Trabalho numa construtora de médio porte como consultor de negócios, o que me faz estar sempre visitando obras e terrenos, junto com alguns engenheiros e arquitetos.
Numa dessas visitas eu conheci o Carlos, um arquiteto recém contratado da nossa empresa. Ele tem 42 anos, é casado com uma mulher mais jovem e muito bonita, tem dois filhos pequenos, e logo fez amizade comigo, talvez por estar chegando à empresa e necessitar de referências.
Eu simpatizei com ele desde o primeiro encontro e, num final de semana, ele me convidou para ir jantar na casa dele, onde ele me apresentou sua esposa, seus filhos e também o irmão de sua esposa, que estava lá jantando com o filho.
Esse cunhado dele tinha se separado há pouco tempo e era o final de semana de ficar com o filho, um moleque de 18 anos, alto, branco, cabelo meio loirinho, bem desenvolvido para a idade, mas com uma certa timidez juvenil.
O Jantar foi muito agradável, eu gostei muito de conhecer todos, e tentei fazer uma amizade com o Julinho, o filho do cunhado dele, sei como jovem se sente deslocado nesses ambientes. O moleque se soltou mais um pouco e logo já estava até me chamando de tio.
Durante o jantar o Carlos me falou que tinha uma pequena casa de campo com piscina, nos arredores da cidade, e que estava pensando em ir passar o próximo feriado prolongado lá, se eu quisesse seria muito bom ter a minha companhia. Iriam somente ele, a esposa e os filhos e eu seria bem-vindo.
Aceitei o convite, já que não tinha nada programado para o feriado que se aproximava, também estava querendo descansar a cabeça, pois andava trabalhando muito.
A semana passou rápido e logo chegou a sexta feira do feriado. Eles foram na frente, chegaram cedo e eu fui um pouco mais tarde, cheguei por volta do meio dia.
Carlos me mostrou a casa toda, era pequena, mas muito agradável, uma piscina também pequena, mas muito bem estruturada, tudo feito com o talento de arquiteto do Carlos.
Ele me disse que além dele, da esposa e dos filhos, ele tinha levado o Julinho, filho do cunhado que estava de férias da escola, assim os filhos não ficariam tão sozinhos, apesar do moleque ser um rapazinho, e a gente sabe que jovens não costumam gostar muito de crianças.
Me disse também que eu iria ficar num quarto de hóspedes que ficava na parte externa da casa e esperava que eu não me importasse de dividir o quarto com o Julinho, já que não ia acomodá-lo junto com os filhos no quarto deles.
Eu disse que estava tudo bem, coloquei minhas coisas no quarto, e logo estava na piscina, junto com todos.
As crianças brincavam dentro da piscina com junto com o Julinho, que assim que me viu abriu um sorrisão, acho que eu era o que mais se aproximava de uma pessoa igual a ele.
Depois de bebermos um pouco e comer um churrasco, eu já estava dentro da piscina brincando com os meninos.
Numa dessas brincadeiras eu notei que Julinho sempre que podia roçava o corpo em mim e me abraçava. Num desses abraços eu percebi que ele estava com o pau duro dentro do calção de banho que usava. Tentei tirar esses pensamentos de minha cabeça, mas ao ver o moleque sair da piscina, e notar que aquele corpo juvenil escondia uma bundinha muito redondinha e arrebitada, eu comecei a imaginar loucuras, tive de me conter para não ficar de pau duro e chamar a atenção.
No meio da tarde, ainda brincando na piscina, eu vi que o Carlos atendeu o telefone e me disse que iria na casa de um amigo que tinha uma casa ali perto e estava querendo vê-los. Seus filhos logo se animaram e saíram da piscina, dizendo que iriam na casa do Tio Pedro, era esse o nome do tal amigo. Eu falei que se eles não se importassem eu preferia ficar. O Julinho também disse que iria ficar comigo.
— Tá bom! Então vocês ficam aí, que logo a gente tá de volta. – Disse o Carlos, saindo com a esposa Andreia e os filhos. O Julinho de dentro da piscina fez sinal pra mim.
— Vem Tio Claudio! Vamos brincar um pouco só nós dois, a água tá muito boa. – Entrei na piscina e logo estávamos brincando, apesar de ser moleque, Julinho tinha quase a minha altura, e toda vez que encostava em mim, sua bunda roçava meu pau que já estava muito duro, agora que estávamos só os dois e eu não precisava disfarçar.
Numa dessas roçadas eu o segurei por trás, o abraçando apertado, deixando sua bundinha bem grudada no meu pau, notei que seu pauzinho também estava bem duro e que ele, ao invés de fugir, empinou bem a bundinha e deu uma gemidinha gostosa. Eu passei a língua em seu pescoço e logo senti a mãozinha dele apertando meu pau por cima do short.
— Você gosta disso Julinho? – Perguntei em seu ouvido, e aproveitei para enfiar a língua, lambendo sua orelha. Ele apenas balançou a cabeça afirmativamente e continuou apertando meu pau. Eu enfiei a mão dentro de seu calção e logo estava com meus dedos em seu cuzinho, sentindo suas preguinhas enrugadinhas. Ele gemeu mais uma vez, me falando com uma voz manhosa:
— Ai Tio Claudio! Que gostoso!
