Passou alguns dias e eu estava passando em frente o prédio deles e por coincidência vi o barbudo saindo do prédio. Nos olhamos, o cumprimentei com um sorriso e segui pelo meu caminho. Ele passou por mim e em seguida virou de costas me olhando sorrindo, eu sorri também e como ele diminuiu os passos logo estávamos andando lado a lado. Ficamos em silêncio até que ele me olhou e com um sorriso safado no rosto disse que estava lembrando de mim e que tinha adorado me ver ali espionando ele com o namorado. Fiquei meio constrangido, mas disse a ele que tinha curtido muito e que tinha até gozado vendo aquele pornô alguns metros de distância de mim. Ele então me perguntou se eu morava ali perto e quando respondi que sim ele me perguntou se eu não estava afim de "fazer um pornô" com ele naquele momento. Na hora aceitei e já seguimos no caminho de casa enquanto conversávamos amenidades.
Chegando em casa começamos a nos beijar, ele era muito safado e logo começou a arrancar minha roupa. Seguimos pelados pra cama e com ele de quatro cai de boca em seu cu peludo. Ele esfregava a bunda na minha cara e gemendo me pediu pra meter rola em seu cu. Encapei meu pau, o virei, agarrei suas pernas e meti meu pau enquanto via em seu rosto aquela expressão de dor e tesão. Seu pau era pentelhudo, do tamanho do meu, estava bem duro e me puxando para um beijo fiquei metendo, sentindo seu corpo peludo e seu pau esfregando em nossas barrigas. Ele me pediu pra deitar na cama, veio por cima me cavalgando e pegando minha mão levou até seu pau. Comecei a punheta-lo com ele rebolando e gemendo até que esporrou gozando tanto que chegou porra até minha barba. Ele lambeu a porra, me beijou e seguiu cavalgando até me fazer gozar. Ele ficou um tempo deitado em cima de mim enquanto eu acariciava suas costas até que ele me pediu pra tomar uma ducha rápida pois precisava ir embora. Depois do banho nos despedimos com um beijo e nem trocamos contato pois sabia que ele era comprometido e tinha sido apenas uma foda casual. Essa foi a única oportunidade que tive de ficar sozinho no apartamento da minha tia, mas toda vez que ia lá dava um jeito de passar pela janela da área de serviço e olhar para a janela deles e lembrar daquela putaria boa que tive a sorte de assistir.