Eu cresci num vilarejo bem pequeno e com poucos recursos, mas sempre fui muito feliz. Quando eu tinha uns 7 anos uma senhora se mudou pro lado da minha casa e ela tinha dois netos. Um tinha a minha idade e o outro uns 12 anos. Fiz amizade rapidamente com o menino de 7 anos e começamos a brincar juntos, jogava bola, corrida, essas coisas de criança. Um belo dia, nos dois estávamos brincando e ele falou que ia me ensinar uma brincadeira nova. Falou pra eu deitar no chão e veio por cima, me encoxando. Senti o pintinho dele duro e algo dentro de mim fez com que eu ficasse com vontade de continuar sentindo mais aquela sensação boa. Ele perguntou se gostei e disse que sim. Falou pra gente ir no quintal da casa que ia me mostrar outra coisa. Quando chegamos lá, ele falou pra eu baixar o calção e ficar de quatro. Depois cuspiu bastante no meu cuzinho e ficou tentando colocar o pintinho no meu cu, mas sem jeito, acabou não entrando. Depois falou que era pra eu fazer o mesmo. No final, acabamos mais esfregando o pintinho um no cu do outro, mas pra mim já era algo novo e com gosto de quero mais. Passamos a fazer essa brincadeirinha todo dia. Nunca conversamos sobre, não sei quem ensinou essa safadeza pra ele, apenas fazíamos, era nosso segredo. Um dia a gente tava nessa safadeza e fomos flagrados pelo mais velho, que não era irmão dele, eram primos criados pela avó. Ele se chama Rogério. Nesse dia a gente tava no banheiro que ficava do lado de fora da casa, quem mora no interior sabe que os banheiros geralmente ficam do lado de fora, no quintal. Nisso que ele flagra a gente de calção baixo, manda o mais novo vigiar pra avisar se a vó deles fosse pro quintal e se tranca dentro do banheiro comigo. Nesse dia eu perdi o cabaço do cu. Ele falou que ia brincar comigo também e pediu pra eu chupar o pau dele. Disse que não, que tinha nojo, aí ele falou: "então cospe na mão e pega nele". Eu cuspi e peguei no pau dele que tava bem duro. Depois ele mandou eu fazer movimento de vai e vem. Aquilo tudo me deixou tão excitado e não sabia exatamente o que sentia, mas estava muito gostoso. Daí ele me mandou ficar de quatro, no chão do banheiro e eu fiz. Cuspiu bastante no meu cu, meteu um dedo e me mandou relaxar. Quando tentou meter o pau, eu disse que tava doendo. Ele então se sentou no vaso e mandou eu sentar em cima. Sempre usando bastante cuspe como lubrificante. Eu não conseguia relaxar pro pau entrar e então ele foi extremamente delicado comigo. Mandou que eu brincasse de cavalinho com o pau dele, só a cabecinha que entrava um pouco e eu já levantava. Ele cuspia no pau a cada vez que eu me levantava, até que gozou e eu senti minhas pernas e cuzinho melado de porra. Depois daquele dia, eu sempre ia pra casa deles, mas a brincadeira era com o mais velho. Ele era muito bondoso comigo e na terceira vez que fizemos essa brincadeira da cavalgada ele forçou a entrada do meu cu e conseguiu enfiar tudo. Eu já estava com tesão e vontade de dar pra ele e acho que relaxei o rabinho o suficiente. Ele me comia no banheiro do quintal, quando a vó dele saia de casa eu ia pra lá e a gente brincava na cama dele. Ele pegava o espelho e colocava pra eu ver meu cu sendo penetrado pela rola dele. O mais novo chama Tiago, ele acabou sendo cúmplice das nossas putarias. Um dia eu resolvi que ia dar pra ele também, já que só o Rogério que me comia. Falei pro Rogério que depois que ele metesse era pro Tiago vir me comer também. Assim foi por uns dois anos. Até que o Rogério foi morar com a mãe dele.
Lembrança da infância
Sua imaginação também tem espaço aqui.
Escreva o seu conto