Para quem leu o ultimo conto: Liza! Minha insaciável cadela no cio, sinto muito por faze-los esperar tanto pela continuação. Tenho pouco tempo disponível para escrever aqui. E quando escrevo, gosto de tentar fazer bem feito. Do jeitinho que vocês, seus tarados do caralho merecem...
Mas vamos ao que interessa.
Como contei antes, eu e meus amigos da faculdade ficamos em um bar perto do campus mesmo, bebendo umas e jogando conversa fora, até que eu percebi que não ia rolar de eu pegar nenhuma garota naquela noite, então resolvi que iria pra casa. Avisei eles que ia voltar pra casa e que tinha uma garota me esperando em casa. Obvio que minha intenção era fuder Liza que ja estava no final do cio e eu mesmo fudendo muito, quem leu o ultimo conto percebeu, chegava a dar 4 fodas num dia com ela. Teve um dia que até neguei fogo, meu pau doía de tanto gozar. Meu saco parecia que virava do avesso de tanto sair leite, mas ela me procurava, Liza queria me esgotar de todo jeito, Só quem viveu um auge do cio de cadela sabe o que eu estou falando, elas ficam insaciáveis, fiam eufóricas por pica. Elas procuram o cara para fuder, se esfregam, erguem o rabo, fazem questão de mostrar a buceta pro cara instigando o macho a meter.
Liza sabia como me deixar louco, sabia como me fazer querer meter nela. E ela se mostrava muito receptiva a copular.
Lembro que cheguei em casa por volta das 23:40h pouco antes da meia noite, tirei as roupas, fiquei somente cueca, me atirei na cama e logo Liza veio comigo, começamos de brinquedo, fiz uns carinhos e logo meu pau já estava duro, e meus dedos atolados em sua buceta, já meladinha, exalando seus hormônios que me faziam ainda mais sedento por sua buceta e deixando um cheiro forte de sexo animal no ar. A sensação era louca, minha vontade era somente de fuder, não pensava em mais nada, já com uma certa quantidade de álcool no sangue, meus hormônios estavam a mil.
Me coloco de ladinho na cama, com ela também de lado de frente pra mim, arrumo sua cola para o lado, segurando com uma das mão seu corpo e a outra direciono meu pau ate a entrada de sua buceta que a essa altura pegava fogo, podia sentir seu calor em meus dedos e agora na cabeça no meu pau, que latejava de tão duro. Comecei com movimentos na cintura de vai e vem , deixando somente a cabeça do meu pau entrar e sair de seus lábios, aquilo me deixava louco. Escutava o barulho que fazia em sua buceta: ploc...ploc...ploc.
Aqueles movimentos lentos, calmos, vagarosos, porém deliciosamente gostosos, me faziam viajar em uma vibe alucinantemente boa. Mas senti em Liza uma ânsia por me sentir inteiro dentro de si. Comecei a ir mais fundo, sentindo meu pau entrar em sua buceta ainda mais. Só de contar agora, meu pau já lateja na calça kkkkk
Até que em um momento meu celular toca, levei um susto. Como de costume minha mãe sempre ligava pra falar comigo antes de dormir, mas resolvi não atender, naquele momento eu queria fuder. Deixei tocar, e quando parou, voltei a me concentrar na minha foda. Eu estava entregue aquela situação, com meu pau atolado até o talo na Liza, então meu celular novamente toca, novamente não atendo, nem olho quem era, só continuei fudendo. Eu não pensava mais em nada. Apenas escutava meu celular tocando mas fudia.
Insistentemente meu celular tocava e eu sem me importar com mais nada, entrava e saia naquela buceta, não me importava com mais nada externo, eu apenas queria saber de estar dentro daquela buceta, e Liza parecia estar totalmente entregue a mim também. Eu chamava de puta, gostosa, cadela gostosa. Minha gostosa, minha putinha, Socava com gosto, com gana, com prazer sentia meu pau atolar e sair de suas carnes, sentindo seu calor, seu cheiro, seu acolher macio, molhado e quente em minha rola. Eu era um animal fudendo deliciosamente Liza naquele momento, não pensava em mais nada, a não ser em fuder, até que ouço batidas na porta. Meu coração quase salta pela boca, um arrepio gelado toma conta de mim, e faz até a Liza levantar a cabeça e escutar o barulho...
Escuto gritarem o meu nome, pela voz, conheci que eram os meus amigos que estavam no bar. De imediato retiro meu pau de dentro da Liza, procuro minha roupa, ainda de pau duro, já meio bomba, com uma certa excitação, aquele cheiro de foda e cerveja, hormônios a mil, e vou até a porta atender.
Abri a porta, estavam meus 2 colegas, já bêbados, se lamentando porque não podiam ir pra casa devido aos outros 2 terem pegado garotas e eles não. Fiquei puto com aquela situação.
