Foi o que eu fiz. Saí em disparada, não sei por que, e quando voltei ela já estava toda arrumada e não havia mais ninguém em casa. Disfarcei um pouco e falei que tomaria banho antes de fazer meu lanche. Antes de ir para meu banho passei no banheiro de meus pais. Olhei no cesto de roupas para lavar e lá estava uma calcinha de minha mãe, ela deveria ter usado a calcinha para se limpar depois que percebeu que eu estava em casa, na pressa, e a jogou lá enrolada em uma camiseta para lavar. Eu abri a calcinha e fiquei maravilhada, corri com ela para o meu banho. Me tranquei no banheiro e cheirei e lambi aquela calcinha absolutamente cheia de porra. Tinha muito esperma ali, o gosto não era ruim e a sensação de estar fazendo aquilo era deliciosa. Fui mais ousada, vesti a calcinha, e tive outra sensação maravilhosa ao sentir aquele monte de esperma em contato com meu grelo, que já tinha um bom tamanho, mesmo sendo muito novinha. Me masturbei deliciosamente esfregando aquela calcinha gozada na minha buceta. Quando eu a tirei ela estava ainda mais melada, estava branca, pois de tanto esfregar aqueles sucos viraram uma espécie de pasta ou espuma, não sei direito, mas lembro bem de tirar da calcinha e enfiar com meus dedos na buceta. Gozei muito, tanto que cheguei a ficar cansada. Naquela noite eu não consegui me esconder no quarto de meus pais para assistir sua transa, como eu adorava fazer, mas consegui assistir um pouquinho pela fechadura, e tiver certeza de que o pau que entrou em minha mãe mais cedo não era do meu pai, o de meu pai era bem maior. Depois da transa meus pais discutiram um pouco, parece que por motivo da compra de um carro, algo assim, só sei que meu pai dormiu no sofá da sala. Minha mãe logo dormiu, entrei em seu quarto e percebi que ela estava em um sono pesado, claro, estava cansada, dando para dois machos em tão pouco tempo, só poderia cansar mesmo. Fui para a sala e meu pai ainda estava acordado, assistindo tv. Deitei de conchinha com ele, recebi seu carinho e percebi que ele logo dormia também. Procurei me mexer um pouco para ter certeza de que realmente ele dormia, como não aconteceu nada, levei a mão para trás de meu corpo e procurei pelo seu pau. Encontrei ele mole, dentro de sua cueca e o fiquei acariciando. Eu estava maravilhada com aquilo, pela primeira vez eu estava segurando, mesmo que por cima da roupa, o pau de meu pai. E que pau! Fiquei tentada a tirar ele para fora da cueca, mas antes disso apenas coloquei a mão por dentro da roupa dele e tive um orgasmo ao sentir aquele mau na minha mão. Fiquei com certeza vermelha, eu tinha a impressão de que ele sabia o que eu estava fazendo. Levantei e, para tirar a prova, baixei minha calcinha e coloquei minha buceta melada bem nos lábios dele. Ele não teve nenhuma reação. Beijei delicadamente seus lábios para limpar meu mel que havia ficado ali. Fui conferir novamente o sono de minha mãe e ela ainda estava dormindo exatamente na mesma posição. Tirei o lençol de cima do corpo dela e fiquei observando por um tempo. Ela era mesmo uma mulher desejável, tinha seios médios e uma buceta bem depilada, lisinha, com o grelo grande e grandes lábios volumosos. Poderia comparar o grelo dela ao meu hoje em dia. Me aproximei, muito excitada, beijei e chupei seus seios. Automaticamente meus dedos começaram a brincar com minha buceta. Não me contentei em apenas observar e acabei cheirando sua buceta. Que tesão enorme me deu ao fazer isso...acabei lambendo devagar seu grelo e quando percebi eu já estava chupando vigorosamente aquela buceta que, a todo momento liberava uma boa quantidade de esperma de dentro, e eu, claro, engolia tudo. Eu consegui algumas vezes enfiar minha língua na buceta dela. Fiz isso por alguns minutos que pareceram uma eternidade. Logo eu a cobri novamente com o lençol e voltei para a sala, onde meu pai dormia ainda da mesma forma. Eu estava muito excitada, sentei no chão de frente para o sofá, coloquei o pau dele para fora e o acariciei. Resolvi ir além e o coloquei na boca. Tive uma sensação de extremo prazer, talvez pelo medo de ser flagrada. Comecei a chupar cada vez mais gostoso e senti que aquele pau que já era grande, ficou cada vez maior e mais duro. Conferia a cada momento se meu pai ainda dormia. Que vontade eu tinha de enfiar aquele pau na minha buceta, mesmo tendo certeza de que não entraria sem me machucar. Tive certeza de que meu pai estava sonhando excitado com minha mãe, pois chamou pelo nome dela por duas vezes, dizendo que estava com saudades da chupada. Continuei e senti seu pau dilatar. Apertei seu pau e coloquei a cabeça toda na boca, era tudo bom demais, até que meu pai começou a gozar, e o problema é que seu pau estava dentro da minha boca. Ele soltou uma grande quantidade de esperma na minha boca, eu fui acumulando aquilo tudo para poder cuspir no banheiro. Era um esperma grosso, não era ácido. Logo que ele terminou de gozar eu ouvi ele ressonar,um leve ronco, e virou um pouco seu corpo. Com me assustei e acabei engolindo quase toda a porra que estava na minha boca. Quase vomitei, mas depois até que achei o gosto bem interessante e não via a hora de poder tirar mais e mais leite daquele pau.
