Quando eu ainda era bem jovenzinha, meu irmão tinha um amigo chamado Deric . Os dois são bem mais velhos que eu e na época o tal do Deric devia ter uns 23 anos, pois tinha acabado a faculdade, enquanto que eu ainda estava no final do colégio.
Eu achava ele lindo,mas ele não me dava a mínima trela. Várias noites eu peguei meu ursinho de pelúcia que
eu apelidei de Deric e esfregava ele na
minha bocetinha virgem até ela ficar vermelhinha e eu com um calor e uns tremeliques que só mais tarde fui entender que era o famoso gozo de mulher.
Uma vez meu irmão viajou com o time dele de futebol, para outra cidade e o Deric veio aqui em casa buscar uma camisa que ele tinha deixado aqui.
Avisei que o meu irmão tinha viajado e que também não tinha ninguém em casa, só euzinha. Notei um brilho nos olhos dele, e o convidei para entrar e tomar um suco. É antiga esta estória, né...?
Começamos a conversar e ele jogou a pasta que ele trazia, em cima do sofá e disse que tinha que ir ao banheiro tirar água do joelho. Ele nem notou que a pasta se abriu quando ele a jogou e que apareceram duas revistas.
Eu peguei nas revistas e vi que eram revistas pornô, do mesmo tipo que meu irmão tinha mas que nunca me deixava ler. Fiquei doida de vontade de olhar e comecei a folhear uma delas. Cada cena que eu via me dava mais tesão que a outra. Nem notei que o Deric já tinha voltado do banheiro e estava atrás de mim me olhando folhear as revistas...
-“Tá gostando ?”
- “Ui... Deculpe. Não quis ser indiscreta, mas as revistas cairam da mala.”.
- “Não tem problema Karine. Você nunca tinha visto uma dessas ?”
- “Não. O meu irmão até tem umas aqui mas não me deixa ver.”
- “E o que está sentindo ao ver as fotos ?”
- “Um calor incrível nos seios, no pescoço, no umbigo e na ... tenho vergonha...”
-“Na xoxotinha né ?”
-“ É.”
- “Mas você ainda é virgem né ?”
- “Sou, e quero casar virgem, pois minha mãe disse que mulher que casa furada, o marido não respeita.”
- “Sabia que tem outros jeitos de brincar sem perder o cabacinho?”
- “Ah é ? Como?”
-“Dando o cuzinho.”
- “Ui.. deve doer a bessa.”
- “Não se for feito com carinho, e com o tempo fica ainda mais fácil.”
.
Aquela conversa foi me dando mais calor ainda e a gente só não sabia
como continuar o assunto, então me lembrei do meu urso.
- Deric, quer ver uma coisa engraçada ?
- O que ?
- Vem cá no meu quarto
- Tá vendo o meu ursinho ? O nome dele é Deric.
- Deu o meu nome pro urso ?
- Sim.. Eu tenho que confessar isso, pois está me doendo...
- Fala Karine.. Diz pro Deriquinho aqui, diz (e veio me abraçando)
- É que eu gosto muito mesmo de você mas sou tímida...
- E gostaria de brincar comigo na cama ?
- Com meu ursinho assistindo ? rsrsrsrs..
- Rsrsrs.. é. Prometo que não vou tirar o seu cabacinho..
Ambos tiramos rapidamente as roupas e eu me deitei meio de
lado, meio de bruços sobre a cama, com meu ursinho Deric me
olhando...
- E se doer no cuzinho ?
- Vou botar só este pedacinho (ele mostrou o cacete dele e quanto
pretendia colocar na minha bundinha de nenem..)
- Promete ?
- Prometo (e fez um xis com os dedos sobre os lábios).
Eu deixei ele passear a cabeça do caralho dele um pouquinho pela
minha racha da xana, mas sem penetrar nela, e então sem muito
aviso, o safado tascou vara no meu ânus.. Dei um grito, mas
ele me acalmou e disse pra relaxar que já já o cu abria.
Fiquei nervosa e comecei a choramingar, mas isso parecia que
provocava o garoto ainda mais, pois ele passou a bombar com mais
vontade apesar do meu choro e eu levei aquela carne toda pelos
fundilhos a dentro. Fiquei com uma vergonha.. E se saísse
sujo ? Nunca mais eu ia olhar na cara dele...
Resolvi relaxar e aproveitar.. Rapidinho passou a dor e ficou só
uma quenturinha gostosa no cu e na xota.. Aí senti o pau dele
inflar ainda mais lá dentro das minhas pregas e de repente o
esguicho lá dentro e o urro que ele deu ao gozar.
Removeu o pau vagarosamente para que eu não me borrasse
e a ferramenta saiu limpinha (ah que bom). Aí ficou um longo
tempo olhando a porrinha que saía do meu cú.
Então tomamos um banho junto e ele foi embora.
Depois daquele dia, não encontramos outra oportunidade pra
repetir a safadeza, mas dava gosto sentar com ele e com meu
irmão à mesa na minha casa e o safado do Deric dizer que a
comida naquela casa era uma delícia, principalmente as carnes
e a rosquinha.
Meu irmão não entendia, pois nossa cozinheira
nunca fazia rosquinhas. E eu ria de rachar o bico.
AGRADEÇO A TODOS QUE COMENTAM E VOTAM EM NOSSOS CONTOS, POIS COMO JA OUVI DE AMIGOS AQUI , QUE SEUS CONTOS QUE FORAM VISITADOS DIVERSAS VEZES , NAO RECEBEM VOTOS E QUE MUITOS NEM AO MENOS COMENTAM E ISSO DEIXA-NOS ENTRISTECIDOS , POIS MESMO AS CRITICAS NEGATIVAS SÃO BEM VINDAS ,POIS ATRAVÉS DELAS QUE IREMOS MELHORAR A CADA CONTO . ENTÃO CAROS LEITORES: FAÇAM COMO EU, COMENTEM, DEEM OPINIÃO ,ELA É IMPORTANTE A NÓS. BEIJOS EM FORMA DE LAMBIDAS... MELL