Leite de Grossão

Por: Jorge • 11/07/2026 • 330409 leituras
Capa do conto
Depois de dois meses de quarentena eu tava doido pra cair no mar. O jeito foi sair de madrugada e ir ao Arpoador. Não tinha ninguém. Deixei a roupa na areia e nadei, pelado. Depois sentei na praia e fiquei olhando o reflexo da lua no mar. Aí apareceu um cara. Sem me ver, tirou a roupa e caiu nágua. Corpo perfeito, bunda como eu gosto, forte, empinada, redonda e carnuda. Tão branco que a pele cintilava. Ele só me viu quando saiu do mar, como um deus grego, deslumbrante.
- A água tá quente mas quando a gente sai fica frio.
Ele tava tremendo. Gringo, pelo sotaque.
- Senta aqui na minha toalha pra secar. Quer um cigarro?
- Obrigado.
De perto, ainda mais lindo, moreno de olhos azuis.
- Quando eu te vi achei que era um ator de cinema, não tô lembrando o nome...
- Ryan Reynolds? É meu irmão mais velho. Sou canadense, diplomata, trabalho no consulado.
Diplomata, ótimo, quase todos são gays ou enrustidos.
- Eu quando te vi achei que era um deus africano, Xangô, Ogum, Oxóssi...
- Sou filho de Ogum, meu nome é Jorge.
- Que coincidência, eu sou George. Prazer.
Ele apertou minha mão e acariciei a palma com meu dedo grosso.
- Eu esperei minha mulher dormir e vim dar um mergulho, não aguento mais essa quarentena. Você também?
- Casado? Não, sou livre.
- Que inveja. A gente vive brigando, vamos acabar nos separando.
- Um cara lindo como você vai se dar bem.
Ele riu, tímido.
- E você tão forte e grandão deve se dar muito bem.
- É, chovem rapazes gostosos que nem você.
- Você é gay?
- Sou. E você?
- Eu tive umas... experiências quando tava no college mas não foi legal, acabei me casando.
- Tá a fim de uma... experiência? Uma brincadeira gostosa?
- Aqui?
- Só tem nós dois, ninguém vai ver.
- Vamo ali atrás daquelas pedras onde tá bem escuro.
Ele foi na frente, eu atrás admirando a bunda gloriosa do gringo. Quando ele parou, agarrei-o pela cintura e o beijei.
- Nossa como você é alto, tô na ponta dos pés e não te alcanço.
Levantei-o pelas pernas e o segurei no colo. Ele passou os braços em volta do meu pescoço e me beijou apaixonadamente.
- Que loucura estou morrendo de tesão por você.
- Eu também.
- Você já transou aqui?
- Perdi a conta de quantos caras eu comi aqui.
- Você gosta de comer? Eu gosto de dar.
- Nascemos um pro outro.
- Mas eu tenho medo. Os caras que me comeram me machucaram, doía muito. Por isso eu parei.
- Eu não vou te machucar, prometo. Se você se entregar não vai doer nada.
- Que coisa dura é essa roçando na minha bunda?
- É o Grossão e ele tá louco pra entrar em você.
- Grossão? Deixa eu ver.
Botei o gringo no chão e ele se ajoelhou maravilhado.
- Meu Deus que caralho gigantesco! Nem em sonho imaginei tão grande, grosso, negro, duro feito granito e coberto de veias. E o cabeção? Do tamanho de uma manga das grandes. Pingando mel!
O George, com tanto desejo de macho represado há anos, tirou o atraso. Caiu de boca. Beijou e lambeu meus culhões, sorveu o mel de pica, abocanhou o Grossão e não descansou até engolir a tora toda até o talo.
- É a primeira vez que eu engulo um cacete inteiro, e nem engasguei!
- Eu te falei, te entrega que a coisa vai. Vira de costas, te apoia nas pedras e abre bem as pernas.
Agarrei e mordi a bunda branca e lisinha, sem um pelo. O olhete tremia piscando pra mim. Arrombado, mas discretamente. Se eu não fosse especializado em cu não sacaria que ele não era cabaço. Meti a língua e a rosquinha se abriu. O gringo gemia de prazer.
- Nunca um macho meteu a língua no meu cu, que delícia.
- Esses caras que te comeram no college eram ruins de foda.
- Era o time de basquete, um bando de negões, eles gostavam de me usar, barbarizar, me chamavam de cadela, mijavam na minha cara.
- Mas você gostava.
- É, e pedia mais. Mas tô gostando de ser tratado com carinho.
- Então te prepara que lá vem pica.
- AAAAAAAAAAAI MEU CU!
- Que foi tá doendo quer que tire?
- Não! Tá bom demais. Mete tudo.
- Que cuzinho apertado você tem.
- Você é que é grosso demais. Entrou tudo?
- Só metade. Guenta firme.
- Tô sentindo o cabeção me arrombar lá no fundo.
- Pronto entrou tudo. Sente meus culhões esmagando tuas bolinhas. Tá gostando do teu novo macho?
- Me fode Grossão, me fode!
- Quer moleza ou quer uma foda braba?
- Bem braba, bota pra foder.
- Vou te abrir uma cuceta safada, te dar uma surra de pica que nem tu gosta.
- Me fode meu cachorrão.
- Tu é minha cachorrinha?
- Sou meu garanhão, fode a tua égua, sou tua cabrita, tua leitoa, tua marreca. Me arromba, me arregaça, me vira do avesso, me faz de gato e sapato, machuca a tua fêmea, me mata de prazer!
- Vou te pegar assim no colo e te foder que nem uma boneca de pano, te jogar pra cima pra tu cair empalado no Grossão. Isso, pula minha potranca, relincha minha égua, grita minha cabrita!
- Aaaaah tô gozando, goza comigo, me enche de porra!
- Gggggrrrrrrrhhhhhh! Toma o leite do teu macho no fundo do cu!
Caímos no chão exaustos. Nunca comi um cara que gostasse tanto de ser arrombado pelo Grossão.
- Jorge acho que vou deixar minha mulher pra ser tua cadelinha.
- Não faz isso George, vocês tem filhos?
- Dois.
- Então você pode ser um bom marido e um bom pai e dar pra mim quando tiver vontade. E gostoso como você é vai arrumar outros machos, tá cheio de negão roludo aqui no Rio doido pra comer um gringo tesudo como você.
- Tá bom. Mas promete que vai me dar muito leite de Grossão.
- Prometo. Quer dar mais uma?
- Quero! Mas dessa vez eu vou sentar no Grossão.

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