- É aqui, que Maria diz:
Lembras da vez, que te meti uma cenoura no cu?
Eu, ri e disse:
- Lembro, só que agora, já não uso cenoura, queres ver, o que por vezes uso?
Ela fez um ar de espanto, e perguntou:
- Tu gostas de levar no cu?
Eu: - Meteste-me o vício!
Entretanto sai do quarto, e fui a outro quarto, e trouxe um brinquedo.
Quando lhe mostrei o brinquedo, ela perguntou:
- É, isso é diferente dos que já vi!
Aí tive de explicar, que era para usar em dois, ele e ela, explicando como usar.
Ela achou interessante a ideia, pois assim gozaríamos os dois, ela na ratinha, e eu no cuzinho.
Depois da explicação, preferimos, primeiro brincar os dois, em um delicioso 69, onde ela lambendo meu pau, e eu sua ratinha, ao mesmo tempo, que ambos íamos brincando com os dedos, cada um do buraquinho do parceiro.
Até, que paramos, e ela me fez ficar de gatas (4), e passou a lamber meu cuzinho, e a bater um punheta.
Uma delícia, como ela passava a pontinha da língua no meu buraquinho.
Lambeu o buraquinho, e o pau de tal forma, que tive de lhe pedir para parar, ou eu gozava.
E foi aí, que ela me pediu para lhe apertar o brinquedo, para ela me enterrar ele no cuzinho.
Primeiro, meti um pouco de Gel na ratinha, e encaixei o brinquedo na ratinha, depois apertei as fitas envolta da cintura, e cai de boca no brinquedo.
Ela riu e disse, que eu sabia chupar um pau, em seguida, deitei de franguinho-assado, e ela fazendo apontaria, encaixou o brinquedo no meu cuzinho.
Foi entrando devagar, depois de todo dentro, agarrou meu pau, e passou a masturbar.
Estava bom de mais!
Entretanto ia-lhe fazendo carinhos nos seios, e ela masturbando, e enterrando o “Dildo no cu”.
Aquilo estava bom de mais, até que comecei a levantar a anca, para o sentir mais fundo, e ela a masturbar com mais força, ambos gemíamos.
Durou uns minutos bons, até que de meu Pau foi saindo uma babinha, e ela perguntou se eu estava a gozar, e eu lhe disse, que estava quase.
Aí começou a enfiar e a masturbar, mais rápido, ao mesmo tempo, que diz:
- Não aguento mais, eu gozo, goza também, goza, aiiiii
E foi isso, ela gozou ao mesmo tempo, que eu me esporrei todo de encontro a sua barriguinha.
Entretanto, ela tirou o “brinquedo” de meu buraquinho, e logo saiu a outra parte de sua Ratinha, depois deitou sobre mim, e ali ficamos um pouco aos beijos, e ela disse, que tinha sido bom, poder comer meu cu, e ter gozado junto…
Depois desta, voltamos a tomar um banho, e por fim deixamos dormir…
Aí a meio da noite, ela acorda e virando para mim, diz:
- Kapa, tenho uma curiosidade!
Eu: - Que curiosidade é essa, hen?
Maria: - Se sentes prazer, com um pau no cu, imagina, se fosse uma mão.
Eu: - Estás doida?
Maria: - Quando estava grávida, o médico enfiou a mão na minha Ratinha, para ver se o bebé, estava pronto para sair.
Depois de ver tudo, enfiou uns dois, três dedos no cu, que até vi estrelinhas, disse ele, que era para ver se estava tudo bem, e eu fiquei com essa na cabeça, será que, o que fez na ratinha, daria para fazer no cu?
Eu: - Porque não lhe perguntaste?
Maria: - Além da curiosidade, tive vergonha!
Eu: - Queres, que tente ver se dá no teu cuzinho?
Maria: - Até podes tentar, mas eu queria era ser eu a tentar no teu cuzinho, que dizes?
Eu: - Digo, que és doida, mas como foste tu, que meteste uma cenoura, e agora um Dildo, quem sabe, em seguida a mão, e nisto dei um risinho.
Maria: - Estás com muito sono?
Eu: - Algum, porquê?
Maria: - Vamos tomar um banho?
Eu: - Ainda há pouco tomamos!
Maria: - Eu sei, mas queria mesmo era, fazer-te uma lavagem intestinal!
Eu: - Que é isso? (como se não soubesse)
Maria: - Anda levanta-te…
E lá fomos nós até ao WC.
Ela ligou a água, e depois explicou, o que queria fazer-me, fazendo a ela primeiro…
Quando ela estava pronta, tratou de me fazer o mesmo.
Tudo limpinho, tomamos novo duche, e depois de bem limpinhos, voltamos ao quarto, onde logo ela diz:
- Deita-te, quero fazer o tratamento primeiro a ti!
Eu ri, e disse:
- Nada disso, desta vez sou eu, que te faço a ti primeiro, deita-te de costas na cama, vamos lá ver como será tal doidice…
Ela rindo, disse:
- Vai com calma, e bastante Gel…
E assim foi!