Ficamos de papo na sala, até que Liza veio e fez a festa com eles. Recebeu alguns carinhos, e ficou por ali perto de mim, por vezes se roçando em mim, talvez insatisfeita por não ter recebido o que ela queria de mim: Minha porra!
Percebi sua angustia, sua inquietude com a situação. Tentava tirar ela de perto, mas ela veio no meu colo e ficou deitada, meus amigos com garrafas de cerveja na mão, ainda bebendo mas já bêbados, riam e se contavam histórias falando de mulheres e transas que não rolaram. Liza por vezes se lambia, passando a língua em sua buceta que estava de certa forma, laciada pelas varias fodas do cio, mas principalmente pela recente e inacabada foda que tivemos. Ela parecia inquieta e eu certamente querendo gozar. Talvez pelo álcool das cervejas, demorei pra gozar, e ela percebeu minha insatisfação, tanto que metia o focinho em minhas pernas, e eu tirava.
Perguntei se os guris iam dormir ali, mas eles disseram que não, e que iam virar a noite bebendo, fazer farra. Até que um deles (Heitor) pergunta se a garota que eu ia comer á tinha ido embora ou ainda estava ali, respondi que que não rolou nada e que ela já havia ido embora. Ele perguntou se eu não queria sair, mas eu disse que estava cansado e que não ia sair mais, que no outro dia precisava acordar cedo, por em ordem uns trabalhos da faculdade. Ele concordou, mas pediu pra ir no banheiro, mostrei onde era, ele foi mijar enquanto fiquei na sala com Liza já no chão ao meu lado e o outro amigo (Rafael) no sofá ao lado, bebendo uma Skol Beats Blue. Ele chama Liza até ele, fala que gostava de cachorros, e começa com carinhos na cabeça e costas dela. Ela sentindo-se confortável, deita no chão de barriga pra cima, deixando sua barriga exposta e portanto sua buceta, enorme pelo cio e pela recente foda que estávamos tendo. Eu não sabia onde enfiar a cara, medo e vergonha tomaram conta de mim, me fazendo puxar um assunto nada ver sobre a faculdade, na tentativa de distrair ele da cena, mas sem nenhum sucesso.
Rafael começa a fazer carinho na barriga de Liza, deixando ela ainda mais boba, ela balançava o rabo, como uma putinha se oferecendo pra um macho qualquer. Por instinto ou por ciúmes chamei ela mas ele segurou ela perto dele e disse que tava tudo bem.
-Tá tudo bem cara, ela tá carente, gosta de carinho, não me importo em fazer.
Respondi que Liza estava no cio e que ficava muito chegada. Ele de pronto disse que sabia como era e que realmente elas ficavam muito mais carentes.
Nisso, perguntei se ele tinha cadela, no que ele respondeu que tinha, uma basset, mas que tinha morrido.
- Bah cara que bacana, basset é uma raça massa de criar.
- Sim, muito apegado a ela, mas infelizmente morreu. Era minha amigona.
Nesse momento Heitor me grita no meu quarto:
- Cara, tem pelo na tua cama, e maior cheiro de foda no teu quarto, tava comendo quem?
levei um susto, pois imaginei que eles estivesse no banheiro. Levei um susto e senti meu coração tremer.
Gritei pra ele:
- Tava com uma mina aí, mas ficou só no amasso, fiquei batendo uma mas vocês atrapalharam kkkk
- Ah mano, porque não disse. Achei que tava comendo tua cadela.
- Porra mano, que escroto pensar isso, que loucura kkkkk
Nisso Rafael se mete no assunto e fala:
- Comer cadela é facil, quero ver tu comer aquela gata que tava te dando mole no bar e tu não chegou nela.
Comecei e rir e botar pilha pra ele contar na tentativa de desviar o assunto.
Nisso começamos a falar em mulheres e já esquecemos o assunto. Dei graças e continuamos a falar besteira até que eles decidiram ir embora.
Heitor antes de sair fala:
- Vamos lá cara, deixar tu terminar tua punheta kkkk
Rafael emenda com tom sarcástico:
- Sim, vamos embora, ele vai terminar a punheta kkkk
Falei rindo que sim. Ia bater uma pensando nas irmãs deles. Todos caímos na risada.
Na saída, Rafael chega perto de mim e fala baixo pro Heitor não escutar:
- Termina o que tu tava fazendo porque a moça ficou te procurando o tempo todo enquanto a gente falava. -
Eu olhei pra ele com um olhar estranho e ele sorriu e disse:
- Vai lá dar teu leitinho pra tua cadelinha vai. Escutei os barulhos quando cheguei.
Uma mistura de tesão e medo tomou conta de mim. Fiquei apavorado e ao mesmo tempo com um certo tesão de saber que Rafael poderia também curtir.
Passado o susto, fui pro quarto chamei e Liza, tirei a roupa, o e resto vocês já sabem...
...