Com apenas 30 anos, trabalhando junto com Janjão. De vez em quando saiamos para beber. Tomei coragem um dia e falei: Nossa! Janjão você é muito grosso com a esposa. Às vezes sem motivo você a maltrata.
Ele já meio com efeito da cerveja, confidenciou: Olha J fico muito pra baixo depois que faço aquilo com ela. Mas o motivo não é com ela, é comigo. Tenho medo de perde-la. Sei que não dou conta de satisfazê-la. Normalmente estou com um tesão danado. Quando vou para cima dela, eu broxo.
Ai não tem jeito, o pau não sobe mais.
Ela fica querendo. Então qualquer coisa é motivo para eu estourar achando que é me culpando.
Tenho que procurar tratamento. Sei que mulher gosta de pau duro. Que faça ela gozar. Raramente já penetrei para ela achar gostoso.
Falei com Janjão: vou te passar o contato de um médico sexólogo. Ele pode te ajudar. Senão você vai perder sua mulher.
Ele chorou para mim. Fiquei até com dó.
Passei o contato do médico ele não procurou.
Num churrasco de colegas da empresa, vi sua mulher vestida como uma puta. Se mostrando. Aquelas coxas grossas de vez em quando aparecia a calcinha. Pensei: Hoje vai ter briga com Janjão. Me propus a leva-los embora para casa. Estava ele já cambaleando e muito tonto.
Coloquei Janjão no banco de trás, deitado. Marcia foi comigo na frente.
Nossa! Quando passava marcha encostava a mão nas coxas dela. Ela fazia de propósito. Encostava. Forçava para eu tocá-la. Até chegar na sua casa. Sua calcinha estava toda aparecendo. Ela encostada no banco fingindo dormir com os olhos fechados.
Certa hora coloquei a mão e encostei na sua vulva. Volumosa.
Senti que ela facilitou.
Reduzi a velocidade para demorar mais tempo. Janjão roncava. Ousei enfiar a mão dentro da calcinha, pelas laterais toquei seu clitóris. Estava úmida.
Ela afastou mais as pernas. Queria. Meu pau ficou duro. Busquei sua mão e coloquei sobre o volume já duro e fora da calça.
Ela pegou e segurou firme. Depois fez movimentos para sentir.
Eu dirigindo com uma mão só e a outra na vagina de Marcia. Ela se mexia achando bom.
Certa hora ela olhou para o marido, atrás, no banco e me falou baixinho. Quero dentro de mim. Pelo amor de Deus.
Chegamos na sua casa, ela falou: deixa ele ai no carro e vamos la dentro.
Ela falou: enfia em mim agora. Retirou a calcinha e abriu as pernas para mim. Quando penetrei sua buceta ela gemeu e falou! Gostoso. Mete, mete tudo, quero gozar. Pelo amor de Deus. E soltou aquele ai gostoso. Acelerei e gozei dentro dela.
Ela falou: Vou ficar aqui e você vai buscar aquele tonto.
Busquei Janjão. Custei acordá-lo. Levei-o cambaleando e falando coisas sem nexos.