__Pensando na morte da bezerra, filha?
Me virei e me vi frente ao meu pai.
__Quase isso pai. Recordando alguns bons momentos que vivi, com vocês...principalmente com você pai.
__Verdade? O ar cheira a sacanagem, não acha? - perguntou, encostando perigosamente em mim. Virei-me de costas para ele e resvalei meu traseiro em sua braguilha. De onde ele estava ficava oculto por uma pilastra e assim não era possível que alguém do salão visse o que estava acontecendo. Senti ele crescer e logo direcionei uma mão por entre nossos corpos o tocando. Não pude deixar de sentir um frisson, ao te-lo ali tão junto de mim. __Não quer dar uma fugidinha, poderíamos rememorar juntos..?
__Você não perde a piada mesmo...
Saímos dali e fomos para a ala externa da casa, bem para os fundos, onde ficavam as dependências dos empregados, que estavam de folga e lá entramos. Mal a porta se fechou, meu pai me agarrou e trocamos um demorado beijo, onde notei a quantas andava seu tesão. Suas mãos correram célere pelo meu corpo, começando a me desnudar. Abri sua braguilha, metendo a mão dentro , até onde encontrei o volume que amava. Estava de calcinha, que me penetrava tanto na racha da frente, quanto no vale de traz, ajoelhei-me a sua frente e tomei na boca aquela tora, que para muitas era descomunal, mas para mim, estava bem familiarizada e por isso, apesar de ficado tanto tempo sem a sentir, conseguia doma-la. Gostava de chupar aquela pica e ver meu pai se contorcer e gemer sob meu comando. Sua glande, bem como toda estrutura da rola, causava uma certa euforia dentro de mim, por achar que era descomunal com todas as minhas entrada, bucal, vaginal e principalmente a anal, mas que ele, meu pai, conseguia penetrar de forma suave e gostosa, onde a dor era superada pelo prazer. Ele me levou para a cama que ali havia e assim que me fez deitar, separou minhas pernas, ajoelhou entre elas e foi de boca, sobre a calcinha, mordiscando, lambendo, afastando a mesma de sobre o sexo que estava escaldante e metendo a língua entre meus lábios. Cada sucção que dava eu via o espocar antecipado da chegada do ano novo. Coloque as pernas sobre seus ombros e me deixei levar pelas preliminares, que certamente iriam culminar com um poderoso orgasmo. Meu coração estava a mil, e eu já estava suando, onde minhas mãos demonstravam o que eu estava sentindo por dentro. Só de pensar em quem estava ali comigo, se preparando para me possuir, eu já preparava o campo para a batalha portentosa. Comecei a gemer, quando ele desceu a língua para o meu rego e tocou meu cu, putz, como eu gostava daquela caricia, que me lançava aos tempos de criança, nos folguedos anais, onde não chegava a haver penetração, mas que dava um prazer enorme em sentir a cabecinha da pica, roçando as pregas em contrações. Me visualizei, em um passado bem recente, com meu irmão Paulo, me possuindo com sua mandioca gostosa, fazendo até com eu perdesse a razão e me tornasse selvagem, onde empregava a violência, dando-lhe as minha bundada, onde seu pau comprido, quase era totalmente envolvido pelo meu ânus. Ao pensar nele, gritei seu nome e papai, interrompeu o que fazia, para me olhar e sorrir. Sabia que eu apreciava o sexo anal com meu irmão e desde a vez que fizemos uma DP, ele viu a minha vibração em o ter no meu rabo. Puxou a minha calcinha e a tirou do meu corpo. Agora escancarada e livre, minha xoxota se mostrava livre para as caricias que iam se seguir. Meu pai era um mestre em me deixar o desejando, principalmente quando começava a beijar e lamber a parte interna das coxas, quase tocando em minha boceta. Me deixava na expectativa, sempre sendo abafada, por passar para a outra perna. Soprava sobre minhas "coisas" e me fazia, empurrar o baixo ventre de encontro ao que eu desejava que eram seus lábios.
__Passa a língua em toda a minha boceta pai, Chupar ela gostoso...estava com saudades...faz tempo que você não me dá esse carinho...estou carente...vem, vem fazer a sua filhinha feliz...
