris dela subiam devagar, roçando na minha perna.
Eu ri baixo, aproximei o rosto do pescoço dela, mordi de leve a pele macia.
- Hoje eu quero mais que o controle, sua putinha.
Ela parou de lutar por um segundo. Os olhos castanhos dela encontraram os meus, cheios de surpresa e tesão. Foi aí que eu dei o tapa. A mão aberta estalou forte na bunda dela, por cima do short. O som ecoou na sala. Ela soltou um gemidinho baixinho, quase um miado:
- Ahhh... seu filho da puta...
Aquele gemido me fodeu de vez. Eu apertei mais os quadris dela, senti a carne macia cedendo nos meus dedos. Beijei ela com força, língua invadindo a boca quente, chupando o lábio inferior dela enquanto ela gemia contra mim. Minhas mãos desceram, apertando aquela bundinha pequena e durinha, separando as bandas por cima da roupa.
Ela empurrou o peito contra o meu, esfregando os biquinhos duros.
- Você é doente... mas continua... - ela sussurrou entre beijos.
Eu não aguentei. Levantei um pouco, puxei a bermuda pra baixo e liberei minha pica grossa, latejando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Tinha uns 20cm de rola dura, veias saltadas. Ela olhou, lambeu os lábios.
- Porra, que pica grande... sempre me impressiona.
Eu segurei a cabeça dela pelos cabelos e guiei até minha rola. Ela abriu a boca gulosa, língua quente lambendo a glande, saboreando o gosto salgado.
- Chupa, mana. Engole a pica grossa do seu irmão.
Ela obedeceu como uma vadia faminta. A boquinha quente engoliu metade, sugando forte, saliva escorrendo pelos cantos enquanto a cabeça dela subia e descia. Eu gemia rouco, segurando os cabelos dela, fodendo a garganta devagar no começo. O barulho molhado enchia a sala: gluck gluck gluck.
- Isso, sua cachorra... mama a pica do irmão... que boquinha gulosa.
Ela engasgava, lágrimas nos olhos, mas não parava. Mãos pequenas apertando minhas bolas, massageando. Eu sentia o fundo da garganta dela apertando a cabeça da minha rola. Quando gozei, foi forte, jatos grossos enchendo a boca dela. Ela engoliu tudo, tossindo um pouco, mas lambendo até a última gota.
- Delicioso... porra quente do meu irmão...
Depois daquela tarde, virou rotina. Sempre que os pais saíam, a gente transava feito animais. No sofá, na cozinha, no quarto dela. Eu adorava imobilizar ela, bater na bunda até ficar vermelha, ouvir aqueles gemidinhos desesperados.
Uma noite, meses depois, a coisa ficou ainda mais pesada. A gente tinha brigado de novo pelo controle, mas agora era só desculpa. Eu a prendi de quatro no tapete da sala, short dela abaixado até os joelhos, bucetinha lisinha e molhada brilhando.
- Olha essa bucetinha apertada... toda encharcada pra pica do irmão - eu disse, passando a cabeça grossa da rola na entrada dela, esfregando no grelinho inchado.
Ela rebolava desesperada, empinando a bundinha magra.
- Enfia logo, porra! Me fode... quero sentir essa pica me arrombando!
Eu meti de uma vez. A buceta dela era quente, molhada, apertando minha rola como um punho. Ela gritou de prazer e dor misturados:
- Aaaaiii... que grossa... me rasga, irmão!
Eu comecei a socar forte, bolas batendo na bucetinha dela, o som molhado de carne contra carne ecoando. Suor escorrendo pelos corpos. Eu segurava os quadris finos dela, puxando pra trás enquanto metia fundo. Sentia as paredes da buceta dela pulsando, o grelinho roçando na base da minha pica.
- Gemendo assim... parece uma cadela no cio. Goza na pica do irmão, vai.
Ela tremia inteira, dedos cravados no tapete.
- Tô gozando... aaaahhh... porra... me enche!
Eu aumentei o ritmo, metendo como um louco. O orgasmo dela veio forte, buceta esguichando um pouco, apertando minha rola. Eu não parei. Continuei socando até sentir minhas bolas contraindo. Gozei fundo, enchendo a bucetinha dela de porra quente, jatos grossos pintando o útero. Ela gemia baixinho, sentindo o calor me enchendo.
- Isso... me enche de leitinho, irmão... tá transbordando...
Eu puxei a rola devagar, vendo a porra escorrendo da bucetinha inchada, misturada com os sucos dela. Mas eu não tinha terminado. Meu pau ainda estava duro, brilhando de porra e meladinha.
Eu passei a mão na bunda dela, separando as bandas. O cuzinho rosado piscava, pequeno e virgem ainda naquela noite específica.
- Agora vai ser no cu, sua putinha. Quero arrombar esse furinho apertado.
Ela olhou pra trás, olhos arregalados, mas o tesão era maior que o medo.
- Vai doer... mas eu quero... enfia devagar no começo, tá?
Eu cuspi na mão, passei saliva no pau e no cuzinho dela. Pressionei a cabeça grossa contra o anel apertado. Ela gemeu alto quando eu forcei:
- Aaaaiii... devagar... que dor gostosa... porra...
Centímetro por centímetro, eu entrei. O cu dela era absurdamente apertado, queimando minha rola, mas o prazer era insano. Ela se contorcia, unhas cravadas no chão, gemendo desesperada:
- Tá me rasgando... aaaahhh... que pica enorme no meu cu... dói mas eu amo!
Eu parei no meio, deixando ela acostumar, mão descendo pra esfregar o grelinho dela. Dedos circulando rápido enquanto o cu dela pulsava em volta da minha rola. Aos poucos comecei a meter, socadas curtas no começo, depois mais fundas. O cheiro de sexo enchia o ar, suor, porra, buceta molhada.
Ela se acabava, rebolando contra mim, bundinha magra batendo contra minha barriga.
- Mais forte... me fode o cu! Eu sou sua putinha... aaaahhh... tô gozando de novo!
O orgasmo dela no cu foi violento. O corpo inteiro tremia, cu apertando minha pica como se quisesse espremer até a última gota. Ela gritava rouca:
- Não goza dentro... se você gozar no meu cu eu vou me cagar... tô sentindo... aaaaiii... por favor... goza logo, me fode!
Eu não aguentei o tesão daquilo. Segurei os quadris dela com força e meti fundo, rola inchando dentro do cu apertado. Gozei forte, jatos grossos de porra enchendo o intestino dela. Ela gritava:
- Tô me acabando... porra no cu... aaaahhh... vou cagar... tá saindo!
Quando eu puxei a rola devagar, o cuzinho dela ficou aberto, piscando, e veio tudo: porra branca misturada com uma cagadinha mole, escorrendo pelas coxas magras dela. Ela rebolava devagar, gemendo envergonhada mas excitada, empinando pra mim ver o estrago.
- Olha o que você fez... me fez cagar com sua pica no meu cu... seu safado... mas foi tão bom...
Eu olhava hipnotizado, pau ainda latejando, vendo o sêmen escorrendo junto com a merda dela, sujando o tapete. Ela se virou, olhos brilhando de tesão louco, e me puxou pra um beijo sujo.
- Quero mais... sempre mais... seu irmão tarado.
A gente continuou assim por anos. Brigas que viravam foda braba, tapas na bunda, boquetes no sofá, buceta e cu arrombados sempre que dava. Cada encontro era mais intenso, mais sujo, mais nosso. A magrinha lutadora tinha virado a maior vadia do irmão, e eu não trocaria isso por nada.