Ao chegar em casa já à noite, conheci Alex, que tinha uns 23 anos, moreno, 1,90 de altura, olhos verdes, malhado, ou seja, era uma rapaz bonito e simpático, principalmente. Como estava fazendo muito calor, eles estavam sem camisa, vendo televisão na sala e Andréa estava tomando banho. Ela não viu que eu estava em casa e saiu do banho enrolada numa pequena toalha, passando obrigatoriamente na sala, onde estavam Alex e Cacau, meu cunhado, fiquei observando da cozinha, sem que eles percebessem que eu via e notei quando Alex grudou o olho em Andréa, comendo-a com os olhos. A cena me deixou excitado na mesma hora.
Entrei no quarto, que estava com a porta entreaberta e Andréa pentiava seus cabelos na frente do espelho, sem qualquer roupa, ou seja, se Alex passasse na porta do quarto veria minha gatinha pelada. Ela surpreendeu-se comigo, beijou-me e perguntou se tinha falada com os rapazes e o que eu tinha achado de Alex. Eu disse que tinha sido apresentado a ele por Cacau e que estava tudo bem. Mas ela parecia que queria falar sobre o cara, comentou que ele era muito alto, simpático e que já tinha sido contratado para jogar no time da cidade já no primeiro treino, sendo que havia sido o melhor dos jogadores a se apresentarem. Aquilo me deixou um pouco encucado, mas tudo bem.
Entrei no banho e quando saí me surpreendi novamente, pois Andréa usava um micro-vestido e estava sentada, praticamente com a perna aberta, vendo televisão e conversando com Alex, sem a presença de Cacau, que, segundo ela, tinha ido dormir, pois estava muito cansado.
Juntei a eles e começamos a conversar, até que Andréa sugeriu que bebêssemos alguma coisa. Perguntei a Alex se ele topava beber, pois estava jogando futebol, mas ele respondeu que gostaria sim, pois seria a comemoração por sua contratação. Andréa sugeriu uma caipirinha e eu e Alex aceitamos na hora. Ela levantou-se e foi para a cozinha, mas nem na minha frente Alex deixou de olhar discaradamente para a bunda da minha mulher, protegida por seu micro vestido.
Como ela demorou fui atrás e ao chegar na cozinha agarrei Andréa por trás e perguntei na lata:
- Você ta querendo dar pra esse cara?
Ela sorriu e falou, vamos beber a caipirinha, que já está pronta. Eu segurei no braço dela e perguntei novamente e ela respondeu que sim, que ele era um puto muito gostoso e que tinha cantando ela assim que entrou em nossa casa. Soltei e ela foi para a sala, ficando eu na cozinha pensando no susto que tinha levado, pois por mais que eu quissese, a situação era nova para mim.
Quando cheguei na sala levei outro susto, pois ela estava sentada ao lado do cara, com a mão na coxa dele, com toda intimidade do mundo. Alex, quando eu sentei, falou:
- Nossa, a caipirinha está uma delícia e essa sua mulher é muito gente boa mesmo....com um sorriso no canto da boca.
Bebemos e conversamos e numa ida minha ao banheiro, ao voltar, eles beijavam no sofá, ele estava deitado e ela jogada em cima dele, esfregando seu corpo contra o do cara, ele apertando a bunda dela e ela rebolando em cima da pica dele como uma puta no cio. Que cena era aquela!
Minha chegada parece que incendiou o casal, que começou a gemer e gritar de tanto tesão que eles estavam um no outro, pois ela beijava ele na boca, lambia o ouvido, o pescoço e chupava seu peito torneado pelos músculos, descendo até chegar no pau de Alex, que quase arrombava o calção. Andréa não titubeou, abaixou o calção, ele estava sem cueca, caindo e boca naquele pau enorme (devia ter uns 23 cm x 6cm), ou seja, grande e grosso. Mas ela sugou de uma forma como nunca havia sugado o meu antes, concentrando-se em cada milímetro da pica do cara.
Alex também não se fez de rogado, meteu a boca nos peitos da minha mulher, arrancando-lhe com violência o micro-vestido. Tive a impressão que ele rasgaria o vestido, mas só arrancou tudo com violência e a puta estava sem calcinha, com a xaninha toda raspada, era um presente ao cara, pois só em ocasiões especiais ela raspava todo o cabelo da boceta. Nossa! Aquela cena me enlouqueceu: um lindo macho chupava com muito tesão a boceta da minha esposinha-puta, antes só minha e agora sendo devorada por outro.
Meu pau ficou duro na hora e comecei a masturba-lo, controlando para não gozar, por que estava com muito tesão em ver aquela cena tão esperada.
Depois de chupar Andréa inteirinha, o cara parecia que era velho amante dela, ele colocou minha gata de quatro e meteu sem dó nem piedade na boceta dela, arrancando imediatamente muitos gozos de Andréa. Ela gemia e gritava:
- Viu corninho, como sua mulher é uma puta. É isso que você queria?
Eu estava delirando com aquela cena louca. Depois disso, Alex virou Andréa e meteu num papai mamãe maravilhoso em cima do sofá da minha casa, fudendo a boceta da minha gata, como um louco tarado. Ela gozava sem parar, estava realizada com aquela pica enorme. Fizeram várias posições, até que Alex, com a cara mais safada do mundo, anunciou, vou gozar nessa buceta gostosa. Andréa gemeu e gritou como uma puta.
Essa foi a primeira foda dos dois, já que houveram muitas outras, que conto mais tarde.