Loirinhas Insaciáveis no Hotel

Por: kapa-eneninda-1 10/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
O quarto ainda fedia a porra fresca e perfume caro quando Jade empurrou Bridget de costas no carpete, sem aviso. As duas ainda estavam meladas — queixo, pescoço, tetinhas pequenas brilhando com o que sobrou do gozo dele —, mas o tesão não tinha dado trégua. Pelo contrário: tinha virado fome.

Jade montou no rosto da amiga sem cerimônia, esfregando a calcinha encharcada de renda branca direto na boca de Bridget. O tecido já estava quase transparente de tão molhado.

— Chupa através da calcinha primeiro — Jade ordenou, voz baixa e autoritária. — Quero sentir tua língua lutando pra atravessar.

Bridget gemeu contra o pano, a língua pressionando forte, lambendo o contorno da buceta inchada por cima da renda. O gosto era salgado-doce, mistura de excitação dela com o resto de porra que tinha escorrido mais cedo. Ela puxou o tecido pro lado com os dentes, expondo os lábios lisinhos e vermelhos, e enfiou a língua inteira de uma vez, faminta.

Jade agarrou o cabelo loiro da outra com as duas mãos e começou a quicar devagar no rosto dela, esfregando o clitóris duro contra o nariz enquanto a língua de Bridget entrava e saía, fazendo barulho de quem chupa com vontade. O cara assistia da cama, pau já meia-bomba de novo, batendo leve na própria coxa enquanto se masturbava devagar.

— Mais fundo, sua putinha — Jade rosnou, sentando com mais força. — Engole minha buceta inteira.

Bridget obedeceu, língua esticada, rosto inteiro enterrado entre as coxas da amiga. Ela gemia alto, vibração subindo direto pro clitóris de Jade, que começou a tremer. Quando sentiu que ia gozar, Jade levantou de repente, virou de costas e sentou de novo — agora com o cuzinho roçando na boca da outra.

— Lambe meu cu também. Quero sentir tua língua lá dentro antes de ele me foder.

Bridget não hesitou. Abriu as nádegas da amiga com as mãos e enfiou a ponta da língua no anel apertado, circulando devagar antes de forçar mais fundo. Jade gemeu alto, quase gritando, enquanto rebolava pra trás, esfregando o cuzinho melado na cara da loira. A língua entrava e saía, molhada de saliva, abrindo caminho.

O cara não aguentou ficar só olhando. Levantou, ajoelhou atrás de Jade e encaixou a cabeça grossa do pau na entrada da buceta dela, ainda sem penetrar. Só esfregando, deixando a glande babada abrir os lábios devagar.

— Quer os dois buracos ao mesmo tempo, não é? — ele perguntou, voz grossa.

Jade só conseguiu assentir, ofegante.

Ele empurrou de uma vez. O pau entrou até a metade num movimento bruto, esticando a buceta pequena dela ao limite. Jade gritou, corpo arqueando, mas empurrou o quadril pra trás querendo mais. Ao mesmo tempo, Bridget continuou lambendo o cu dela, língua pressionando contra o pau que entrava e saía, sentindo o volume da carne grossa por dentro da parede fina.

Ele segurou os quadris de Jade com força e começou a meter fundo, estocadas longas e pesadas que faziam os peitinhos dela balançarem. Cada vez que saía quase inteiro e voltava com tudo, o pau batia no fundo, fazendo barulho molhado e um “ploc” alto contra a carne.

Bridget subiu um pouco, lambendo agora onde os dois se encontravam: língua alternando entre o pau babado e o clitóris exposto de Jade, chupando os dois ao mesmo tempo. Quando ele saía, ela enfiava a língua na buceta esticada junto com a glande na entrada, lambendo tudo.

— Porra… vou gozar de novo — ele avisou, acelerando.

— Dentro — Jade implorou, voz quebrada. — Enche minha buceta. Quero pingar.

Ele travou, grunhiu alto e descarregou. Jatos grossos e quentes enchendo ela até transbordar. O excesso escorreu pela glande e pingou direto na boca aberta de Bridget, que lambeu tudo com gula, língua coletando cada gota que caía.

Quando ele saiu, a buceta de Jade ficou aberta, vermelha, pulsando, porra branca escorrendo em fios grossos. Bridget mergulhou o rosto ali de novo, chupando o creme que saía, enfiando a língua pra dentro pra pegar o que ficava mais fundo. Jade tremia inteira, gozando na boca da amiga enquanto era comida por aquela língua faminta.

Depois de alguns segundos, Bridget levantou o rosto melado, sorriu com os lábios inchados e brilhantes:

— Agora é minha vez de levar ele no cu.

Jade riu rouca, ainda ofegante, e puxou a amiga pra cima dela.

— Então abre essa bundinha pra gente… porque dessa vez a gente não vai ter pena.

O cara já estava duro outra vez só de ouvir.

E a noite estava longe de acabar.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🔥 Os mais lidos da comunidade