Liberdade

Por: gama-deka-1 11/07/2026 18458 leituras
Capa do conto
Num mundo hipócrita
Onde corpo,   tesão, prazer
Tem regras, limites, proibição
Encontro você que me convida
A mergulhar no gozo profundo.
Sair derrubando muros
E correntes romper.
Nossos corpos serão livres
Sem amarras, sem leis, Sem mentiras.
Seremos um por vontade
Quando me abrir e deixar
Que me invada., me penetre, me consuma.
Seremos soltos na vida
A gozar aqui e ali,
Com outros, outras, em grupo.
Quando, exclusivamente, nos dois
Estivermos totalmente entregues
Seu membro a estocar minha gruta
Viscosa, escorregadia, gulosa
Te contarei segredos
Te confessarei prazeres
E ouvirei nos seus gemidos
O som da volúpia,
O grito lascivo de amores vadios.
Ah! Serei lambuzada, inundada, hidratada
Nesse seu líquido seminal
Me alimentarei do néctar que despeja em minha boca,
Mas não ficarei saciada
Sem que ocupe cada espaço, orifício e
abertura que carrego no meu corpo animal.
Você me dará por inteiro
Esse corpo todo erógeno.
Será para mim macho delicado,
ou domador feroz
Se abrirá entregue
Se eu pedir
Pois entre nós, tudo é permitido
A porta abrimos pra tudo que possa vir.
Livres somos e seremos
A cada entrega, penetração
Chupada ou lambida.
A cada gozo derramado,
A cada prazer que se escorrer de nós.
Convidaremos à liberdade
Os corpos, as vidas que se proibem.
Inundaremos com enchentes orgásticas
a ruas, praças e avenidas.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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