Lembranças do passado - Esperma do papai
Foi o que eu fiz. Saí em disparada, não sei por que, e quando voltei ela já estava toda arrumada e não havia mais ninguém em casa. Disfarcei um pouco e falei que tomaria banho antes de fazer meu lanche. Antes de ir para meu banho passei no banheiro de meus pais. Olhei no cesto de roupas para lavar e lá estava uma calcinha de minha mãe, ela deveria ter usado a calcinha para se limpar depois que percebeu que eu estava em casa, na pressa, e a jogou lá enrolada em uma camiseta para lavar. Eu abri a calcinha e fiquei maravilhada, corri com ela para o meu banho. Me tranquei no banheiro e cheirei e lambi aquela calcinha absolutamente cheia de porra. Tinha muito esperma ali, o gosto não era ruim e a sensação de estar fazendo aquilo era deliciosa. Fui mais ousada, vesti a calcinha, e tive outra sensação maravilhosa ao sentir aquele monte de esperma em contato com meu grelo, que já tinha um bom tamanho, mesmo sendo muito novinha. Me masturbei deliciosamente esfregando aquela calcinha gozada na minha buceta. Quando eu a tirei ela estava ainda mais melada, estava branca, pois de tanto esfregar aqueles sucos viraram uma espécie de pasta ou espuma, não sei direito, mas lembro bem de tirar da calcinha e enfiar com meus dedos na buceta. Gozei muito, tanto que cheguei a ficar cansada. Naquela noite eu não consegui me esconder no quarto de meus pais para assistir sua transa, como eu adorava fazer, mas consegui assistir um pouquinho pela fechadura, e tiver certeza de que o pau que entrou em minha mãe mais cedo não era do meu pai, o de meu pai era bem maior. Depois da transa meus pais discutiram um pouco, parece que por motivo da compra de um carro, algo assim, só sei que meu pai dormiu no sofá da sala. Minha mãe logo dormiu, entrei em seu quarto e percebi que ela estava em um sono pesado, claro, estava cansada, dando para dois machos em tão pouco tempo, só poderia cansar mesmo. Fui para a sala e meu pai ainda estava acordado, assistindo tv. Deitei de conchinha com ele, recebi seu carinho e percebi que ele logo dormia também. Procurei me mexer um pouco para ter certeza de que realmente ele dormia, como não aconteceu nada, levei a mão para trás de meu corpo e procurei pelo seu pau. Encontrei ele mole, dentro de sua cueca e o fiquei acariciando. Eu estava maravilhada com aquilo, pela primeira vez eu estava segurando, mesmo que por cima da roupa, o pau de meu pai. E que pau! Fiquei tentada a tirar ele para fora da cueca, mas antes disso apenas coloquei a mão por dentro da roupa dele e tive um orgasmo ao sentir aquele mau na minha mão. Fiquei com certeza vermelha, eu tinha a impressão de que ele sabia o que eu estava fazendo. Levantei e, para tirar a prova, baixei minha calcinha e coloquei minha buceta melada bem nos lábios dele. Ele não teve nenhuma reação. Beijei delicadamente seus lábios para limpar meu mel que havia ficado ali. Fui conferir novamente o sono de minha mãe e ela ainda estava dormindo exatamente na mesma posição. Tirei o lençol de cima do corpo dela e fiquei observando por um tempo. Ela era mesmo uma mulher desejável, tinha seios médios e uma buceta bem depilada, lisinha, com o grelo grande e grandes lábios volumosos. Poderia comparar o grelo dela ao meu hoje em dia. Me aproximei, muito excitada, beijei e chupei seus seios. Automaticamente meus dedos começaram a brincar com minha buceta. Não me contentei em apenas observar e acabei cheirando sua buceta. Que tesão enorme me deu ao fazer isso...acabei lambendo devagar seu grelo e quando percebi eu já estava chupando vigorosamente aquela buceta que, a todo momento liberava uma boa quantidade de esperma de dentro, e eu, claro, engolia tudo. Eu consegui algumas vezes enfiar minha língua na buceta dela. Fiz isso por alguns minutos que pareceram uma eternidade. Logo eu a cobri novamente com o lençol e voltei para a sala, onde meu pai dormia ainda da mesma forma. Eu estava muito excitada, sentei no chão de frente para o sofá, coloquei o pau dele para fora e o acariciei. Resolvi ir além e o coloquei na boca. Tive uma sensação de extremo prazer, talvez pelo medo de ser flagrada. Comecei a chupar cada vez mais gostoso e senti que aquele pau que já era grande, ficou cada vez maior e mais duro. Conferia a cada momento se meu pai ainda dormia. Que vontade eu tinha de enfiar aquele pau na minha buceta, mesmo tendo certeza de que não entraria sem me machucar. Tive certeza de que meu pai estava sonhando excitado com minha mãe, pois chamou pelo nome dela por duas vezes, dizendo que estava com saudades da chupada. Continuei e senti seu pau dilatar. Apertei seu pau e coloquei a cabeça toda na boca, era tudo bom demais, até que meu pai começou a gozar, e o problema é que seu pau estava dentro da minha boca. Ele soltou uma grande quantidade de esperma na minha boca, eu fui acumulando aquilo tudo para poder cuspir no banheiro. Era um esperma grosso, não era ácido. Logo que ele terminou de gozar eu ouvi ele ressonar,um leve ronco, e virou um pouco seu corpo. Com me assustei e acabei engolindo quase toda a porra que estava na minha boca. Quase vomitei, mas depois até que achei o gosto bem interessante e não via a hora de poder tirar mais e mais leite daquele pau.
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