__Quer a ponta da língua, no grelinho...assim...?
__Aaaaaahhh...sim...sim...vai, mais um pouco...hmmmm...chupa agora...caralho, que boca...nossa, como você faz isso gostoso...vou gozar em sua boca....Aaaaaaahhh....Ooooooohhh....pai, enfia a língua e bebe meu gozo....Aaaaaahhhh....
Meu pai enfiou a língua dentro de minha cona e começou a movimenta-la, solvendo o meu mel que fluía farto. Poucos me sugavam daquela maneira, na verdade apenas duas pessoas o faziam e por isso eu os mantinha sempre em apreço. Aquela língua me levava a loucura a ter mil pensamentos que na realidade apenas sintetizavam um só ...tesão. Quando deixou a minha boca de baixo, papai, escalou meu corpo, parando no meu monte aveludado, onde uma mata bem aparada, indicava a área tão cobiçada, subindo para os montes, que encimavam picos mamilar eretos, que eram tomados por lábios que os sugavam intensamente e por fim a minha outra boca, que ainda absorvia o gosto da minha boca de baixo. Levei a mão entre os corpos e peguei na massa a direcionando para a minha vagina, esperando o momento delicioso da penetração. Era sempre uma emoção nova, receber aquele tarugo, dentro de minha boceta, estufando, preenchendo tudo e no atrito, me fazendo gozar. O lento vai e vem da tora me deixava, quase que desmaiada, ao sabor das ondas de prazer que me atingiam seguidas vezes em poucos segundos. Notava que meu pai ficava mais duro, dentro de mim, talvez por se regozijar em cometer aquele pecado ou por estar comendo uma mulher realmente gostosa. Se ele e meu irmão diziam isso, devia eu ir contra eles? Não nada disso, se eu dava prazer a eles, prazer eles iam ter até o final. Enlacei, a cintura de meu pai e o forcei a entrar mais, dentro de mim. Lá embaixo, estava com o sexo escaldante, aqui encima, arrepiada eu era beijada e sugada nos mamilos, por lábios sequiosos. Entre gemidos de prazer eu tive um orgasmo forte, cheio de umidade, que fazia barulho, como uma sinfonia carnal. Ele me fodeu como quis, deixando minha vagina aberta e palpitante. Quando se retirou dela, eu sabia o que desejava, porém sabia que ele queria me deixar no ponto, com incursões de dedos que pudessem facilitar a abertura anal, por isso, me virei de bruços e aguardei. A mão dele tocou-me uma nádega, depois outra e por fim, a boca se aproximou das mesma e quando ele as separou, um língua em brasa, percorreu meu rego passando sobre minhas pregas deixando aquele caminho bem umedecido com saliva. Mas ele queria mais, e enquanto me acariciava o cu, levou uma das mãos para dentro de minha boca e foi bem fundo, onde pegou, aquela saliva que era bem mais lubrificante e a trouxe para fora, levando para o meu rego, onde a depositou, empinei um pouco a bunda para que ele fizesse o seu serviço. Dedos, foram inseridos dentro do meu cu, quarto no total, o que acabou por me deixar com o ânus bem dilatado. Quando tentou inserir, praticamente uma mão dentro do meu rabo e viu que eu não estava gemendo de dor, sentiu que era o momento de me foder o cu. Novamente forneci lubrificação para a aquela glande descomunal e assim que ela esteve no ponto certo, ele a trouxe para aquela abertura que fizera. Senti como uma brasa, que ia entrando entre minha pregas, arrastando a tora logo atrás. Meu gozo fora tão extraordinário, quanto a primeira explosão que anunciava a entrada do novo ano. Era a chegada do prazer para mim, em mais um ano de muitas aventuras familiares. Papai executava suas estocadas com delicadeza, sabedor que era do calibre de seu canhão e eu me esvaia em líquido que brotavam da minha abertura vaginal, para a roupa de cama. Ele foi me elevando até me colocar de quatro, ai mandou ver com precisão. Olhei para trás e o vi com o rosto afogueado, olhando para o meu traseiro onde sua pica ia e vinha e quando estava prestes a gozar, se agarrou a mim, enlaçando-me pela cintura e com a boca colada em meu ouvido, começou a lançar sua porra dentro do meu reto me enchendo de gala. Estremeci e virando o rosto para ele me deixei beijar, sentindo as ultimas esguichadas do pau dentro de mim.
__FELIZ ANO NOVO, filha!
__Que seja tão bom quanto o termino do que já se foi. FELIZ ANO NOVO pai!