— A gente tem de ter cuidado, tenho medo de seu tio voltar logo. – Falei.
— Eu conheço esse Pedro amigo dele. Ele tem um filho rapaz muito chato e conversa muito. Quando eles vão lá sempre demoram. – Ele me falou e eu lambi mais uma vez seu pescoço, sentindo aquela pele macia e novinha, toda arrepiada. Logo já estava com o calção dele abaixado e metia a ponta de meu dedo em seu cuzinho. Ele gemia e se contorcia, enquanto não largava meu pauzão que, de tão duro, chegava a doer.
Fazia dias que eu não gozava e sentia as bolas pesadas de leite. Empurrei ele para a beira da piscina, fiz ele ficar curvado e puxei seu calção para baixo, deixando a bundinha toda exposta. Meus amigos podem crerem, só de olhar aquela bundinha lisinha, branquinha e toda arrepiada, eu quase gozei. Abri as bandas da bunda dele e vi aquele cuzinho fechadinho, com as preguinhas todas no lugar, cu de moleque. Não me contive e meti a língua, lambendo e sugando aquele buraquinho delicioso. O moleque gemeu alto, quase gritando:
— Ai Tio Claudio, que gostoso! Faz de novo, continua, ninguém nunca fez isso comigo! – Eu atendi aos apelos do moleque e continuei linguando aquele cuzinho, logo ele estava estufando e piscando o cuzinho para sentir minha língua mais no fundo.
Com medo de ser flagrado, já que a piscina ficava bem na frente, perto do portão de entrada, eu saí da piscina e puxei ele em direção ao vestiário e chuveiro, que ficavam mais escondidos, na lateral. Assim, se ouvíssemos barulho de chegada, dava pra gente disfarçar.
Na frente do chuveiro eu arranquei meu short, meu pauzão duro saltou pra fora, o moleque olhou com cara de guloso. Ele também arrancou o calção e ficou peladinho na minha frente. Eu pus a mão em seu ombro e empurrei ele pra baixo, ordenando:
— Chupa meu pau! Põe na boca e chupa como se fosse um picolé. – O moleque, obediente, se ajoelhou e começou a lamber a cabeça de meu caralho, eu que achei que ia ensinar alguma coisa me surpreendi, quando ele chupou direitinho, quase engolindo meu pau inteiro, só não o fez por seu um pau muito grosso.
— Isso moleque! Chupa o pau do Tio! Tá gostoso! Você já fez isso antes? – Perguntei curioso. Ele levantou a cabeça, me olhou, deu uma lambida no caralho e falou:
— Minha mãe teve um cara que saía com ela, ele um dia me ensinou a mamar o caralho dele, mas não era tão grosso assim como o seu. – Ele falou isso, continuou mamando meu pau e eu sentia que não ia conseguir segurar o gozo por muito tempo. Aquele menininho com cara de inocente estava me levando à loucura.
Levantei ele e o virei de costas pra mim. Ele se apoiou na parede e empinou o rabo, eu dei uma lambida gostosa em seu cuzinho, sentindo-o piscar. Comecei a pincelar a cabeça de meu pau em seu reguinho, tentando encaixar bem na estradinha, enquanto ele gemia baixinho.
— Que gostoso Tio Claudio! Tá muito bom! – Toda vez que eu o ouvia falar meu nome assim eu me controlava para não gozar.
— Tô quase gozando moleque! Estou quase pondo meu leite pra fora. – Falei em seu ouvido, forçando a cabeça em seu buraquinho.
— Goza Tio! Goza em meu cuzinho! – Ele disse isso empinando mais a bundinha. Eu dei uma cuspida na mão e passei em seu cuzinho. Empurrei meu pau, mas o cuzinho estava muito apertado.
— Devagar Tio! Seu pau é muito grosso! – Eu estava quase gozando, não conseguia segurar mais, dei um tranco e senti a cabeça do pau romper aquele buraquinho, ele deu um grito, mas eu segurei em sua cintura e empurrei mais um pouco.
— Tá doendo Tio! Tira de dentro! Eu não vou aguentar! Vai devagar. – Ele falava tudo ao mesmo tempo.
— Só mais um pouquinho Julinho! Aguenta só um pouquinho, o Tio vai gozar em teu cuzinho. – Eu falei isso e dei uma bobada em seu cuzinho, fazendo ele gemer forte. Dei mais umas bombadas e senti meu leite chegando, espirrando forte dentro daquele buraquinho quente.
Abracei aquele corpinho quente e jovem, enquanto meu corpo tremia de tesão. Senti seu coraçãozinho pulsando e vi um leite ralinho escorrendo na parede. Ele também tinha gozado sem tocar no pau, que para sua idade até que era grandinho.
Ouvimos um barulho de carro chegando, vestimos nossos calções e corremos para a piscina.
O Fim de semana prolongado estava apenas começando.
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Abraços a Todos!