Aquele dia seria diferente. As trepadas eram cada dia mais intensas. Sua baba escorriam nas pernas só de ouvir que eu iria chupa-la com violência e faria gozar na minha boca, e assim teria que tomar aquele leite gostoso que desce da boceta de uma mulher. Depois de muito tempo já transando, decidimos trocar telefones. Entre uma aula e outra, mandei uma mensagem dizendo que ia passar a rola naquela boceta raspadinha ali na escola.
Uma sala vazia, alguns trabalhos pra corrigir e era o cenário perfeito pra uma socada rápida, mas vigorosa. Plano de ação feito. Mensagem enviada. E a mais rápida resposta. “To indo”.
A aluninha adentrou a sala encostou a porta, com seu vestido no meio da coxa, um cabelão até a cintura e ali mesmo foi devorada. Linguada no pescoço seguida de uma bela dedada pra afastar a calcinha pro lado. Deitei a garota na mesa de quatro e passei a língua naquela boceta melada. Como não podia gritar, se contorcia num Q de medo, tesão e entrega. A língua entrava na boceta e subia até aquele cuzinho gostoso. No meio de linguadas dois dedos entrava e saia de sua boceta que tinha gosto de mel. Uma apertada e uma chupada nos peitos pra deixar todo marcado e ela lembrar que um macho havia passado por ali a arrebentado toda por dentro e por fora. De quatro em cima da mesa e com o pau mais duro que uma medeira, enfiei naquela xana gostosa que gemia baixo com medo de ser escutada. Quatro ou cinco socadas dentro, tirei a rola coloquei ela ajoelhada na minha frente e mandei mamar gostoso com aquele olhar de menina-mulher e chupando a rola como se fosse um sorvete. As bolas iam sendo acariciadas e rola engolida, toda babada e ainda mais dura.
Peguei –a pelo cabelo e joguei de quatro novamente em cima da mesa e soquei gostoso com a calcinha de lado e aquele rabo na minha frente sendo arranhado e manuseado com as mãos firmes e a rola sendo enfiada sem dó. As bolas batiam na bunda fazendo barulho e os gemidos eram de tesão e medo, até que o leite escorreu todo lá dentro daquela boceta molhada, carnuda e quente.
Tomou mais umas quatro ou cinco estocada pro leite sair todo lá dentro. A calcinha encharcada de melado, baba e leite.
Se arrumou, como deu, toda vermelha por ser branca e saiu no corredor para sua sala, com a boceta cheia de leite. Guardei minha rola e sabia que teria que dar mais uma ainda, pois ela continuava dura feito pedra.
O rosto depois da ninfeta, era de quem queria contar pra alguém, mas sabia que não podia, senão aquele cacete não entraria mais na sua boceta e rabo.