Ela deitou de costas, com uma almofada por baixo das ancas, tendo ficado pronta para o sacrifício…
Aos poucos, enchi minha mão, e seu buraquinho de gel, e lá fui primeiro, meti um dedo, depois dois, três fazendo-os rebolar dentro do buraquinho, ela gemia e rebolava nos meus dedos…
Beijei-lhe o clitóris, lambi seus lábios, e lá foi mais um dedo, cuzinho dentro…
No quarto dedo, já foi junto o restante da mão, ela gemeu e disse:
- Para Kapa, para, que dói, além de estar bom, mas dói…
Eu: - Já parei, toda a mão está dentro de ti, agora é só ver quanto tempo aguentas ela assim, rebolando dentro do buraquinho!
E voltei a lamber os lábios e clitóris…
Ela acalmou, e rebolou sentindo a mão dentro de si…
Eu, ora rebolava a mão, ora abria e fechava os dedos dentro de sua tripinha, até que aos pouco, fui tirando, não um dedo de cada vez, mas sim a mão toda, o que fez, Maria dar um gemido mais forte, mas tudo se passou, sem estragos.
Mão toda fora daquele cuzinho, logo o buraquinho se foi fechando, sem ficar marca nenhuma…
Aí é Maria, que diz:
- És um malvado, mas vais sofrer também garanto!
Caí por cima, e dei-lhe um beijo, fazendo-a ficar mais calma, demorou uns minutos bons, até ela virar-se para mim, e dizer:
- Agora vai ser a tua vez de me sentires dentro de ti, mas pelo buraquinho do cu!
Ri, e logo deitei de costas…
Ela faz o mesmo, que lhe tinha feito, meteu uma almofada por baixo de minha anca, e antes de qualquer outra patifaria, deu uma lambidela na cabeça do pau, deixando-o bem rijo e lambuzado…
Após isso, logo pegou no Gel, primeiro meteu uma boa dose no meu buraquinho, logo com a ajuda de dois dedos, foi empurrando para dentro.
Depois besuntou a mão, e começou com os dois dedos, metendo-os dentro de meu cuzinho, fazendo-os rodar, não contente com os dois dedos, logo de seguida empurra, quatro dedos, que ora enfiava, ora retirava.
Eu, apenas gemia, e dizia:
- Fode o meu cuzinho, fode querida, mete logo a mão, para ver se dói!
Conforme acabei de dizer isso, ela retira os quatro dedos, mete mais Gel no buraquinho e na mão, fecha esta, juntando os cinco dedos, e começa a enfiar tudo no buraquinho.
Só senti meu anelinho, a alargar, e nisso toda a mão estava dentro de mim.
Gemi, e subi o corpo, sentindo sua mão toda dentro de minha tripinha (pela segunda vez na vida, senti uma mão dentro de mim).
Depois de ter toda a mão dentro de minha tripinha, começa a rodar a mão, e aos poucos conseguiu, meter mais um pouco, e aí, ora retira um pouco, ora enfia um pouco mais.
Dizer, que não doía, estaria a mentir, mas, não é, que ás tantas estava a sentir um certo gozo.
Ela manteve-se nisso, de tirar e meter mais um pouco, e rodando o braço, uns minutos bons, até que ás tantas, começa por tirar a mão toda, sentindo eu um alívio grande.
Só, que esta cabra, não se ficou por isso, pois logo, que retirou a mão, voltou a enterrar tudo de novo, e desta, até aí a meio braço, fazendo, com que eu desse um forte gemido.
Ela riu, e disse:
- Que foi, gostou, foi?
Eu: - Cabra, não estava á espera desta vez, não achas, que chega?
Ela, não disse, nada, apenas voltou ao entra e sai, mais um pouco, mas desta vez, voltou a lamber meu Pau, só que este, não ficou rijo, apenas babava um líquido grosso e meio peganhento…
Por fim tirou a mão, fazendo carinho, no buraquinho, que segundo ela, parecia uma rata, após parir.
Por fim, tudo acalmou, e foi voltando ao tamanho normal, mas meu buraquinho ficou inchado, ainda uns dias.
Depois desta, deixamo-nos por fim dormir, só acordando no dia seguinte.
No dia seguinte, foi o dia, que após o almoço, fui levar ela á Estação, para voltar á sua terra, mas antes, logo após acordar, ainda demos uma bela de uma foda, e onde deu para ver o estado de nossos buraquinhos, e ambos estavam bem inchados, mas tudo acabou…
Até hoje, não nos voltamos a ver, além de uma vez por outra, falarmos via telefone ou Facebook
E assim terminou a saga de Maria.
Que acharam desta, os meus Amigos, hen?
Valeu um votinho e comentário?
PS= Fotos da Net, espero que tenha ido as cinco, que escolhi desta vez, pois no último conto, das cinco, que enviei, só saiu duas…