Irmão do Amigo - Prazer em conhecer

Por: gean-nu-1 13/07/2026 47371 leituras
Capa do conto
Lendo o conto “Amigo de irmão, a gente nunca esquece...”, do colega Macho Curte Hom, me lembrei de algo muito semelhante que aconteceu comigo muito tempo atrás...

Na minha terra natal, morei por muito tempo em um bairro próximo de uma pedreira. Como era um local afastado, nessa época eu tinha poucos amigos perto de casa, a maioria morava em outros bairros. Desses poucos, tinha uma afinidade especial com Arthur, que morava a duas quadras da minha casa e brincávamos muito juntos. Arthur era baixinho, mas bonito de rosto e de corpo: Branco, pele bronzeada, rosto marcante, cabelos e olhos negros penetrantes, tinha também uma voz de locutor que impressionava quem via que ela saía daquele sujeito pequeno... rsrs. Talvez pela pouca estatura eu não via o Arthur com “outros olhos” e éramos apenas bons amigos.

A primeira vez que fui na casa dele eu fiquei conhecendo o Toninho, seu irmão mais velho, que na época devia ter por volta de 23, 24 anos. Quando bati o olhar nele senti algo diferente. Aliás, ele era mesmo bem diferente de Arthur inclusive: Cabelos cacheados quase louros, olhos verdes e pernas grossas e bem peludas, com pelos dourados. Toninho estava sentado no sofá e se afastou para que eu sentasse ao seu lado, enquanto aguardava Arthur sair do banho. Ele assistia a uma partida de futebol na TV, e estava vestindo uma camiseta de malha e shorts desses comuns de jogar bola. Como ele estava com a atenção voltada para os lances do jogo, eu fiquei observando suas pernas discretamente e, tão distraído fiquei olhando para elas que não percebi quando ele virou o rosto para me perguntar para quem eu torcia... – Acabou me pegando em flagrante com os olhos pousados no volume entre suas pernas, o que me fez ficar muito envergonhado! Com um sorriso sacana, ele emendou:

- Não tem mais ninguém em casa e o Arthur demora no banho.

Olhei para seu rosto sem entender muito bem aquela informação, mas ele pegou minha mão e colocou sem nenhuma cerimônia sobre seu membro, que estava já meio entumescido. Senti o calor daquele cacete quase queimar minha mão enquanto crescia e ficava mais duro, o tecido fino do shorts de Toninho permitia que eu percebesse até as veias dele...

- Vai, abaixa aí e cai de boca, cara... Eu sei que você quer!...

Automaticamente eu libertei aquele cacete do shorts de Toninho e fiquei absolutamente fascinado ao ver os pelos castanho-claro que o emolduravam. Ele tinha um dos paus mais bonitos que já vi, não era exagerado e era todo reto, com diâmetro uniforme do início ao fim e uma cabeça bem torneada e totalmente brilhante. Me ajoelhei entre suas pernas sem dizer nada e senti seu cheiro de macho inebriante, um misto de perfume e virilidade. Abocanhei a cabeça passando a língua em volta dela, para depois descer até onde agüentava naquele mastro. Toninho forçava minha cabeça e abria mais as pernas, elevando a cintura no sofá para me fazer engasgar com aquela tora pulsante na minha boca.

- Isso viadinho!... Chupa bem gostoso... hummm! Que boca macia...

Eu gemia enquanto mamava o pau de Toninho, ouvindo os sons de minha boca subindo e descendo por toda a extensão dele, o barulho da televisão e do chuveiro. Precisava terminar antes que meu amigo saísse do banho! Mas não pensei em nada disso quando aquilo começou! Toninho se retorcia e gemia, sussurrando elogios à minha boca e ao que eu fazia com ela...

Não demorou muito eu senti seu corpo retesando no sofá e uma pulsação maior em seu pau, ele agora pressionava as duas mão em minha nuca, me fazendo engolir seu pau até eu sentir seu saco encostando no meu queixo, e gozou abundantemente em minha garganta! Tive ânsia por causa do volume de gozo que ele liberou, mas engoli tudo e fui sugando seu pau vagarosamente até tirar a boca sem que escapasse nada. Percebi que o som do chuveiro tinha cessado e voltei para meu lugar no sofá, enquanto Toninho se ajeitava, sorrindo para mim.

Quando Arthur saiu do banho e veio até a sala, estávamos conversando animadamente sobre o jogo e ninguém desconfiaria que minutos atrás Toninho estava tirando seu atraso em minha boca deliciosamente!... Quando me levantei para sair com Arthur, Toninho me estendeu a mão e cumprimentou-me olhando nos olhos e sorrindo:
- Foi UM PRAZER te conhecer, Ronald! Volta mais vezes aí para a gente papear e ver um jogo!...

Depois conto como foi outro lance louco que tive com Toninho na casa deles, desta vez com todo mundo em casa preparando o aniversário de Arthur...

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados