LONGA VIAGEM DE UM CORNO NOITE ADENTRO

Por: julia-223 • 12/07/2026 • 101108 leituras
Capa do conto
São cinco da manhã da noite de sábado pra domingo e eu tô sozinho em casa. Ela tá na rua fudendo. Levando caralho. Dando a buceta. Tomando no cu. Chupando pica. Engolindo a porra do macho que tá com ela. E eu tô no quarto onde ela e eu dormimos juntos. Já toquei uma punheta, gozei pra caralho e quando ela chegar vou gozar de novo. O cara que tá com ela agora é o terceiro que ela pega essa noite. Quando tava com o segundo, no meio da foda, ela ligou pra mim do celular pra me dizer que ele tinha uma pica maravilhosa e fodia bem pra caralho. Meu pau começou a latejar e eu quase gozei.

Eu sou corno. Eu encho a boca pra dizer EU... SOU... CORNO!!! Eu gosto de ser5 corno! Gosto de ser casado com uma vagaba que dá pra todo mundo e há muito tempo já perdeu a conta de quantos machos já meteram pica naquela xana e principalmente naquele brioco arrombado. Ela diz que o maior tesão que ela sente é quando percebe que o macho tá achando que ela é puta. Ela deixa ele pensar que é isso mesmo e depois fala que não é. Foi pra cama com ele porque achou ele gostoso. O macho fica alucinado e ela leva uma surra de pica que tão cedo não vai esquecer. Daí ela vem pra casa e deita na cama comigo sem se lavar. Eu chupo ela todinha. Caio de boca na buceta e é indescritível o tesão que me dá quando sinto gosto de porra de macho. Aí eu meto a língua pra fazer sair toda a porra que ainda está na buceta daquela piranha ordinária.

Às vezes eu vou com ela pro puteiro onde ela gosta de pegar macho. Aí ela bota um vestidinho bem curtinho em cima do corpo, sem calcinha. A gente senta numa mesa onde ela possa ficar de lado, de frente pras outras mesas e ela cruza as pernas pra mostrar a buceta. Daí eu vou ao banheiro, demoro bastante e quando volto ela já saiu com algum macho. O meu tesão é tão grande nessa hora que eu saio também, fico rodando de carro até encontrar um crioulo bem gostoso, um michê bem ordinário, vou com ele pra um hotel e faço com ele tudo o que a vagabunda da minha mulher deve estar fazendo com o garanhão tesudo que ela escolheu.

Peço pro crioulo me bater na cara, me bater muito, me chamar de puta, me enrabar bem gostoso. Meter caralho no meu cu. Enfiar até o talo. Me fazer gritar como uma cadela e gozar até não aguentar mais. Quando gozo, o meu prazer é muito maior de saber que enquanto eu estou sendo arrombada por um negão maravilhoso, a filha da puta da minha mulher está enlouquecendo um macho gostoso em algum quarto de hotel. Isso se não estiver com dois. Nem uma puta da zona faz penetração dupla tão bem quanto a minha mulher. Nisso ela só perde para o David, nosso filho único. Aos 20 anos, ele é o viadinho mais cobiçado do pedaço. Lindo, com os traços levemente orientais que herdou da mãe, gostoso pra caralho, o corpo super flexível de quem há muitos anos estuda balé e uma putinha gulosa na cama, capaz de enlouquecer os machos dele mais até do que a mamãe.
                                

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