Liberando minha esposa p/pagar aluguel da casa IV

Por: bruno-207 • 12/07/2026 • 70701 leituras
Capa do conto
(Continuação)

A Renata continuava a trabalhar no bar do porto, o que não me agradava, mas que nos proporcionava algum desafogo financeiro. Ela ia recebendo as propostas mais ordinárias, que tratava de recusar, pois era uma mulher casada e respeitável. No entanto, duas vezes por semana fazia uma sessão de streaptease, que embora não fosse de nu integral, pois terminava com umas cuquinhas super reduzidas, deixava a plateia de homens em extase. Nesses dias ela tinha um salário reforçado.

O nosso vizinho Mateus, um viuvo de 65 anos, taxista de profissão costumava levar todas as noites a Renata ao bar. A Renata á muito se apercebia a forma como o homem a olhava. Num dia, a Renata achando piada ao descaramento do velho, deixou a sua saia subir um pouco acima do joelho, deixando o homem a percorre-las com o olhar pelo espelho, enquanto conduzia. De seguida a Renata com alguma safadeza, inclinou-se um pouco para a frente, deixando o Sr. Mateus a espreitar para dentro do decote.

Repentinamente, o Sr. Mateus parou o carro, numa zona escura e exclamou que o carro tinha quebrado. A Renata ficou bastante nervosa com a situação. O Sr. Mateus foi acalmando-a, fingindo chamar pelo celular um mecanico.

Enquanto esperavam o Sr Mateus foi para o banco traseiro, sentar-se ao lado da Renata para a tentar acalmar. Abraçava-a falando-lhe com algum carinho, enquanto passava as mãos pelas pernas da minha esposa, bem acima do joelho. Nessa altura foi-lhe dizendo que á anos não estava com uma mulher e o quanto daria para poder trocar algum carinho com ela. Ela foi ficando com pena do velho e abrindo um pouco as pernas deixou o velho tocar na sua buceta, mas por cima das cuequinhas. O velho foi passando os dedos na buceta da Renata. Ela interrompeu-o então: "Sr. Mateus, com menos força, se não o senhor machuca a minha xaninha". O velho estava obcecado e pedia agora para ela o deixar colocar a mão por dentro das cuequinhas. Ela não deixou, mas com pena do velho, deixou-o tocar nas suas maminhas.

O velho apertou-as com força, sentiu-as por cima da camisa da Renata, depois abriu-lhe a camisa, percebeu que ela estava sem soutien, aproveitou o momento e com os dedos apertou os bicos das mamas da Renata, sentindo-os a endurecerem, pediu-lhe para as lamber. A Renata estava super excitada, cedeu. O velho lambia as mamas da Renata sofregamente, chupava-lhe os bicos, ao mesmo tempo que enfiava algumas notas dentro das suas cuequinhas. Pedia-lhe agora para lamber a sua chaninha. A Renata apesar de excitada, foi-lhe dizendo que não podia, pois era uma mulher casada. O velho insistia, que o maridinho não necessitava de saber que era corno, que ele sabia que ela era bem putinha e que desejava ser lambida. O velho que tinha sido tão carinhoso de inicio, tratava-a agora como uma puta, o que excitava a Renata.

Ela guardou então o dinheiro, tirou as cuequinhas, abriu as pernas e deixou o Sr Mateus lambê-la. O velho lambeu-lhe primeiro as coxas, depois comecou-lhe a lamber a buceta, a chupar-lhe o grelo, enquanto lhe enfiava um dedo na buceta, sentiu-a bem melada. Ela gemia que nem uma cadela, deitada no banco do carro, com as pernas bem abertas e com a camisa aberta, de onde saiam as suas enormes mamas. Nessa altura o velho trepava para cima dela e a penetrava com o seu enorme caralho, começando a fode-la com uma força extrema. O velho estrupava a Renata, deixando-a dorida, mas num prazer imenso, até gozar. O velho continuou a fodê-la sem parar, até que tirou o seu pau da buceta da Renata e o enfiou na sua boca, segurando-lhe a cabeça com as duas mãos, fodendo-lhe a boca, para por fim esporrar na cara dela, atingindo os seus jatos de porra, a boca, a cara, os olhos e o cabelo.

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