Quando meninas, dormíamos na mesma cama, tomávamos banho juntas, sempre nos víamos nuas, depois de mocinhas nos distanciamos um pouco. Mas depois de adultas, voltamos a ter certas intimidades, conversamos sobre os maridos, sobre nossas fantasias, etc.
Eu sempre tive a fantasia beijar uma mulher, tocar, me esfregar, e quem sabe até meter com uma mulher e meu marido juntos. Só que isso sempre ficava só na minha
cabeça, até que um dia resolvi me abrir com minha irmã, e incrivelmente ela também tinha o mesmo desejo. Então, passamos a nos ver mais e falar sobre nossas vontades.
Um dia a convidei pra tomar sol comigo em casa, pois eu sempre fazia isso nas tardes de sábado. Apesar de relutar contra esse convite, ela acabou aceitando. Apareceu em casa toda gostosinha, com um vestidinho branco de malha soltinho e curtinho, já estava com o biquíni por baixo, que era branquinho e minúsculo.
Fomos direto ao sol, estendemos toalhas e nos deitamos na grama de bunda pra cima, uma ao lado da outra. Não demorou muito e começamos a falar do nosso desejo, confessei a ela que aquilo estava me deixando louca e ela também disse o
mesmo.
Ela me pediu pra passar óleo nela, fui passando devagar, massageando as costas dela, descendo pela cintura, quadris, passei as mãos no meio das coxas lindas
dela, ela deu um suspiro e olhou pra trás sorrindo pra mim. Então continuei, passei óleo no bundão gostoso dela, ela o empinava, demonstrando que queria mais, então desci levemente as mãos tocando bem em cima da xaninha dela, ela
disse ai, ai, ai. Nossa! Naquela hora quase puxei o biquíni dela pra ver a xaninha dela.
Mas ela se sentou e pediu pra passar em mim, então deitei, e senti que ela foi direto passando na minha bunda, fez da mesma forma que eu fiz com ela, mas foi bem mais ousada, pois logo puxou meu biquíni dizendo pra que eu tirasse, pra pegar uma cor melhor.
Então pedi pra ela tirar também, e ela tirou. Ficamos ali as duas nuazinhas rindo como crianças, mas logo nos calamos, ficamos sérias nos olhando, suspirando. Sentamos frente a frente e começamos a nos tocar carinhosamente,
passei as mãos nos cabelos dela, enquanto ela massageava meus seios.
Foi inevitável e quase que automático o beijo tão esperado por nós duas.
Senti a língua dela dentro da minha boca, quente e úmida, era muito diferente, mas muito gostoso. Um beijo feminino é muito mais doce, delicado e sensual.
Continuamos nos beijando, mas as nossas mãos não paravam um minuto, quase juntas tocamos as nossas xaninhas que estavam bem lisinhas. A dela estava muito molhadinha e quente. E a minha também estava assim, latejante, querendo os dedinhos safadinhos dela.
Ela tirou os dedinhos da minha e me deu para chupá-los. Eu chupei com gosto, lambuzei a minha boca. Tirei os meus dedinhos da xaninha dela e coloquei na minha boca também, depois na dela.
Depois disso, ela deitou com as pernas abertas, dando tapinhas leves na própria boceta, como se estivesse pedindo mais. Então eu fiquei de quatro e ajeitei
minha boca no meio das pernas dela. Passei a língua bem lentamente no meio da bocetinha dela. Depois abocanhei o grelhinho dela com jeito e comecei a chupá-lo delicadamente, ela gemia tão gostosinho que percebi que eu estava fazendo do jeito certinho.
Com um dos dedinhos eu me tocava e de vez em quando dava ele pra ela chupar.
Depois ela me beijava, me deixando sentir o gostinho. Eu não estava mais agüentando de vontade de gozar quando resolvi esfregar a minha xota na dela,então me ajeitei em cima da minha irmãzinha de uma forma que nossos grelhos se
tocavam. O meu grelho é bem maior, e ficava cada vez mais inchado esfregando daquele jeito no dela. Nossas bocetas estavam meladinhas e a gente gemia como duas cadelinhas no cio.
Ela disse: “quero gozar na sua boca!”. Então abri as perninhas dela de uma forma que a bocetinha dela ficou toda abertinha, até o cuzinho ela eu via brilhando
com o melzinho que saia da bucetinha. Coloquei minha boca lá de novo, suguei o grelhinho dela, até que a senti se contorcendo e gemendo, ela falava: “estou gozando irmãzinha safada, lambe meu leitinho, lambe”.
Nessa hora, senti tanto tesão que vi que eu gozaria logo também, então foi a minha vez de deitar, e senti já a boquinha quente dela ali sugando o meu grelho, mas a danadinha era muito mais sapeca que eu, porque os dedinhos dela entravam e saiam da minha boceta molhada e escorregavam lá na minha bundinha.
Ela enfiava com gosto o dedinho no meu cuzinho, enquanto sugava a minha bocetinha. Senti que minha bocetinha e meu cuzinho se contraiam, apertavam os dedinhos dela. Explodi-me de tanto prazer, senti meu melzinho escorrendo pelas
coxas, foi a melhor gozada da minha vida.
Depois disso, sentamos frente a frente, era estranha a sensação, mas nos sentimos super realizadas, e esse segredinho é só de nós duas e meu marido, foi a realização de nossa maior fantasia.